O livro “As tartarugas até lá embaixo”, do escritor John Green, conta a jornada dificultosa da personagem Aza Holmes, uma menina de 16 anos que, entre tantos outros problemas, precisa lidar com o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Assim como a personagem, a quantidade de pessoas com algum transtorno psicológico, que já era extensa antes da pandemia, apenas se ampliou com o advento à medida que o tempo foi passando. No entanto, faz-se necessário analisar essa problemática, uma vez que deixou de ser contratempos individuais para sociais, cujas causas recentes se devem ao confinamento e à pressão psicológica que o mundo fora submetido.
Em primeiro lugar, desde os primórdios, o ser humano tem a necessidade de socialização, na convivência ou pelos meios de comunicação. Entretanto, o distanciamento social, fruto da pandemia, revelou o quanto essa reclusão, mesmo que com o objetivo de um bem específico, afetou o estado mental dos indivíduos. Ademais, a socialização permitida pelas mídias sociais, acerca de alguns momentos, mostraram-se fontes de notícias que levaram a desinformação, como notícias falsas sobre tratamentos sem nenhuma comprovação científica contra o Coronavírus, e simultaneamente, o estresse e o medo aos “isolados”, estados esses que tangenciam sintomas de ansiedade, depressão, TOC, Transtorno bipolar, etc…
Em segundo lugar, a pressão psicológica, gerada pela necessidade de se compreender novos meios tecnológicos em virtude do “Home Office e do EAD (Ensino à distância)”, automaticamente resultou em uma ampliação das cargas horárias diárias, tornando-as exaustivas e inquietantes. A tensão resultante da nova forma de convivência social pode causar danos à saúde mental e física como dores de cabeça, dor no peito, ansiedade e até mesmo crises que levam muitos ao Pronto-Socorro, onde a exposição ao vírus é mais que o dobro que em outro local.
Assim sendo, o Ministério da Saúde一 órgão responsável por administrar e promover a saúde no país一 do mesmo modo que o CVV( Centro de Valorização à Vida) foi desenvolvido como meio de apoio às pessoas deprimidas e com ideias suicidas, deve inserir também um programa online e eficiente com tratamentos terapêuticos para todos os distúrbios do psíquico. Essa ação pode ser feita por meio das plataformas digitais e pelas mídias sociais, nas quais os indivíduos tendem a se expressar com maior liberdade, identificando e ajudando-os com profissionais qualificados e capacitados para atendê-las, a fim de diminuir as crises dessa natureza e melhorar a qualidade de vida destes indivíduos.
Lys
Adorei a redação!
Competência 1- 160
Competência 2- 200
Competência 3- 120
Competência 4- 200
Competência 5- 200
Minha nota final: 880 pois achei o texto coerente, pronomes conectivos bem colocados, pouco erro ortográfico, porém para mim faltou clareza. Tirando isso a redação está muito boa, parabéns!
Camila_T
C1 = 200 – não observei nem um erro gramatical, como erros de pontuação ou acentuação
C2 = 200 – possui conhecimento a cerca do tema que foi bem colocado e desenvolvido
C3 = 200 – colocação correta dos dados, tudo muito bem relacionado e teve o desenvolvimento dos mesmos
C4 = 200 – norma padrão ok, nenhum uso de palavras equivocadas
C5 = 180 – só melhorar o detalhamento que ficou meio vago
Samir soares
Competência 1-160
Competência 2-200
Competência 3-160
Competência 4-120
Competência 5-200
Nota: 840
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O livro “As tartarugas até lá embaixo”, do escritor John Green, conta a jornada dificultosa da personagem Aza Holmes, uma menina de 16 anos que, entre tantos outros problemas, precisa lidar com o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Assim como a personagem, a quantidade de pessoas com algum transtorno psicológico, que já era extensa antes da pandemia, apenas se ampliou [1]com o advento da mesma à medida que o tempo foi passando. No entanto, faz-se necessário analisar essa problemática, uma vez que deixou de ser contratempos individuais para sociais, cujas causas recentes se devem ao confinamento e à pressão psicológica que o mundo fora submetido.
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[1]= “com o advento da mesma”, retire (“da mesma” substituindo o termo anterior é incorreto)
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[1] Desde os primórdios, o ser humano tem a necessidade de socialização,[2] de um jeito ou de outro, na convivência ou pelos meios de comunicação. Entretanto, o distanciamento social, fruto da pandemia[3] revelou o quanto essa reclusão, mesmo que com o objetivo de um bem específico, afetou o estado mental dos indivíduos. Ademais, a socialização permitida pelas mídias sociais, acerca de alguns momentos,[4] se mostraram fontes de notícias que levaram a desinformação e [3]simultaneamente, o estresse e o medo aos “isolados”, estados esses que tangenciam sintomas de ansiedade, depressão, TOC, Transtorno bipolar, etc…
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[1]= faltou o conectivo para começar o D1
[2]= retire –“, de um jeito ou de outro,”
[3]= vírgula
[4]= mostraram-se (vírgula afasta do “se”)
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[1]Na sequência, a pressão psicológica[2] gerada pela necessidade de se compreender novos meios tecnológicos em virtude do [5]Home Office e do EAD (Ensino à distância), automaticamente resultou em uma ampliação das cargas horárias diárias, [3]às tornando exaustivas e inquietantes. A tensão resultante da nova forma de convivência social pode causar danos à saúde mental e física [2]como dores de cabeça, dor no peito, ansiedade e até mesmo crises que levam muitos aos[4] Pronto-Socorros, onde a exposição ao vírus é mais que o dobro que em outro local.
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[1]= precisa de um conectivo no início do parágrafo ( Em primeiro lugar, Em segundo lugar…)
[2]= vírgula
[3]= tornando-as (vírgula afasta o “as”)
[4]= Pronto-socorro (sem o “s” no final)
[5]= entre aspas
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Assim sendo, o Ministério da Saúde一 órgão responsável por administrar e promover a saúde no país一 do mesmo modo que o CVV( Centro de Valorização à Vida) foi desenvolvido como meio de apoio às pessoas deprimidas e com ideias suicidas, deve inserir também um programa online e eficiente com tratamentos terapêuticos para todos os distúrbios do psíquico. Essa ação pode ser feita por meio das plataformas digitais e pelas mídias sociais, nas quais os indivíduos tendem a se expressar com maior liberdade, identificando e [1]oferecendo ajuda aos mesmos com profissionais qualificados e capacitados para atendê-las, a fim de diminuir as crises dessa natureza e melhorar a qualidade de vida desses.
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[1]= ajudando-os (evita o gerúndio e o ero do “mesmo” supramencionado.
[2]= … Assim, pse né, acho que falei besteira na última correção, nesse caso vai ser “destes”, porque tem um termo em elipse depois de “desses” = indivíduos, ou seja,= … “qualidade de vida destes indivíduos” está subentendido. Foi mal pq corrigi de outra maneira de forma que você não entendesse isso na última correção. (ರ ~ ರ) (´_`)
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* Mais conectivos, no início do parágrafo, no desenvolvimento de ideias, em todo o lugar, coloque mais, no final do texto, antes de enviar, vê se tem 13, no mínimo, e envia.
*”notícias que levaram a desinformação” como assim, desinformação? Explique essa ideia no D1.
*”onde a exposição ao vírus” você não cita o Coronavírus na introdução, essa informação é inválida nesse contexto.
__ texto bem argumentado, me convenceu