No livro Leviatã, o filósofo Thomas Hobbes alega serem os humanos egoístas por natureza e tende a guerrear entre si, para que o meio social não se torne caótico será necessário um contrato social, na qual necessitam de um soberano. Por esse ângulo, a questão do assédio moral no ambiente de trabalho no Brasil contemporâneo é um espelho da ideia do Hobbes, que têm como causas a negligência governamental e a tendência do ser humano de se sobrepõe um ao outro.
A princípio, o combate a essa situação é dificultado, pois o governo não está aplicando políticas mitigadoras energéticas. Nessa perspectiva, o principal objetivo do Estado é assegurar direitos indispensáveis à população e manter uma ordem vigente, no entanto, faz-se inferir que o sistema governamental é frágil. Assim o ferimento da moral que ocorre em grandes situações no trabalho pode ser amenizado consideravelmente se o governo aplicar com mais vigor ações contra os variados tipos de assédios morais, que por via é crime segundo o código penal.
Ademais, nesse cenário é implícito a guerra de todos contra todos. Nessa óptica, é visto que algumas pessoas fazem isso seja por que estão em busca de obter um cargo superior ou é natural da pessoa e eles também não refletem sobre seus atos levando a perpetuação dos assédios. Logo, uma das características da dinâmica no espaço de trabalho é justificado pela ideologia do filósofo Thomas Hobbes e pelo Zygmunt Bauman que diz a respeito que a sociedade é fluida, maleável e individualista, na qual as pessoas pensam só em si, praticando o mínimo de humanidade.
Portanto, de acordo com a posição tomada, cabe o Poder Público desenvolver planos de promoção de integridade da moral por meio de órgãos e profissionais competentes e, caberá os trabalhadores se conscientizar e agir de forma correta, isso tudo é para o combate ao assédio moral no ambiente de trabalho. Por fim, é provável que o local de serviço seja mais harmônico na qual os cidadãos saibam realmente se posicionar e quais são seus direitos e deveres e, o Estado assegurando o que é previsto nos direitos constitucionais dos trabalhadores.
EduardoLublasnki
A introdução está bem estruturada. Ela possui Ilustração do problema por meio de um comparativo e apresentação das causas (títulos dos argumentos).
Creio que na última linha você quis dizer SOBREPOR.
Na argumentação é dito que parte do problema são as fracas politicas mitigadoras, mas em vez de você mostrar essas fraquezas ou os dados que mostram que elas existem, como por exemplo um dado oficial revelando a ineficiência de tais políticas no combate ao assédio moral, você apresentou uma proposta de intervenção. Seria coeso com o primeiro parágrafo da argumentação por exemplo: De acordo com o panorama atual persiste esse tipo de violência não só entre adultos no trabalho mas ela é muito comum entre os jovens em ambientes como escolas e faculdades, lugares que formam as pessoas para o mercado de trabalho.
“Assim o FERIMENTO da moral”, isso ficou infantil. O termo assédio moral não ficaria redundante, pode usá-lo sem medo nesse caso.
Ademais não foi dito de forma objetiva como o estado poderia resolver o problema, apenas que ele deve resolver.
“Ademais, nesse cenário é implícito a guerra de todos contra todos”. Explique essa frase antes de tirar a conclusão do argumento com o “Nessa ótica”.
” ou é natural da pessoa e ELES também não refletem sobre seus atos levando a perpetuação dos assédios”. ELES quem? Além disso ” eles também não refletem sobre seus atos levando a perpetuação dos assédios”, não explica ou exemplifica claramente “tendência do ser humano de se sobrepõe um ao outro” ou a “Ademais, nesse cenário é implícito a guerra de todos contra todos” que é a tese do argumento em questão.
“uma das características da dinâmica no espaço de trabalho é justificado pela ideologia do filósofo Thomas Hobbes e pelo Zygmunt Bauman que diz a respeito que a sociedade é fluida, maleável e individualista, na qual as pessoas pensam só em si, praticando o mínimo de humanidade”. Isso ficaria perfeito como explicação/desenvolvimento desse argumento no lugar de “Nessa ótica…”
” caberá os trabalhadores se conscientizar e agir de forma correta”. “aos trabalhadores” fica mais correto
” cabe o Poder Público desenvolver planos de promoção de integridade da moral por meio de órgãos e profissionais competentes” muito boa proposta mas que órgãos devem fazer isso?
“caberá os trabalhadores se conscientizar”. Como?
“posicionar e quais são seus direitos e deveres e, o Estado assegurando”. muitos “e”. Além disso “o Estado assegurando”? Acho que você quis dizer Assegure.
-A estrutura da argumentação e conclusão está correta; a introdução e argumentação apresenta forte base encima de ícones do conhecimento; e há poucos erros de ortografia.