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Desvalorização do SUS
bicodeviuva
✔️ Olá, Amigo vestibulando. Vamos para mais uma correção , detalhes e pontos que vamos buscar melhorar. ✔️INTRODUÇÃO: (Contextualização) (Problematização) (Exposição de(as) tese(s). 👉Sua introdução consegue introduzir bem uma temática. Consegue-se ver uma contextualização e problematização: ''o SistLeia mais
✔️ Olá, Amigo vestibulando. Vamos para mais uma correção , detalhes e pontos que vamos buscar melhorar.
See less✔️INTRODUÇÃO: (Contextualização) (Problematização) (Exposição de(as) tese(s).
👉Sua introdução consegue introduzir bem uma temática. Consegue-se ver uma contextualização e problematização: ”o Sistema único de saúde (SUS) vem sendo pouco valorizado nos últimos anos,mas com a pandemia do Covid – 19 vem provando sua importância para a sociedade brasileira.”
👉Todavia, é preciso que você exponha suas teses diante essa afirmação. O que faz contribuir para isso ?
👉É justamente isso que você deve defender no seu texto, diante tudo que antes você escreveu. Pensando nesse sentido, o projeto de texto ajuda bastante a lidar com essa ideia. Por isso, desenvolva projetos de textos, é essencial para escrever um bom texto.
✔️DESENVOLVIMENTO / ARGUMENTAÇÃO / DEFESA DA TESE OU PONTO DE VISTA:
👉Esta evidente que você sabe se posicionar e expor isso. Porém, além de apresentar uma afirmativa em favor do seu ponto de vista, se há a necessidade de legitima-lo por meio de repertório sociocultural. Um dado estáticos governamental e das próprias secretárias de saúde , Vozes de médicos envolvidos na mídia. Coisas desse tipo e muito além.
👉Para fazer isso, é necessário fazer escolha(s) de argumento(s) para o(s) qual(is) você tiver repertório. E mais uma vez, projeto de texto é essencial para lidar com isso.
✔️INTERVENÇÃO. A FAMOSAAAAAAA C5 !!! :(AGENTES?) (MODO/MEIO?) (AÇÂO E DETALHAMENTO?)
👉 Ação e agente são as únicas estruturas encontradas na sua redação. Buque encaixar essas estruturas em seu texto. Para isso, é necessário escolher argumentos pensando em suas futuras intervenções. Coisa que só se faz com PROJETO DE TEXTO !!!
✔️ Bom amigo, então foi isso. Espero que tenha gostado desse estilo de correção mais direta. Porém, procure refinar ainda mais suas habilidades de pontuar e acentuar, bem como escrita das palavras. Textos promissores não podem se perder em em meio a multidão por causa das bases e fundamentos !!!
—————————————————- NAMASTÊ ——————————————————-
A desvalorização do pensamento científico no Brasil
Mr.Crozma
Muito bom o texto, domínio pleno da norma culta e da estrutura dissertativo-argumentativa, uso diversificado de conectivos, ahh seguramente via tirar de 900 no Enem. Uma preocupação que eventualmente você possa ter é se essa perfomance no treino será minimamente replicada com um tema desconhecido eLeia mais
Muito bom o texto, domínio pleno da norma culta e da estrutura dissertativo-argumentativa, uso diversificado de conectivos, ahh seguramente via tirar de 900 no Enem.
Uma preocupação que eventualmente você possa ter é se essa perfomance no treino será minimamente replicada com um tema desconhecido e com todos os limites temporais que a prova impõe.
Faço essa observação porque dificilmente alguém memoriza a Constituição para citar especificamente os artigos não tão badalados do final dela, pelo menos não com tanta precisão, o que me faz imaginar – sem te desrespeitar – que você pode ter consultado a Constituição, ou ter esse hábito, e aí a única sugestão que me cabe é dizer para que você tente simular as condições do Enem, se já não faz isso.
É completamente possível memorizar esses artigos, só que se alguém lhe recomendou isso, eu particularmente vejo como exagero, dá pra citar esses valores cidadãos da Constituição sem mencionar o artigo específico.
Ah, já ia me esquecendo: procure dar um desfecho à sua conclusão. A conclusão propositiva ainda é uma conclusão, é forma de conclusão. Retomar a ideia da tese é uma função do último parágrafo.
De resto, sua redação beira o mil, não tenho muito o que acrescentar e torço para que na hora da prova você consiga produzir algo bem parecido com isso. Portanto, tome todas as precauções para ter esse repertório com os mais variados tipos de temas.
Pa-ra-béns!
