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empatia em tempos de crise
LiviaPinto
Olha, não sou profissional, mas vou te dar a devolutiva com algumas modificações que eu julgo necessárias e as respectivas justificativas entre parênteses, ok?! Nos dias atuais, é vivenciada (o verbo deve estar em concordância com 'crise', que é um substantivo feminino) uma crise global causada peloLeia mais
Olha, não sou profissional, mas vou te dar a devolutiva com algumas modificações que eu julgo necessárias e as respectivas justificativas entre parênteses, ok?!
See lessNos dias atuais, é vivenciada (o verbo deve estar em concordância com ‘crise’, que é um substantivo feminino) uma crise global causada pelo Coronavírus. Pessoas de todas as classes, da alta até as mais pobres estão sentindo os impactos do novo vírus. Diante de tal situação, é perceptível ações empáticas e também individualistas, portanto (conectivo que indica conclusão extraída a partir de uma observação) se faz necessário discutir esses dois fatores.
Em primeiro lugar, é notável (evite repetições de palavras, o termo perceptível já foi usado previamente) que o ser humano dentro da sociedade moderna, na qual (só use onde para referir-se a espaços físicos) todos e todas estão sempre ocupados, demostram individualidade e dificuldade em se colocar no lugar do outro. A comodidade de sempre estar na bolha social e não se preocupar com o que acontece com os demais (evite repetições de palavras), pelo fato de não estar sendo afetado, está presente no cotidiano. O exemplo mais recente foi a corrida aos supermercados zerando estoques de papel higiênico diante da pandemia de Coronavírus, além da busca frenética pelo álcool em gel e por máscaras, acarretando problemas para muitos que precisam se proteger mais efetivamente, sem falar naqueles que tentam lucro fácil em plena crise.
Em segundo lugar, de acordo com a professora canadense Anita Nowak, “sem a empatia a raça humana não teria condições de sobreviver’”. apesar de situações individualistas claras, a humanidade mostrou que ainda não cessou com a empatia: pessoas do mundo todo se demonstraram (evite repetições de palavras) dispostas a ajudar aqueles (além de economizar espaço, você evita repetir o termo pessoas) mais necessitados. A reflexo disso, em muitos condomínios moradores mais jovens e fora do grupo de risco se propuseram a fazer compras para pessoas idosas que seguindo as recomendações de prevenção da Organização Mundial de Saúde- OMS, não podem sair de casa. Ainda, vários indivíduos tem desenvolvido ações para driblar o tédio dos demais. Como no caso de um italiano que improvisou uma discoteca na varanda de sua casa para os vizinhos.
Portanto, é preciso que haja (HAJA- verbo haver / AJA- verbo agir) um maior incentivo para que ocorram mais ações empáticas do que individualistas.Assim sendo, é necessário (evita a repetição de frases) que a Mídia use os meios de comunicação para realizar campanhas a fim de apresentar e fortalecer a empatia em cada ser humano e divulgar o trabalho já feito por várias Ongs que tem a finalidade de ajudar ao próximo, para garantir maior colaboração e participação. Dessa forma, o Brasil terá uma sociedade livre da bolha do individualismo, composta por cidadãos ( os verbos não concordavam com sociedade, logo você teria 2 opções: flexioná-los para que passassem a concordar ou adicionar um novo sujeito a eles, que foi oque eu fiz) que compreendem, se colocam no lugar e dispõem-se em solucionar as situações difíceis do outro.