Entre os séculos XIX e XX, tal período compreendido entre o fim da monarquia e o início da “República Velha”, datam-se as primeiras obras do governo brasileiro visando a saúde pública. Nesse período ocorreu um processo de elaboração de normas e organizações sanitárias, as políticas ficaram conhecidas como sanitarista-campanhista. Entretanto, apesar do começo intenso para a melhoria da população, décadas passaram e as dificuldades permanecem, mesmo que o nosso Sistema Único de Saúde (SUS) seja de grande importância social.
O conceito de Seguridade Social, que é introduzido com a criação do SUS, é uma política que visa amparar todo cidadão em qualquer situação. Com isso, é confirmado o que temos no Artigo 2º da lei 8.080, que diz “A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis em seu pleno exercício”. O SUS inclui a execução das ações de vigilância sanitária, vigilância epidemiológica, saúde dos trabalhadores e assistência terapêutica integral, incluindo a farmacêutica. Isso tudo, em teoria.
Todavia, sabe-se que a instabilidade no cenário político brasileiro colaboraram para o desenvolvimento de uma crise econômica que afetou a saúde pública. Os casos de corrupção ou má gestão só contribuem para a crise da saúde, desvio de dinheiro que serviria para a infraestrutura dos hospitais ou compra de materiais e máquinas são vistos todos os anos de forma contínua.
Em suma, o SUS tem múltiplas funcionalidades que devem ser valorizadas e também melhoradas para se tornarem as mais próximas possíveis da teoria. O governo brasileiro deve ser mais responsável e a administração de algo tão grande como a saúde pública da sociedade precisa ser feita de forma correta. Além disso, é papel do judiciário punir responsáveis por desvio de verba e exigir transparência das gestões. George Bernard Shaw, dramaturgo e jornalista irlandês, disse que “O progresso é impossível sem mudança”. Pois, que haja mudança.
(Se possível, ajudaria muito uma correção estilo ENEM e com a nota no final. Desde já, agradeço)
Olá, tudo bem? Vamos lá, irei te ajudar um pouco, não sou corretora, mas irei tentar te ajudar, também sou estudante como você!
Competência 1: Nota 180 (Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais.)
Competência 2: 200 (Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo, e apresenta excelente domínio.)
Competência 3: Nota 160 (Apresenta informações, fatos e opiniões relacionadas ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.)
Competência 4: Nota 160 (Articula as partes de texto de forma mediana, com poucas inaquedações, e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.)
Competência 5: Nota 120 (Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto.)
DavidLeal
Sua introdução tem ideias muito boas, mas se alonga demais numa apresentação pouco eficiênte na defesa do tema, já que você deseja defender a importância do SUS frente a essa onda de privatização seria ideal que você apresenta se seus problemas e como torna-lo um sistema mais adequado para a população brasileira.
Seu primeiro paragrafo de desenvolvimento é bem abordado, porém como a introdução perde tempo se aprofundando em uma disperção do tema.
Segundo paragrafo de desenvolvimento é pouco explicado e apresenta argumentos rasos, deveria apresentar a consequência dessa corrupção que ultiliza das verbas de saúde pública para uso pessoal de políticos e como isso afeta a população (principalmente pobre e marginalizada).
Conclusão boa, no entanto não atua nas 5 perguntas (quem, como, para quê…).
Comp 1: 140
Comp 2: 140
Comp 3: 120
Comp 4: 120
Comp 5: 160
Total: 700
Yassuo
Você utilizou muito bem os argumentos e os encaixou corretamente, sem o uso excessivo de variadas palavras, tal como sua acentuação e pontuação tenham sido usadas de modo claro. A única coisa que me incomodou na sua redação foi o uso excessivo do ponto final, onde os pontos diferem cada modo em que você relata o tema.
950.