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Vitormo.rais
parabéns pela redação ficou muito boa , a introdução com um filme faz o leitor saber oque é tratado o tema , a sua tese foi bem colocada , mais não era necessário colocar um dado estatístico no começo dela , pois é muito bom colocar dois problemas a serem tratados pelo tema pedido , o primeiro problLeia mais
parabéns pela redação ficou muito boa , a introdução com um filme faz o leitor saber oque é tratado o tema , a sua tese foi bem colocada , mais não era necessário colocar um dado estatístico no começo dela , pois é muito bom colocar dois problemas a serem tratados pelo tema pedido , o primeiro problema seria no desenvolvimento 1 e o segundo problema colocaria no desenvolvimento 2 no terceiro parágrafo, enfim aquele dado que você colocou na introdução , que seria sobre a pesquisa do IBGE , eu recomendo você colocar no argumentos 1 ou o 2 , pois você já utilizou o filme como repertorio, assim sempre tenha em mente ter quatro repertórios para utilizar em cada parágrafo, mais ficou muito boa uma nota alta você tiraria no ENEM.
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Vitormo.rais
sua redação está excelente , na introdução ficou claro onde estava seu posicionamento , usando um filme como o entrar para o tema , foi uma bela escolha , mais não esqueça que sua tese tem quer vir com o intuito de convencer quem está lendo sobre o tema a ser tratado , o segundo e o terceiro parágraLeia mais
sua redação está excelente , na introdução ficou claro onde estava seu posicionamento , usando um filme como o entrar para o tema , foi uma bela escolha , mais não esqueça que sua tese tem quer vir com o intuito de convencer quem está lendo sobre o tema a ser tratado , o segundo e o terceiro parágrafo ficou muito bom , usou dados para mostrar seu conhecimento , e defendeu seu ponto de vista tratado na tese .
See lessNa conclusão ficou boa também , usou uma proposta de intervenção , dando soluções para resolver o problema da fome no Brasil , só não se esqueça que na proposta de intervenção é dada pelos agente : Quem vai fazer , oque vai fazer, porque vai fazer, por meio de que vai fazer , e o detalhamento no final sobre a proposta que tu colocou , no final você reforçou o filme na introdução gostei muito , essa redação com certeza seria uma nota 1000, parabéns.
O COMBATE DA IGNORÂNCIA SOBRE A SAÚDe
Mr.Crozma
Uma rápida comparação entre os seus últimos tetos demonstra a tua evolução e eu espero que esteja se orgulhando desse caminho que está trilhando. Durante esse tempo, sua redação sempre sofreu por ter poucas palavras. Na sua primeira, 135 palavras; na segunda, 165; na terceira, 177; na quarta, 148; nLeia mais
Uma rápida comparação entre os seus últimos tetos demonstra a tua evolução e eu espero que esteja se orgulhando desse caminho que está trilhando.
Durante esse tempo, sua redação sempre sofreu por ter poucas palavras.
Na sua primeira, 135 palavras; na segunda, 165; na terceira, 177; na quarta, 148; na penúltima, 203; e nessa, 213.
Não sou lá tão incompetente nas contas e consigo perceber a tua evolução, tu quase dobrou em número de palavras esse ano, e só por isso já merece os parabéns.
Uma redação Enem costuma ter, no mínimo, 300 palavras (10, 12 palavras por linha), e isso acontece porque o Enem é muito estático, dá um caminho muito óbvio e, consequentemente, todas as frases têm uma função específica e pré-determinada dentro do texto, e eu vou tentar explorar cada uma no seu texto, sem fazer análise de norma culta, porque é a sua prioridade nesse momento (se o foco for o Enem, é claro – EsSa é outra parada…)!
Recomendo que não leia ansiosamente, isso aqui é mais uma aula baseada na sua redação do que uma correção! É o que eu faço há muito tempo fora daqui.
Bora lá,
(1) Mediante a um surto de varíula, por conta do precário sistema de saúde, o Estado do Rio de Janeiro viu-se com um grande problema pois, a população se negava a tomar as medidas cabíveis, fazendo com que ocorresse a Revolta da Vacina.
(2) De maneira análoga, tal fato histórico assemelha-se ao atual cenário brasileiro…
(3)a medida que a maioria da população não tem acesso a educação, e consequentemente não obtêm as informações necessárias para viver de maneira saudável.
1 – Aqui você apresentou a contextualização, muito apropriada ao tema, a Revolta da Vacina é um contexto clássico e inevitável de mencionar num tema como esse. Aqui você demonstrou que entendeu o tema, que você está falando a mesma língua do corretor. A várias maneiras de apresentar/contextualizar um tema, e você usou a técnica da Introdução histórica, apontando um fato histórico que bem representa o tema. Se você tiver que enfrentar um tema para o qual não tenha um fato histórico a abordar, saiba outras maneiras de apresentar o tema, nem que seja o tradicional “Muito/Pouco tem se discutido sobre o tema x”, que nem de longe é tão legal quanto o histórico, mas que te faz cumprir essa primeira função de mostrar pro corretor que vc e ele estão falando a mesma língua.
