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POR FAVOR DEEM NOTA! (eu corrigo de volta)
VivianJordâniaCastrodeOliveira
Oi, espero te ajudar. Na introdução você começou super bem, mas a partir de 'porém...", desandou muito na questão da coerência textual, o sentido ficou disperso, tipo, 'apenas inofensivos" não precisava do 'apenas', classes sociais e grupos menos favorecidos ficou super delimitado a só esse tipo deLeia mais
Oi, espero te ajudar.
See lessNa introdução você começou super bem, mas a partir de ‘porém…”, desandou muito na questão da coerência textual, o sentido ficou disperso, tipo, ‘apenas inofensivos” não precisava do ‘apenas’, classes sociais e grupos menos favorecidos ficou super delimitado a só esse tipo de assunto, precisava ter citado como “negros, religiosos…” . Use mais termos formais, está muito informal em algumas partes.
Suas palavras estão sendo muito repetidas, além de novamente ter palavras do dia a dia, NÃO PODEEE, a redação precisa ter um pouco de sua opinião, mas não todo o texto.
No D2 você fez uma pergunta e não respondeu, isso não pode acontecer, se você usa uma pergunta precisa conter a resposta.
A pontuação precisa ser revisada. Em minha opinião, te daria 580 em sua redação, espero de coração ter ajudado.
O preconceito linguístico e seus efeitos em discussão no Brasil. (Se puderem dar nota, estarei agradecida)
VivianJordâniaCastrodeOliveira
OI, tentarei te ajudar. No primeiro parágrafo você usou dois sinônimos se referindo ao mesmo assunto. Nesta edição de 2021. Poderia ter citado o "sotaque", ajudaria também. A relação da norma culta está pouco inserida no seu texto, a relação de concordância também. Na minha opinião a nota é 680, espLeia mais
OI, tentarei te ajudar.
See lessNo primeiro parágrafo você usou dois sinônimos se referindo ao mesmo assunto.
Nesta edição de 2021.
Poderia ter citado o “sotaque”, ajudaria também.
A relação da norma culta está pouco inserida no seu texto, a relação de concordância também.
Na minha opinião a nota é 680, espero ter ajudado.
A falta de empatia nas relações sociais no Brasil
VivianJordâniaCastrodeOliveira
- Preste atenção na ortografia e nos seus argumentos, generalize menos e foco em argumentos sólidos. Você detalhou muito sobre o caso do Big Brother, algo que não é relevante para a redação. perdeu o foco do tema e expos outras perspectivas. Responda todas as perguntas na solução( Quem?, O quê?, ComLeia mais
– Preste atenção na ortografia e nos seus argumentos, generalize menos e foco em argumentos sólidos.
See lessVocê detalhou muito sobre o caso do Big Brother, algo que não é relevante para a redação.
perdeu o foco do tema e expos outras perspectivas.
Responda todas as perguntas na solução( Quem?, O quê?, Como? e Para que?) , elaborando de forma clara e simples o que você propõe para resolver o problema.
nota 640
Os desafios para manter um sistema de saúde pública no Brasil.
VivianJordâniaCastrodeOliveira
A Carta Magna Brasileira de 1998 – Também conhecida como constituição cidadã – afirma ser direito de todos O* acesso à saúde, e dever do Estado gara*N*tir a tod*A* a sua população *O* acesso universal e igualitário a seus serviços e ações. Contudo, a realidade deturpar a teoria, uma vez que boa partLeia mais
A Carta Magna Brasileira de 1998 – Também conhecida como constituição cidadã – afirma ser direito de todos O* acesso à saúde, e dever do Estado gara*N*tir a tod*A* a sua população *O* acesso universal e igualitário a seus serviços e ações. Contudo, a realidade deturpar a teoria, uma vez que boa parte da população não tem acesso os seus serviços, seja pela falta de equipamentos ou profissionais capacitados, isso evidência uma série de desafios para manter uma saúde pública de qualidade. Nesse sentido, convém analisar as causas e consequências desse impasse na sociedade brasileira.
É indubitável que a questão Constitucional e sua aplicação estejam entre os fatores que agrava tal problemática. Isso se evidencia pelo estado precário do Sistema Único de Saúde (SUS) espalhado em todo território brasileiro que sofre com a péssima infraestrutura, a falta de médicos, medicamentos e equipamentos para possibilita as consultas e atendimento. Consequentemente, à população de baixa renda que mais necessita desses serviços se veem forçadas a voltarem para casa ou arcar com valores altíssimos em hospitais particulares, que, muitas vezes são incapazes de pagar tal valor. Como afirma Montesquiel, “A injustiça que se faz a um é uma ameaça a todos”. Ou seja, a impossibilidade dos cidadãos acessarem um serviço de saúde de qualidade fere seus direitos garantido pela Constituição.
Somado a isso, com o final da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que retirou R$40 bilhões anuais do orçamento do Ministério de Saúde. Isso faz com o Estado não proporcione os recursos suficiente para prove um sistema de saúde pública à todos, o que alimenta uma desigualdade sobre o acesso ao SUS que fica restrita a uma pequena parcela da população. Essa realidade vai contra os princípios do SUS que são: universalidade, equidade e integralidade. Logo, é imprescindível à atuação estatal para supera esse obstáculo.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para manter um serviço de sauÚde pública que abraNge toda a população. Sendo assim, é necessário que o Tribunal de Contas da União, direcione capital que, por intermédio do Ministério da Saúde será revertido na melhoria da infraestrutura dos postos, na compra de medicamento e matéEriaIs hospitalares. Ainda cabe ao Governo Federal à criação de projetos como – o Mais médico – disponibilizaNdo profissionais para atender e oferecer os mais variados serviços para suprir as necessidades da população mais carente. Outras medidas devem ser tomadas, mas, como disse Oscar Wilder ‘o primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação”.
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