A educação é um direito do cidadão, garantido através da constituição, no entanto, isso não significa que todos tenham acesso à educação, ou até mesmo, a educação de qualidade. Nos discursos feitos por governantes a respeito das melhorias educacionais, dificilmente vemos um destaque para as melhorias no ensino de pessoas com deficiência auditiva, isso mostra a pouca importância dada a pedagogia dessas pessoas.
O que poucas pessoas sabem é que a segunda língua oficial do Brasil é o idioma de libras, o que nos leva a um pequeno percentual da população que é fluente na linguagem. A partir deste fato tem-se uma ideia das dificuldades enfrentadas pelo grupo de pessoas surdas no país. Há um desfalque no número de escolas habilitadas a receber tais alunos, assim como a falta de professores capacitados a ensinar, o que acaba acarretando na falta de inclusão deste grupo na sociedade. Segundo a constituição brasileira, todos os cidadãos são iguais perante a lei, garantindo direitos iguais a essas pessoas, porém, com a alta taxa de exclusão de determinados grupos, incluindo o de pessoas surdas, essa lei não se viabiliza totalmente.
“O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, Immanuel Kant. Diante disso devemos tornar nosso sistema mais inclusivo e ter o reflexo disso em nossa população. É dever do governo, juntamente com escolas e universidades, implementar na grade curricular educacional uma disciplina voltada para o ensinamento da segunda língua oficial do país, o idioma de libras, que deve ser incluído na didática escolar desde o primário até cursos superiores do âmbito pedagógico. Desta forma, finalmente daremos um passo para ser um país mais inclusivo e desenvolvido educacionalmente.
O idioma esquecido do Brasil
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Sandy98799
Ótimos argumentos a sua redação, no entanto faltou os conectivos no primeiro e segundo parágrafo, você poderia ter citado a constituição antes dos argumentos que traria uma estrutura mais complexa, não se fala nosso na redação, e no lugar de governo você poderia colocar Ministério da educação e estado
Peixoto_Juh
De acordo com a norma padrão exigida no Enem e vestibulares, em cima do gênero Dissertativo argumentativo, não pode-se utilizar o emprego de palavras na primeira pessoa, tanto do singular, quanto do plural. E você, acabou, talvez sem perceber, usando palavras na primeira pessoa do plural “nós”.
Isso deve ser revisado. Falo com todo carinho.
Fora isso, a estrutura está ótima!!!!
Gostei bastante dos argumentos.
Parabéns