2 – Aqui está a sua tese/opinião. É importante deixá-la bem clara, bem explícita, porque é a ela que você sempre vai se referir na argumentação. A argumentação serve para sustentar a tua opinião. A tese costuma vir numa frase em separado, bem curta, direta, objetiva, demarcando o seu ponto. Nesse caso específico, caberia incluir um “lamentavelmente”, um “infelizmente”, pra enfatizar o seu posicionamento; seu posicionamento é um adjetivo, uma característica que você dá ao debate (da vacina, no caso). Pra você, o que eu entendo a partir disso, é que você defenderá que nós estamos repetindo os mesmos erros do passado, e até espero ler de você, lá na conclusão, que a gente precisa aprender com esses fatos bem básicos que marcaram a nossa história como sociedade brasileira.
3 – Já aqui, e talvez você não esteja familiarizado com estas palavras, estão os seus “fios soltos”. O que são os fios soltos? É importante lembrar que “texto” vem da palavra têxtil, que nos remete a tecido. Cabe, então, a analogia com costuras: escrever um texto é costurar. Dessa analogia, a gente pensa algumas coisas. Quando a costureira começa o seu trabalho, ela sai costurando aleatoriamente ou ela sabe exatamente como vai cruzar os fios e como ela quer que acabe a sua costura? Então, a ideia dos fios soltos é essa: você deixa ideias no final do 1º parágrafo para poder conduzir a sua argumentação. Nos fios soltos, ficam os indícios do que você planeja desenvolver/argumentar. A função deles é mostrar pro leitor que você tinha um projeto de texto, que você começou a escrever já tendo uma ideia de como ia terminar, passando essa ideia de costuteiro profissional. Portanto, eu posso imaginar que seus argumentos para justificar a opinião de “Erros históricos que estão se repetindo” sejam:
I – Falta de acesso à educação; II – Falta de informações
O ideal, então, é que seu primeiro parágrafo de desenvolvimento trate dessa questão do acesso à educação, que está ainda não está bem explicada e pode ser desenvolvida: por que a falta de educação causa essa repetição de erros?
Da mesma forma, no segundo parágrafo, espera-se que você responda à mesma pergunta: por que a falta de informações gera essa Revolta da Vacina 2.0?
Vamos a eles:
(1) Para o sociólogo francês Émile Durkiem o indivíduo só poderá agir a medida que aprende a indentificar o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que depende.
(2) Mostrando assim, a importância de um bom sistema educacional, e que o mesmo, atinga a todos.
1 – Aqui você já está pulando algumas etapas que não precisa pular.
Quero apresentar-lhe, então, o Tópico Frasal. TF, pra poupar caracteres.
O TF é o resumo da ideia do parágrafo. Faz mais sentido falar de TF no Desenvolvimento porque tudo o que a gente for escrever no parágrafo do Desenvolvimento vai remeter a ele. Isso porque o TF é o argumento propriamente dito!
Sabe aquele fio solto? Então, você vai pegar o seu fio mais fraco e vai usá-lo como primeiro argumento. A explicação para isso é que você tem que mostrar ao corretor que não saiu inventando um segundo argumento, e isso vai gerar uma Gradação Dissertativa, ou seja, seu texto, em tese, vai se tornando mais interessante a cada parágrafo (o 2º é mais cativante que o 1º; o 3º prende ainda mais atenção que o 2º; e a conclusão é o ápice, é a chave de ouro). Isso tudo é teoria de um texto perfeito, que nem sempre dá certo, mas o que der aplicar você aplica!
O que significa “usar o fio solto como argumento”? Pois muito bem, é a repetição da ideia mais aprimorada.
Explico: ao invés de já adiantar todo o argumento no fio solto, dizendo que “à medida que a maioria da população não tem acesso a educação”, você pode terminar o seu fio solto com INDÍCIOS: “assemelha-se ao atual cenário e isso pode ser explicado por fatores educacionais e informacionais”.
Aí você chega no segundo parágrafo e começa:
“Em primeiro lugar, é importante destacar que a maioria da população não acesso a um bom sistema educacional.”
Pronto, tá aí um Tópico Frasal do primeiro argumento, é o seu argumento! A partir do Tópico Frasal é que você vai desenvolver o parágrafo.
O que você fez aqui você sair pulando essa etapa, e aí você pode ficar meio perdido: “estou desenvolvendo que ideia?”
