Iniciante

Tema: Sexo Título: A saúde atribuída através do sexo. Modelo ENEM, por favor :)

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Na série “Educando sexo” a sexóloga, mãe de Otis (o protagonista) relata a importância de praticar o sexo após a 1ª vez feita, que baseia-se em obter mais saúde física e psicológica, como a produção de serotonina, o hormônio da felicidade. No entanto, trazendo estas verdades para a realidade, sabe-se que a prática exagerada desse ato sexual mencionado anteriormente, pode resultar em vício, isso é, a necessidade de relacionar-se intimamente com outros indivíduos.

Ademais, a fonte informativa UOL conscientiza que segundo médicos como ginecologistas, psicólogos, e neurocientistas, afirmam que praticar o sexo pode ser muitíssimo benéfico para aliviar o estresse, combater a insônia, aliviar dores de cabeça, e também contribuindo para o bom humor juntamente a disposição para lidar com diversas situações negativas ou não. Entretanto, destaca-se que por assuntos íntimos ainda serem tratados como inadequados na atualidade, observa-se que apesar de o sexo ser uma ferramenta facilitadora, ainda assim há de ser normalizada a distribuição de informações sobre tal ato sexual, para que desta forma a população nacional venha a tomar mais conhecimento sobre este meio que não somente serve para o prazer, mas também para atribuir saúde aos demais envolvidos.

Diante desse ocorrido, vale mencionar e explicitar que a prática com bastante frequência do sexo pode ser um problema na vida do indivíduo, pois segundo psicanálises os hormônios provocados pelo ato sexual —como o homônio do prazer—, se constantemente obtido por este meio íntimo, os estímulos neurológicos tornam-se uma necessidade, o qual o praticante ficará obstinado a obter, e incapacitando-o em sua relação intrapessoal, ou seja, não tendo o controle sobre suas emoções, consciência e foco nas diversas outras áreas de sua vida.

Contudo, faz-se necessário o agir do Ministério da Saúde juntamente ao Ministério da Comunicação quanto a conscientização da população dos demais benefícios consequentes da prática do sexo, como por exemplo desenvolvendo palestras com profissionais especializados na área sexóloga esclarecendo os atributos da relação intimamente sexual. Todavia, para que seja formado jovens conhecidos do vício sexual, com o objetivo de disseminar pessoas que possam não sofrer tal problema social e íntimo, é mister que aja uma ação do Ministério da Educação objetivada à estruturação e encaixe de professores sexólogos que não apenas instruam os alunos, mas também conscientizem os estudantes dos possíveis problemas exaltados. Desta forma, aos poucos conquista-se a resolução do vício sexual  e desconhecimento da saúde atribruída através do sexo.

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4 Correções

  1. 1 – Temas ENEM. 2 – Conectivos. 3 – Frases gigantes. 4 – Matérias em que você deve focar. 5 – Tudo o que eu consegui encontrar

    1. O Enem pode até, num outro governo, falar sobre o assunto (e não tema) sexo, mas nunca vai pedir um tema com aspectos positivos, obrigando o candidato a inventar problemas para conseguir apresentar uma conclusão propositiva. Eis o grande problema que fez com que vários colegas apontassem problemas na construção de suas ideias: este não é um tema Enem!

    Você terá muitos problemas se adotar a estratégia do Enem para qualquer tema que aparecer nas suas provas. É provável que a sua professora tenha outras intenções com ele, e aí é importante você perguntar a ela quais são as outras formas de concluir um texto dissertativo-argumentativo. Dou alguns exemplos: conclusão por ironia; por metáfora; por questionamento… A propositiva é só uma, a mais comum de ser cobrada em vestibulares, mas nem de longe a mais legal de se construir. É aí que reside a diferença entre o cursinho e o colégio: no primeiro, você não tem a obrigação de escrever bem, basta ser funcional – cumprir as funções que estão no edital da sua prova -, ao contrário do segundo, que te prepara para a vida.

