O Brasil é o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo, segundo a ISAPS (Sociedade internacional de cirurgia plástica estética). Isso é um triste retrato que mostra a importância da gordofobia ser debatida. Pois, liderando essa classificação , percebe-se que o quanto os brasileiros necessitam desse debate, já que se sentem tão desconfortáveis com sua aparência e peso que recorrem a cirurgias. Isso é reflexo de um padrão imposto pela mídia e da exclusão dos corpos gordos da sociedade.
Em primeiro lugar, temos que nos atentar que a todo momento a mídia está bombardeando informações de qual corpo deve ser seguido. É só observar quem aparece na televisão e nas mídias sociais. Esse padrão fala indiretamente que quem não tem aquele peso não é desejável. O que gera margem para quem está fora daquele modelo, ser marginalizado, assim nasce a gordofobia. Pois, ao não serem representados, a sociedade considera o gordo como um estranho, que precisa ser mudado instantaneamente.
Porém não estamos falando somente da pressão estética, e sim de fobias, se tornando muito pior. Pois as fobias, excluem determinado grupo, e a gordofobia se trata exatamente disso, corpos gordos excluídos. Pense bem na estrutura da sociedade, nas catracas, cadeiras de lugares públicos, até mesmo macas de hospitais, todos esses utensílios estão prontos para atender uma pessoa gorda? Não. O vigésimo primeiro episódio da sexta temporada de “Grey´s anatomy” nos mostra justamente isso, quando chega um paciente obeso no hospital e a equipe não estava estruturada para recebê-lo.
Visto a necessidade da resolução desse problema, se percebe necessário a união do ministério da saúde e do ministério da educação para promoverem palestras educativas combatendo o preconceito a pessoas gordas e uma reestruturação de hospitais e clínicas para atender melhor pessoas com qualquer peso. Isso irá melhorar a qualidade de vida dessa comunidade pois terão tratamento médico de qualidade e serão devidamente respeitadas, pois. a população irá entender que gordo não é sinônimo de doença muito menos de preconceito.
BeatrizMartins01
Boa tarde ellen, tudo bem? sou só mais uma estudante querendo ajudar
Então vamos lá!
Introdução: Muito boa, deixou bem claro a sua tese.
Desenvolvimento1: bons argumentos
Desenvolvimento2: Muito bom mas você ter falado das consequências
Conclusão: Muito boa, demonstrou uma ótima proposta de intervenção
C1: 200
C2: 160
c3: 200
c4: 160
c5: 200
Continue praticando, eu sei que você pode melhorar. eu acredito em você :)
Você repete “que” muitas vezes.
Dúvida: a palavra gordofobia existe? não vou pontuar isso, pois não tenho certeza.
“… da gordofobia ser debatida. Pois, liderando essa classificação, …”
Nesse caso, há vígula após “Pois”. E evite estrangeirismo> ranking = classificação.
” E esse padrão fala indiretamente que quem não tem aquele peso não é desejável.”
>não precisa desse “E” > Esse padrão fala…. “Esse” é um conectivo, portanto, já faz a “ponte” com a frase anterior.
“O que gera margem para quem está fora daquele modelo, ser marginalizado, assim nasce a gordofobia.”
> “Isso gera margem para marginalizar quem está fora desse modelo e, assim, nasce a gordofobia”.
“…a sociedade considera o gordo como um estranho, que precisa ser mudado instantaneamente.” a vírgula está “atrapalhando” a conjunção “que”.
“..a sociedade considera o gordo como um estranho que precisa ser mudado instantaneamente.”
“Mas não estamos falando somente da pressão estética, e sim de fobias, o que é muito pior. Pois as fobias, excluem determinado grupo, e a gordofobia se trata exatamente disso, corpos gordos excluídos.”
“Porém, não estamos falando somente da pressão estética, mas de fobias, o que é pior, visto que as fobias podem excluir determinado grupo e a gordofobia se trata disso: corpos gordos excluídos.”
Então, amigo: Existem muuuuitos erros gramaticais. Recomendo que você dê uma olhada em orações, conjunções e conectivos. Além disso, dê uma olhada no uso da vírgula, pois você cometeu alguns equívocos ao utilizá-la incorretamente.
Também notei que você foge um pouco da estrutura do ENEM: você só apresentou uma causa para o problema, de forma que o D2 ficou solto, sem objeto para argumentação.
Você também caiu no senso comum. Te indico pesquisar um pouco sobre o tema, assim, antes do ENEM você já tem algumas ideias na “gaveta” da memória.
Acho que sua nota seria por volta de 550~ ou menos.
Dê uma olhada nesses pontos, pois, corrigindo-os, você chega aos 800 sem dificuldade.
Força nos estudos, abs