Ora, a partir da definição de qual argumento você quer desenvolver, surgirão várias estratégias de desenvolvimento que você explorar, incluindo a citação/argumento de autoridade.
É interessante pensar que a maneira mais sólida e elementar de toda discussão que a gente tem na vida é pela exploração de causas e efeitos – isso aqui é uma estratégia argumentativa!
Quando alguém te dá uma opinião estranha, qual é são as perguntas? “por quê?”, “e daí?”. Ora, o que essas perguntas fazem é procurar causas e efeitos, que você pode fazer consigo próprio.
Por que a falta de acesso à educação explica “o atual cenário brasileiro”? Aí você vai responder numa segunda linha desse parágrafo:
“Isso porque, segundo o sociólogo francês Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir à medida que aprende a identificar o contexto em que está inserido, a saber: quais são suas origens e as condições de que depende.”
A ideia, porém, é que você preencha o argumento com o máximo de “por quê?” e “e daí?” que você puder. Por que Durkheim faz sentido? Ou: por que ele tem que identificar o ser humano precisa identificar o seu próprio contexto? A resposta quem tem que dar é você, eu nunca li Durkheim, citaria Paulo Freire ou Edgar Morin kkkkk
Após explorar as causas, trabalhar a citação, o natural é pensar nas consequências, nos efeitos, no “e daí”:
“Logo, evidencia-se a importância da educação e, por consequência, a necessidade de se enfatizar o estudo do passado brasileiro” – esse final é natural, obrigatório, cada final de parágrafo argumentativo retoma a tese, fecha o ciclo reafirmando a sua posição do primeiro parágrafo. Por isso que a tese é tão importante, ela alimenta a tua argumentação, dá sentido ao desenvolvimento.
E sobre o segundo argumento, aqui a gente o problema de não compreender o fio solto. Você falou de informação lá no primeiro parágrafo, aqui era pra trabalhar não exatamente a História, mas a mídia, a dificuldade que as redes sociais ou a própria mídia televisiva, as rádios, enfim, como essas mídias não dão conta de informar a população ou de combater as crenças populares que levam as pessoas a não se vacinarem. Eu suponho que eu não esteja falando de coisas que você não sabia falar.
Por que passou na sua cabeça citar “informações necessárias” lá no primeiro parágrafo? Você misturou os conceitos de informação e de estudo por que esqueceu de anotar como você queria argumentar? Ou não deu atenção o suficiente pra sua própria opinião – ora, como é que você forma a sua própria opinião sem argumentos mínimos?
Como já falei, argumentação é algo que já tá intuitivamente em nós, é o “por que tu pensa que o povo é mal educado?”, “Que que tem o povo não querer se vacinar?”
Numa discussão de bar tu consegue desenrolar uns argumentos e espero que tu fique mais à vontade pra explorá-los aqui. O que quis dizer é que se você sabe o que é Revolta da Vacina, você tem mais elementos pra discutir por 5 minutos sobre isso, e 5 minutos é o tempo de leitura de uma Redação Enem.
Siga caminhando nesse desenvolvimento das palavras, fica mais à vontade pra colcoar as suas próprias palavras, evite a ansiedade de sair falando as primeiras ideias que vêm à sua cabeça – é pra isso que serve o rascunho, pra você planejar, pra você não pular as etapas estruturais que cumprem funções no Enem.
O TF esclarece ao corretor qual é o argumento que você quer trabalhar naquele parágrafo.
O TF ajuda você a esclarecer as suas próprias ideias, pra não sair misturar um argumento com outro, sem tática, eu apresentei aqui a tática das causas e consequências. Se isso interessar a você, recomendo que procure conteúdos na internet que expliquem exatamente isto: estratégias argumentativas.
Espera-se 5 ou 6 linhas da sua Introdução, e você conseguiu cumprir essa expectativa porque cumpriu as funções da Introdução.
Agora cabe a você entender quais as funções de um parágrafo do Desenvolvimento. Aqui se espera umas 8 ou 9 linhas de você.
TF. Causa. Causa da causa. Consequência. Consequência da consequência.
Cada ponto é uma oportunidade de conectivos, aqui no Desenvolvimento você toca diretamente nas competências 2, 3 e 4. Já leu o Manual de Redação do Enem?
Você precisa lê-lo pra saber fazer uma redação Enem, mas você só saberá escrever uma redação Enem se souber explicar cada ponto desse Manual, e escrever sabendo o que cada competência exige otimiza muito os seus estudos.
Enfim, grandinho demais, não sei nem se você vai ler tudo isso, mas ficou grande porque senti que você precisava e merecia se inteirar um pouquinho das funções que o Enem exige no Desenvolvimento.