    2. Com a cabeça no Enem, inventar no uso de conectivos é simplesmente LOUCURA. Você repetirá os seus conectivos preferidos o ano inteiro, enchendo o saco do seu professor, porque na correção oficial o corretor estará lendo o seu texto pela primeira vez. Seja diferente na escolha dos seus preferidos, mas use-os à exaustão nesta reta final.

    Isso porque errar em conectivos significa perder pontos na competência mais fácil de gabaritar. Se você usar um conectivo de tom adversativo no lugar de um conclusivo, isso é falta grave, então não invente em conectivos, principalmente nos que ligam parágrafos.

    Mais uma vez: no contexto do colégio, invente, crie, teste; no vestibular, nem pensar. As redações nota mil são um porre de ler.

    3. Abaixo você verá uma lista enorme de erros que você poderá evitar com uma estratégia de redução do tamanho das frases. O ideal é que cada frase ocupe em torno de 1.5 e 2 linhas. Isso não é uma regra, mas se você escrever várias frases com uma média muito acima disso, desconfie que possa estar fazendo algo errado. O terceiro parágrafo foi todo escrito em uma única frase, e isso é um erro: se a maioria dos seus parágrafos for escrito em frase única, sua nota na competência 1 não passa de 120.

    Se você simplificar, vai garantir pelo menos um 160, até porque o 200 é muito difícil. Dói dizer isto, mas o Enem pontua mais quem não se complica e pune quem arrisca, quem tenta sem sucesso fazer construções frasais mais complexas. Eu anoto os seus erros e vou explicar cada um deles porque quero te dar a chance de aprendê-los e ter o prazer de escrever, mas não acho que a sua estratégia para a prova deva ser estudar cada um destes erros; se quiser, passe reto por eles. Corrijo-os também porque ela é pública e pode ajudar outros colegas.

    Pra você, que escreveu 396 palavras, o ideal seria reduzir o tamanho do texto e escrever até em frases simples, diretas, sem ousadia; isso te impede de subir aos 200 pontos na C1, mas te afasta dos 120. Vai da estratégia que achar melhor para os seus objetivos.

    4. Fiz, porém, uma lista de erros mais comuns na sua redação.

    Esse/Este: numa prova de redação você raramente vai fazer uso do esTe. Com o T, o pronome se refere ao que está na frente. “O problema é este: falta de miojo em casa.” Quando se referir ao que vem atrás, use sempre o S.

    Paralelismo: sempre reflita sobre o que conecta os seus complementos. É esse paralelismo que torna a leitura mais agradável, então não poupe repetição de preposições. Raramente a omissão desses termos é necessária. Vale a pena estudar isso por fora.

    Posso dizer a mesma coisa sobre a vírgula em orações adverbiais. Se eu for escrever muito sobre isso aqui, a correção vira um livro.

    Palavras sem sentido: o corretor percebe quando você usa uma palavra estranha para evitar a repetição, mas isso torna a leitura complicada, traz até dor de cabeça. A repetição “rara” não impede você de conseguir 200 na C4; já a perda de sentido da frase pode complicar até nos quesitos argumentativos. Seja bem consciente na troca de palavras e treine bastante justamente as palavras que você percebe que mais repete. Cuidado com as substituições oferecidas pelo google. Confie num dicionário.

    5. Todos os que eu encontrei, com a ressalva que já fiz: é possível reduzir o suficiente para alcançar 160 na C1 até o dia da prova. Confia nas dicas que eu passei? Apesar dos vários erros, sua C1 ainda pode ser avaliada no 120 pela proporção com o número de palavras. Evitando os erros repetidos, você aumenta bem as suas chances de 160 na C1.

