Promulgada pela ONU em 1948, a declaração universal dos direitos humanos assegura que todos os indivíduos possui direito à segurança e ao bem-estar social. No entanto, a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira, impossibilita que essa parcela desfrute desse direito universal na prática. Nesse contexto, dois aspectos fazem-se relevantes: Fatores histórico-sociais e ineficiência governamental.
Historicamente, a mulher sempre foi vista por muitos homens como seu objeto de uso particular, tendo assim, sua vida limitada ao âmbito familiar, além de possuírem liberdade restrita e serem tratadas como cidadãs inferiores, como por exemplo na Grécia antiga. Tal pensamento, fez com que ocorresse a subjugação da mulher, juntamente com atos de violência a ela direcionados. Devido essa postura machista da sociedade, o Brasil ainda não conseguiu se desagregar da herança de visões patriarcais.
O filósofo Jean-Paul afirmou que: “Toda violência, independente de como ela se manifestar, é sempre uma derrota”. O país possui diversas leis para combater à violência contra esse gênero. A Maria da Penha, em 2006, e a do Feminicídio, em 2015. Entretanto, muitos problemas dificultam a resolução desse impasse. Por falta de existirem poucos serviços especializados para atendê-las, e somente 30% dos processos de violência doméstica são julgados, sendo que o restante acaba sendo arquivado e os culpados impunes. Portanto, essas são alvos de torturas psicológicas e abusos sexuais em diversos locais, como em casa e no trabalho.
Por todos esses aspectos, medidas fazem-se necessárias para solucionar essas adversidades. É dever do governo promover políticas e iniciativas eficazes que abordem todos os fatores de risco subjacentes à agressão, criando e intensificando leis para aumentar punições aos agressores, e assim acolher, apoiar e libertar as mulheres do ciclo de violência. Ademais, é preciso que as instituições de educação destaquem a igualdade de gênero, por meio de palestras e produções culturais para prevenção dessa persistência à violência. Como alega o filósofo Immanuel Kant: “O homem é aquilo que a educação faz dele”.
Camilaexpedita
Uso da vírgula após “sociedade brasileira” se faz incorreta, pois separa sujeito e verbo.
Muito bom como apresentou seus tópicos frasais e em seguida discorreu sobre eles nos parágrafos de desenvolvimento.
Ao citar a Grécia antiga fez com que o leitor não ficasse “perdido no tempo”, parabéns.
Eu, particularmente, gostei muito das citações filosóficas pra defender suas ideias sobre violência e educação.
E ao falar sobre as medidas para resolver o problema, citou tanto meios diretos, trabalhando em cima do problema em questão, quanto meios “indiretos”, destacando a educação como forma de previnir tal problemática.