Aí tu foca nisso e depois tu procura saber sobre as funções da Conclusão. Bons estudos!
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Mr.Crozma
Nina fatal, Torço para que já tenha ido dormir e faça sentido o meu Bom dia! Eu vou implicar com as séries, tá bom? É que elas parecem um recado: "eu não vou explicar as causas porque a série já explicou", e a referência cultural não te abstém de explicar as causas, os cenários mais relevantes pra dLeia mais
Nina fatal,
Torço para que já tenha ido dormir e faça sentido o meu
Bom dia!
Eu vou implicar com as séries, tá bom?
É que elas parecem um recado: “eu não vou explicar as causas porque a série já explicou”, e a referência cultural não te abstém de explicar as causas, os cenários mais relevantes pra discussão que você quer propor.
Por exemplo, a série 13 reasons why. Ela traz um caso a partir do qual você pretende fazer um raciocínio indutivo, só que uma indução pede mais premissas, mais exemplos; o debate sobre “o bullying necessariamente traz suicídio? O caso específico é puramente explicado pelo bullying?”, e veja que estamos falando de uma ficção, em que não se pode fazer uma análise concreta, daí que esses debates ficam suspensos e o argumento se enfraquece. Da mesma forma, sobre o primeiro argumento: como posso concluir que há exposição crescente de pessoas na internet a partir do caso do filme citado?
Perceba, então, que o filme tem valor de exemplo, não de premissa. Exemplo a gente coloca depois da nossa explicação, certo?
O exemplo é complicado de trazer porque ele ocupa muito espaço, você ocupa uma frase inteira praticamente, e tentar reduzir esse espaço da citação, para que caiba uma abordagem com as suas próprias palavras, num enfrentamento mais completo a esses contra-argumentos, transformando a sua indução, que é complicada de fazer – mas audaciosa, bonita, admirável de tentar -, transforme-se em dedução, que é um raciocínio mais seguro, sem esses riscos que eu tentei explicar e não sei se consegui.
Vê, tem algo que chateia os professores de literatura, que é essa troca da leitura pelos filmes, essa cultura mais imagética do que linguística, que vai na direção da crítica de Fahrenheit 451. Então, apenas peço que inclua mais das suas palavras na premissa para que não passe a ideia de que o pensamento não é seu, de que o exemplo é o argumento!
Me perdoe por isso, eu adoro ler referências culturais na redação, talvez não tantas numa só, e até me preocupo de você ter tantas referências nessa tema, espero que você esteja bem!
De resto, ótima redação, alguns erros de gramática que descontariam uns 40 pontos; tem essa insuficiência argumentativa que imagino tirar mais 40 da C2; na competência 3 também consigo ver alguns problemas de autoria com a substituição do argumento pelo cinema, mas há indícios de autoria com filmes mais inesperados; C4 é difícil perder ponto, tem que se esforçar muito kkkk; C5, meus 200 e meu obrigado pelo desfecho simples, coerente e bonito, deu vontade até de aumentar alguns pontinhos das competências aí pra chegar a 900; vai, 180 pra C1, beleza?
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Mr.Crozma
Boa, senhorita música angelical! A conta não está fechando. Ao mesmo tempo em que você recebe uma preparação para texto dissertativos não Enem, você está colocando propostas de intervenção. Há três possibilidades. 1) Seus professores estão te preparando para vestibulares particulares e não para o EnLeia mais
Boa, senhorita música angelical!
A conta não está fechando. Ao mesmo tempo em que você recebe uma preparação para texto dissertativos não Enem, você está colocando propostas de intervenção. Há três possibilidades.
1) Seus professores estão te preparando para vestibulares particulares e não para o Enem, talvez porque a faculdade que você queira não aceite Enem e você não saiba;
2) Você não está conseguindo identificar um tema Enem para estudar;
3) Você sabe que está fazendo tema não Enem, mas não sabe como concluir sem propor.
No primeiro caso, por você ser aparentemente de uma cidade pequena, é importante saber bem qual é o vestibular que vc vai fazer e qual é o vestibular para que os seus professores estão preparando a sua turma; pode ser inútil treinar temas assim visando o Enem, esse tema pede exposição, ou seja, não é sequer argumentativo, e aí propor uma solução nos moldes do Enem é tornar estranha a conclusão, meio que deslocada.
No segundo caso, e eu acho que já falei isso anteriormente, temas Enem pedem problematização imediata, defesa/tese problematizante, para que se possa propor um debate no sentido de destacar a importância do debate e trazer um caminho de solução no final. “Para relembrar” não provoca nenhum debate propositivo, você discordar e dizer que deve-se esquecer o Nazismo, mas quando voce tem dois posicionamentos muito distintos, e um deles não exige proposta, já que não propõe um problema, considere-o não Enem.