    Na série “Educando sexo”(1) a sexóloga, mãe de Otis (o protagonista)(2) relata a importância de praticar o sexo após a 1ª(3) vez feita(4), que baseia-se em obter mais saúde física e psicológica, como a produção de serotonina, o hormônio da felicidade. No entanto, trazendo estas(5) verdades para a realidade, sabe-se que a prática exagerada desse(6) ato sexual mencionado anteriormente(7),(8) pode resultar em vício, isso é,(9) a necessidade(10) de relacionar-se intimamente com outros indivíduos.
    1 – Vírgula pro adjunto adverbial com mais de 3 palavras.
    2 – Digamos que você não vai usar parênteses na sua prova de redação. Aqui use vírgulas.
    3 – Sempre por extenso: primeira.
    4 – Feita o quê? Essa frase ficou incompleta ou sem sentido.
    5 – Essas.
    6 – Você não citou nenhum ato sexual em específico; ele é genérico: de um ou de qualquer ato.
    7 – Aqui houve um pleonasmo que talvez possa ser explicado pelo erro do “desse”. Se fosse “esse”, já era certa a sua “menção anterior”. Lembre-se da explicação sobre o Esse/Este no ponto 4.
    8 – Vírgula separando sujeito e verbo. Esse é o problema das frases gigantes. Você claramente sabe que não pode separá-los por vírgula, mas se esquece quando está há muito pensando naquela frase.
    9 – Aqui são dois erros. O primeiro é que a expressão é “isto é”, sempre “T”, mas você não vai cometer esse erro porque o mais grave é que nunca fará sentido você usar uma expressão para repetir ideias que você acha que o corretor não entendeu: isso é sinal de que você mesma crê que não escreveu bem aquela frase e que ela precisa ser reescrita. “Ou seja” e “isto é” a partir de hoje estão proibidos nas suas redações, ok?
    10 – Essa “necessidade” é mais específica; uma necessidade “anormal” para se tornar efetivamente um vício.

    Ademais(1), a fonte informativa UOL conscientiza que(2) segundo médicos(3) como ginecologistas, psicólogos, e neurocientistas, afirmam que praticar o sexo pode ser muitíssimo benéfico para aliviar o estresse, combater a insônia, aliviar dores de cabeça, e (4)também(5) contribuindo para o bom humor juntamente(6)* a disposição para lidar com diversas situações negativas ou não(7). Entretanto, destaca-se que(8) por assuntos íntimos ainda serem tratados como inadequados na atualidade, observa-se(9) que(10) apesar de o sexo ser uma ferramenta facilitadora, ainda assim há de ser normalizada a distribuição de informações sobre tal ato sexual, para que(11) desta(12) forma(13) a população nacional venha a tomar mais conhecimento sobre este(14) meio que não somente serve para o prazer, mas também(15) para atribuir saúde aos demais envolvidos.

    1 – O segundo parágrafo é onde você começa a argumentar, uma função completamente diferente da que é exercida pelo primeiro, então não fará sentido nunca uma adição aqui; faz, sim, sentido no terceiro parágrafo, que cumpre a mesma função argumentativa que cumpre o segundo parágrafo.
    2 e 3 – Vírgula. Sempre que você se referir a um “conforme”, “segundo”, vai querer dar ênfase a essa autoridade, então usará vírgulas para destacá-la. Tem uma regrinha de português que justifica essas vírgulas também: oração adverbial conformativa pede vírgulas, mas acho que assim é mais difícil de entender kkkk.
    4 e 5 – “E também” é uma redundância, mas o “também”, nesse caso, é aceito como uma ênfase na adição, e essa ênfase deve ser apontada com as vírgulas. Sem elas, redundância desnecessária. Não há necessidade de dar essa ênfase, inclusive.
    6 – Juntamente também é uma adição diferente, acentuada, e vai precisar de destaque com a pausa da vírgula, mas por que não usar o “e”? Nesse caso, além da ausência de vírgula, houve o problema da crase: junto a alguma coisa.
    7 – Negativas ou positivas. Esse “não” quebra a expectativa do leitor.
    8 – Vírgula na oração adverbial causal.
    9 – Destaca-se, observa-se… Eco para ser evitado.
    10 – Vírgula na oração adverbial concessiva.
    11 e 13 – Vírgulas para destacar a expressão explicativa/conclusiva.
    12 – Desta/Dessa.
    14 – Este/Esse.
    15 – Aqui o problema é a ideia: prazer e saúde não estão na mesma categoria?

