Analfabetismo no Brasil

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A Constituição Federal de 1988, documento mais importante do país, em seu artigo 205 garante que a educação é direito de todos e dever do Estado e da família garanti-la. Fora de uma visão utópica, é evidente que, mesmo no século XXI, a realidade brasileira não é essa. É fato público e notório que a desigualdade social e o desinteresse dos estudantes agravam o problema do analfabetismo em solo brasileiro.
 Em primeira análise, de acordo com dados fornecidos pelo IBGE, sete em dez brasileiros não sabem decodificar informações que lhes foram dadas. Decerto, é destacado que historicamente, as pessoas que moram em favelas, não tiveram acesso à educação de qualidade no lugar onde vivem. A esse respeito, vê-se que nessas comunidades, o subsídio fornecido pelo Governo Federal às escolas públicas não garante que os alunos serão alfabetizados, diferente dos que estudam em escolas particulares em outras regiões.
 Ademais, o fato dos mesmos não gostarem de frequentar as aulas, na maioria das vezes falta-las, quando comparecem, atrapalham os professores e os outros colegas, com certeza gera mais imbróglios em sentido à aprendizagem do indivíduo. ”A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”, essa citação do ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, deixa claro o quão importante é o estudar. Todavia, essas pessoas parecem não saber disso, e isso precisa mudar.
 Portanto, é necessário pensar em medidas para amenizar o quadro atual. Para que os dados fornecidos pelo IBGE em que 70% da população brasileira é analfabeta funcional diminua, urge que o Ministério da Educação faça com que esses estudantes de escola pública tenham interesse e o prazer em aprender, por meio de campanhas como o Escola da Família, programa esse que une o esporte com os estudos, também é dever do Estado garantir que as instituições forneçam estrutura básica nas salas de aula para todos. É importante que isso ocorra, em razão de um futuro próspero para a nação. Dessa forma, a visão utópica da Constituição Federal, pode se tornar a realidade brasileira em que a grande maioria da população seja alfabetizada.

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5 Correções

  1. Olá, é um redação bem interessante. Começando pela introdução, na minha opinião faltou evidenciar a sua tese e os argumentos que você vai desenvolver depois. O primeiro parágrafo do desenvolvimento é bom e eu gostei do argumento; o início do segundo é um pouco confuso porém depois você o desenvolve bem. A conclusão no geral é boa, uma dica que eu posso dar é pra não adicionar novos dados estatísticos nesse momento, o ideal é só retomar o que já tinha dito, até por isso a retomada da Constituição é bem legal.

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  2. sua redaçao esta boa, mais pode melhorar. na introdução ficou rasa.. falta a tese a ser tratada nos desenvolvimentos.
    os argumentos estao rasos e nao se falam entre si… aprofunde mais!!!
    a conclusão está ok, ao meu ver. (so achei bem grande).
    enfim é isso!!!!!! boa sorte e continue praticando!!

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  3. O texto como um todo é bom, transmite a ideia que quer passar, entretanto na introdução a tese não está clara, você só fala do analfabetismo nas últimas palavras.
    Os argumentos apresentados no desenvolvimento estão ralos, aprofunde mais.
    Gostei da conclusão e da parte que você fecha o texto falando da constituição, já que citou ela na introdução.

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  4. Na minha análise essas seriam as suas notas. Sou novo aqui então sugiro você se baseie nas outras correções também.

    C1 – NORMA CULTA – 160
    C2 – COMPREENSÃO DA PROPOSTA, ADEQUAÇÃO AO GÊNERO E REPERTÓRIO SOCIOCULTURAL – 200
    C3 – ARGUMENTATIVIDADE – 160
    C4 – COESÃO TEXTUAL – 160
    C5 – PROPOSTA DE INTERVENÇÃO –200
    TOTAL – 880

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  5. O seu texto não apresenta uma tese clara na introdução, a tese é composta por dois principais argumentos norteadores da sua argumentação, é importante para que você aborde sucintamente o que seria abordado nos dois próximos parágrafos de desenvolvimento. E então, depois de ter inserido na introdução a sua tese, você deveria ter desenvolvido esses argumentos, inserindo fatos e dados e sempre direcionando de acordo com o seu ponto de vista.
    Os argumentos, ainda que adequados, são às vezes superficiais, sem conexões entre eles. Promova um raciocínio consistente do começo ao fim do texto. Mas é uma abordagem inteligente.

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