No último caso, há algumas formas de concluir o texto bem mais agradáveis que a forma chata do Enem, incluindo a forma de concluir propondo uma solução não detalhada!
As outras cinco são:
– A conclusão com Ressalva (depois de tudo o que você disse ao longo do texto, você traz uma exceção, um elemento-surpresa)
– A conclusão Reflexiva (você termina o texto com uma pergunta e quem vai responder mentalmente é o leitor, enfim, fazendo uma reflexão)
– A conclusão Irônica (em temas menos pesados que esse, óbvio, cabe uma ironia pra reafirmar o que disse em tom mais incisivo)
– A conclusão com Referência Cultural (você termina citando um cantor, um autor de livro que enfatize todo o seu posicionamento sobre o tema) e
– A conclusão Metafórica (é o que o próprio diz, você pega um exemplo Mitológico e faz uma comparação, por exemplo)
Se o seu colégio está pedindo temas não propositivos, é porque ele quer ver você explorando as formas de concluir que o Enem tem matado ao longo dos anos, essa conclusão propositiva é muito chata, entra um zero de criatividade ali, e seu professor pode estar revoltado com essas formas de conclusão tediosas, protocolares.
Uma prova de que esse não é um tema Enem é que seu professor deve corrigir de 0 a 10, não de 0 a 1000, e eu daria um 9 só por causa da conclusão, porque tá muito boa pra um vestibular de dissertação expositiva!!
Conversa sobre isso comigo, tem algo errado nesses temas.
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Mr.Crozma
Nossa, essa é a segunda redação que eu leio aqui com essa estrutura, isso me faz desconfiar que tem alguém ensinando assim. Eu gostaria até de saber quem tá fazendo isso, porque o método de causas e consequências é método de desenvolvimento do argumento, é tão método quanto exemplificação, citação,Leia mais
Nossa, essa é a segunda redação que eu leio aqui com essa estrutura, isso me faz desconfiar que tem alguém ensinando assim. Eu gostaria até de saber quem tá fazendo isso, porque o método de causas e consequências é método de desenvolvimento do argumento, é tão método quanto exemplificação, citação, dedução; ou seja, espera-se causas e efeitos no D1 e causas e efeitos no D2!
Se você tem motivos para confiar plenamente na estratégia que você domina, ignore o que escrever abaixo.
——————————————– Observação sobre Estratégia Argumentativa
Do jeito que está estruturada, a argumentação desaparece, e o que era pra ser discussão passa a ser apresentado como fato.
Por exemplo, sua tese diz, em outras palavras, que é importante que as pessoas tenham consciência do aquecimento global.
Aí o corretor pergunta: por quê você acha que isso é importante?
Então você responde que o seu argumento são as queimadas (1) e que os causadores das queimadas estão sendo protegidos (2)
(1) O Tópico Frasal é a resposta direta à tese, é o Tópico Frasal que vai ser desenvolvido.
Aqui tem um primeiro problema de contradição com a outra parte da tese, ignorada no Desenvolvimento, que atribui a culpa à própria população, além não responder diretamente à pergunta “por que é importante que as pessoas tenham consciência?”
Esse parágrafo responde à pergunta timidamente com o Exemplo do Pantanal, e o texto parece ter se distanciado de atender à tese quando elegeu como “fios soltos” a falta de regulamentação (que explica o aquecimento global, mas não explica por que a população precisa saber do mesmo – e esta, não aquela, parece ser a tese, por causa do “infelizmente”), além da (2) omissão midiática (que explica a falta de conhecimento, mas não enfrenta o porquê de a população precisar saber).
Nesse sentido, pensar que o Desenvolvimento gira em torno da tese tem implicações estruturais, que demandam uma estrutura clara, que é até difícil de explicar quando embaralhada.
A estrutura que se ensina, normalmente, sobre o método de causas e consequências é:
TF + Desenvolvimento (causa, causa da causa; consequência, consequência da consequência), podendo esse Desenvolvimento variar uma dessas partes pra colocar um exemplo, um dado, uma citação… Estrutura essa que se repete no parágrafo seguinte.
——————————————————————— Norma Culta
Bom,
No geral, a redação foi muito bem escrita, tem alguns outros errinhos que eu vou destacar agora.