    Diante desse ocorrido(1), vale mencionar e explicitar(2) que a prática com bastante frequência do sexo pode ser um problema na vida do indivíduo, pois(3) segundo psicanálises(4)(5) os hormônios provocados pelo ato sexual —como o homônio do prazer—(6), se constantemente(7) obtido(8) por este(9) meio íntimo, os estímulos neurológicos tornam-se uma necessidade, o(10) qual o praticante ficará obstinado a obter, e incapacitando-o em sua relação intrapessoal, ou seja(11), não tendo(12) o controle sobre suas emoções, (13)consciência e (14)foco nas diversas outras áreas de sua vida.

    1 – Não houve ocorrido algum no texto até aqui!! É adição: ademais, além disso. Inverteu os parágrafos na hora de passar pro site?
    2 – Mencionar e explicitar num mesmo parágrafo determinada declaração me parece contraditório. Acho que você quer assumir para si tamanha responsabilidade como a de explicitar. Sê humilde, mantenha-se nas menções.
    3 e 4 – Vírgula da oração adverbial conformativa.
    5 – Psicanalistas.
    6 – O travessão tem espaço, tá? “sexual — como o hormônio do prazer —, se”.
    7 – Não é da constância que você está reclamando. É do exagero.
    8 – Obtidos. Plural na frase gigante.
    9 – Esse/Este.
    10 – A qual (felicidade) ou os quais (estímulos neurológicos). Preferível “a qual”.
    11 – Mesmo problema do “isto é”.
    12 – Quem “não tendo”? Os estímulos neurológicos? Olha o problema da frase gigante aí de novo.
    13 e 14 – “Suas” não se aplica a consciência e foco, então você deve repetir o pronome: suas emoções, sua consciência e seu foco, de preferência com o artigo definido. “Sobre as suas emoções, a sua consciência e o seu foco”.

    Contudo(1), faz-se necessário o agir do Ministério da Saúde(2) juntamente ao Ministério da Comunicação(3) quanto a(4) conscientização da população(5) dos(6) demais benefícios consequentes da prática do sexo, como(7) por exemplo(8)(9) desenvolvendo(10) palestras com profissionais especializados na área sexóloga esclarecendo(11) os atributos da relação intimamente sexual. Todavia(12), para que seja(13) formado(14) jovens conhecidos(15) do vício sexual, com o objetivo de disseminar(16) pessoas que possam não sofrer tal problema social e íntimo, é mister que aja(17) uma ação do Ministério da Educação objetivada à estruturação e(18) encaixe de professores sexólogos que não apenas instruam os alunos, mas também conscientizem os estudantes dos possíveis problemas exaltados. Desta(19) forma, aos poucos conquista-se(20) a resolução do vício sexual e(21) desconhecimento da saúde atribuída(22) através(23) do sexo.

    1 – Portanto. Nada de inventar.
    2 e 3- Vírgulas de novo.
    4 – Crase.
    5 – Comunicação, conscientização, população. Eco, evite-o.
    6 – “A respeito dos”, ou “sobre”.
    7, 8 e 9 – Mais uma vez, o problema é de pleonasmo: o “como” já introduz um exemplo; se quiser enfatizar, ponha a segunda expressão entre vírgulas. E, não, essa ênfase também não é necessária.
    10 – Quebra de paralelismo: “o agir” pede “o desenvolvimento”.
    11 – Assim como aqui pede “o esclarecimento”, ou: “de forma a esclarecer os atributos”. Evite o gerúndio, ele empobrece a relação entre as orações.
    12 – Não era esse o conectivo que você queria usar meeesmo! Todavia não é adição.
    13 e 14 – Sejam formados jovens.
    15 – Informados. Ser conhecido tem um sentido bem diferente. Conhecedores, no máximo. Conscientes. Palavra demais no texto traz esse tipo de problema também.
    16 – Informar também. Se o objetivo era evitar a repetição, alertar. Prefira a repetição em lugar de usar palavras desconhecidas! Mudar o sentido da frase é muito mais grave.
    17 – Haja. Verbo haver.
    18 – Objetivada à estruturação e AO encaixe. Paralelismo de novo.
    19 – Dessa/Desta.
    20 – Aos poucos se conquista. Menor dos seus desvios.
    21 – A resolução do e do.
    22 – Obtida, alcançada, conquistada, recebida. Atribuir é outra coisa.
    23 – Nunca use “através”. Use “por meio de”. Através é um termo da física, atravessar.

    Se restaram dúvidas, minha DM segue à sua disposição! Dessa vez a redação veio sem erros de digitação e por isso fiz questão de corrigi-la. Foco nos 4 primeiros pontos que destaquei, ok? Até a próxima!

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  2. Olá, sou iniciante aqui e não tenho conhecimento de corrigir redação. Gostei da sua introdução, mas não ficou muito clara as problemáticas que seriam desenvolvidas no d1 e d2. Fique atenta para algumas questões de ortografia, concordância e coesão, o uso de certos conectivos, pronomes, sinônimos.

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  3. Boa noite. Gostei do texto, ainda sou iniciante, então deixo aqui alguma contribuição.

    1. “A necessidade de relacionar-se intimamente com outros indivíduos” é a definição do que seria o vicio? Ou o vicio seria uma dependência fora do normal dessa relação? Pergunto pois a necessidade de se relacionar intimamente com outros indivíduos (sexualmente, nesse contexto) é algo inerente à nossa natureza, de fato uma necessidade.

    2. Atente-se para algumas questões de ortografia, concordância e coesão, o uso de certos conectivos, pronomes, sinônimos. Por exemplo: “pois segundo psicanálises (seria psicanalistas?)”, “como o homônio (correção da ortografia) do prazer”, ” obtido por este (fazer correção do pronome adjetivo demonstrativo, pois o ato já foi citado anteriormente) meio íntimo”)

    3. O conectivo da conclusão precisa ser conclusivo, você usou um adversativo.

    Na sua introdução, deixe explicita qual tese você defenderá ao longo texto. Não há problema em trazer afirmações, definições, ou contextualizações dentro da introdução, mas sem tese definida, o corretor não saberá o que esperar de argumentos, já que o argumento é um passo posterior a definição da tese. O risco de tangenciar o tema e até mesmo fugir é muito alto.

    Na introdução você pode trazer uma definição, contextualização, afirmação + tese (nela o corretor vai saber se você entendeu o tema ou não) + argumentos (somente citar, não desenvolver).

    Desenvolvimento é onde você trabalhará a argumentação (e fundamentação, que é todos esses dados e definições que trouxe) a fim de sustentar sua tese. Atente-se aos tópicos frasais (Introduz a ideia central a ser desenvolvida no parágrafo).

    Conclusão: Conectivo conclusivo ou uma locução conclusiva (diante da discussão apresentada… ) + retomada da tese + solução + reflexão.

    Como disse sou iniciante, desejo sucesso na caminhada rumo à aprovação!

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  4. Poderia ter colocado um tópico frasal no d1 e no d2.
    Poderia ter explicado de uma forma mais clara a tese na introdução.
    Ao envés de, ademais, no d1, vc poderia ter colocado, nesse sentido, diante desse cenário, pois ademais da ideia de soma e vc, anteriormente, não trouxe nada para dar essa ideia de soma.
    Poderia ter colocado um período de conclusão, que é um período pra vc concluir seu d1 e d2.
    Achei que o 1 período da conclusão não ficou bem desenvolvido.
    Ao envés de, no segundo período da conclusão ter colocado ” com o objetivo de “, poderia ter colocado : ” é necessário” ou ” é fundamental”

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