“O ”aquecimento global”(1) é um fenômeno geográfico em que gases poluentes são produzidos em excesso e se mantêm na atmosfera, o que provoca as mudanças climáticas tão recorrentes no mundo. Em suma(2), esses gases são provocados, em grande parte, pela população e, infelizmente, as pessoas não têm conhecimento de sua origem. Nesse viés, é necessário discutir as raízes do problema(3) que se dão não(4) só pela falta de regulamentação nas leis, mas também pelo(5) ignorância do governo e das mídias para com a questão.”
1 – Sem aspas, cuidado com a impressão que passa, o aquecimento é real;
2 – Mal começou a redação e já está resumindo?! Dificilmente você vai ver um conectivo de resumo/síntese no primeiro parágrafo – procure passar a ideia de continuidade, de contexto (conteualização) feito. Nesse contexto, nesse sentido…
3 – Eu acho que ficaria melhor com uma vírgula aqui;
4 – Bah, a gente evita palavras repetidas por causa do Eco, ão ão é brabo de ler – sugestão: ocorrem não;
5 – Aqui de digitação, né?
Em primeiro plano, as queimadas são as principais causadoras das mudanças climáticas que atuam no Brasil. Um exemplo disso são os incêndios no Pantanal feitos ilegalmente em Setembro de 2020 e que influenciaram no clima, aquecendo todo o país. Dessa forma, se vê(1) uma carência crítica na regulamentação das leis, visto que,(2) as queimadas continuam a acontecer e(3) em lugares que deveriam ter maior proteção, pois o Pantanal é uma importante área florestal presente apenas no Brasil.
1 – Aqui é puro capricho linguístico, pelo menos depois de vírgula use assim: vê-se;
2 – Escreva o “visto que” como se fosse “já que”, não tem essa vírgula separando o que do resto da oração;
3 – Esse “e” parece desnecessário, mas se a intenção era essa e, portanto, dar ênfase à oração seguinte, precisava de uma vírgula antes desse “e”.
Ademais, é inegável que um dos causadores dessa situação questionável está sendo ”disfarçado”(1) pelas mídias e o governo. De acordo com o documentário ”Cowspiracy”, mais de 8(2) ONGs de proteção ambiental ignoram o fato de que o agronegócio é o responsável pelas diferenças no clima, pela devastação das terras e pela produção do gás metano. Resumidamente(3), essas informações não são compartilhadas com o povo, pois o agronegócio atinge todo o mundo com recursos alimentícios e, para não degradar as estruturas de poder econômico do Brasil, o governo e as mídias optam, lamentavelmente, por omitir tais informações.
1 – Evite usar aspas para palavras de que você insegura se são coloquiais ou não, tente buscar a palavra mais formal possível e a escreva naturalmente – as aspas não anulam a aparência coloquial de palavra;
2 – Números simples (um, dois, três… treze – pula o 14 -, quinze, vinte, trinta… Acho que me fiz entendido – até duas sílabas pelo menos) são escritos por extenso;
3 – Resumidamente é um conectivo que pode causar má impressão, você tá reclamando que não tem espaço pra desenvolver e aí tem que resumir? É mais ou menos essa impressão que a gente não quer passar;
“Com vista no que foi mencionado(1), é inaceitável que os fatos continuem a danificar o bem estar do planeta. Portanto, o Ministério da Agricultura, com o apoio da população pelas redes sociais, deve interferir nesses acontecimentos e criar um programa de preservação das florestas brasileiras com a reunião de equipes militares que irão combater as queimadas ilegais, por meio de verbas do governo. Além disso, através das redes sociais serão exibidos e compartilhados documentários sobre os incêndios e o clima e, assim, será possível diminuir os efeitos das mudanças climáticas no Brasil, evitando que o aquecimento global alavanque no país.”
1 – Só uma sugestão: sob esse prisma;
Esse tema das queimadas só vai ter solução com a participação do povo mesmo; enquanto fizer sentido pro governo desmatar essas áreas e agradar agricultores que estão lucrando rios com exportação a dólar alto, a gente se sente meio ridículo por fazer propostas que demandem atitudes do próprio governo que apoia implicitamente o desmatamento ilegal. Ministério da agricultura… Esse devia ser um tema do ministério do meio ambiente, mas né?
Enfim, sua nota é alta, mas não sei se daria mais de 900, como a ninadeath, muito por causa da competência 2 e, provavelmente, a 3.
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Mr.Crozma
Quando eu te vejo presa a essa citação do Marx, não sei se é por falta de conhecimento de outras possibilidades, por isso vou deixar aqui algumas outras situações que provavelmente te deixariam mais confortável pra introduzir... Há várias técnicas para Introdução de tema: - Tradicional, "Muito se teLeia mais
Quando eu te vejo presa a essa citação do Marx, não sei se é por falta de conhecimento de outras possibilidades, por isso vou deixar aqui algumas outras situações que provavelmente te deixariam mais confortável pra introduzir…
Há várias técnicas para Introdução de tema:
– Tradicional, “Muito se tem discutido sobre…”)
– Flashes, “Consumismo. Isolamento. Transtornos psiquiátricos…”
– Histórica, “Em 1914, o período conhecido como Fordismo…”
– Situação concreta, “Atualmente, o Facebook consegue fazer diagnósticos de depressão…” (aqui entra o que você sabe)
– Definição, “Tecnologia significa, etimologicamente, o estudo da técnica…”
– Dados Estatísticos, “Oito em cada dez casas brasileiras já possuem internet, segundo o IBGE…”
Falo disso porque a citação do Marx tem alguns problemas. O primeiro é se referir ao século XIX, ele chega ser a injusto com outros pensadores que efetivamente transformaram o mundo antes dele (Rousseau não mudou a realidade? Descartes, Locke, Kant? Enfim…).
Além disso, no caso específico do estudo da técnica (tecnologia), as transformações foram significativas; então, chega a ser contraditório citar que os filósofos do século XXI só pensam em interpretar o mundo, como se efetivamente não estivessem sendo produzidas mudanças nas nossas relações com a tecnologia.
Isso acaba frustrando a expectativa que a citação cria de que deve haver transformação no campo tecnológico; ora, você acaba tendo que explicar que, na verdade, há mudanças, só que elas não estão sendo positivas.
Uma forma de se adaptar aos diferentes temas, caso não queira abandonar a referência marxista, é pensar em paráfrases ou mesmo críticas/inversões à citação. Do tipo…
“Marx uma vez disse que filósofos precisavam ter pensamentos transformadores da realidade; hoje, são os robôs que têm essa tarefa”
É algo desse tipo, com o intuito de tornar a apresentação mais adaptada ao texto, pra que não fique parecendo uma citação isolada, mera demonstração de conhecimento marxista, e pra cumprir a própria ideia de contextualização numa frase única, que chame atenção, porque, sério, se tu exclui essa citação, o primeiro parágrafo cumpre todas as funções introdutórias que se exige dele.
Demonstrar uma criatividade com essa citação dá um novo ar à tua introdução e, por consequência, à tua maneira de desenvolver os argumentos da tese.
Eu gostei que você tenha mudado os argumentos que trouxe. Na última, você parece ter percebido que repetiu a ideia dos argumentos sobre o inconsciente.
Quando os colegas aqui se referem à tua argumentação, eu vejo um problema de tese limitada, de pouca reflexão sobre o tema, e quando você acesso a conhecimentos marxistas, use isso a seu favor…
1) A tecnologia não está explorando o homem? Pense nos entregadores de aplicativo: a tecnologia é o celular que se faz de patrão e se vê livre, por óbvio, de indenizar um entregador em caso de acidente (a transformação da tecnologia serve para a exploração);
2) Sobre transformação: a humanidade escolheu uma arma que mata 50 mil brasileiros por ano em troca de conforto e poder, o tal do carro – isso também não dá um argumento sobre o consumismo irracional? (a transformação da tecnologia serve para morte);
E, assim, você tem uma estrutura mais coesa, um planejamento melhor estruturado, que não cause essa sensação de falta de correlação (b.laramendes) e de coerência (brunaafontes).
Texto é tecido, têxtil, o que você faz é costurar um texto, a primeira frase tá ligada em todos os pontos à última, ela dá sentido à sua tese, que é explicada nos argumentos. A chave, na minha opinião, tá por aí.
Numa próxima redação sua eu prometo avaliar o texto inteiro, aqui a minha missão foi desvendar o que está te incomodando ou travando na escrita.
Ainda tem um monte de coisa pra treinar, vamos por partes.
See lessOs Desafios de Combater a Depressão no Brasil
Duda.oliveira
Gostei muito da sua redação, principalmente pelo assunto. -Boas alusões e coerentes ao tema -Dados estátisticos -problematização e apresentação de causa/consequencia , porém acho que poderia ter mais problematização para surpreender mais o leitor. °Realmente, como um modelo de nota 1000, sem enrolaçLeia mais
Gostei muito da sua redação, principalmente pelo assunto.
See less-Boas alusões e coerentes ao tema
-Dados estátisticos
-problematização e apresentação de causa/consequencia , porém acho que poderia ter mais problematização para surpreender mais o leitor.
°Realmente, como um modelo de nota 1000, sem enrolação e perda ao tema, e boa colocação!!
Boa cara, continue assim ^^
Nota em média : 900 á 970 – isso pq n sei mt bem como dar nota mas pra mim ta otima ksksk Boa sorte nos estudos!