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Tema: Seca no Brasil – Título: Arrakis Brasileiro

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Em “Duna”, obra de Frank Herbert, Arrakis é um “planeta-deserto” assolado pela escassez de água. Similar ao livro, o Brasil também sofre com a seca, a qual se deve tanto à falta de inovações tecnológicas quanto à falta de conscientização ecológica, por uma parcela da população, sobre os efeitos futuros da seca. Assim, cabe discutir ações para a problemática.

Diante disso, é válido ressaltar, de início, a falta de novas tecnologias como fator do problema. Prova dessa realidade é, segundo o G1, o fato do Brasil ter caído, em 2019, da nona para a décima posição de países que mais investem em tecnologia. Esse setor poderia fomentar, com capital investido, a transformação da água do mar em água potável, própria para consumo doméstico. Consequentemente, a falta de destinação de verba para o campo tecnológico acaba por estagnar o fluxo de inovações e promove a perpetuação da crise hídrica brasileira. Logo, a resolução do problema passa necessariamente por incentivos financeiros em novas tecnologias voltadas para essa questão.

Ademais, a falta de consciência ecológica sobre o desperdício de H2O representa outro agravante, pois, segundo Schopenhauer, os limites de conhecimento do homem determinam sua visão de mundo. Logo, ao não reforçar, na sociedade, a importância primordial desse composto químico — já reconhecida na antiga Grécia por Tales de Mileto —, seu gasto inadequado é recebido com descaso. Por conseguinte, não só o atual momento mas também a vida de gerações futuras é, infelizmente, posta em xeque. Desse modo, é necessário promover a consciência ecológica coletiva sobre esse assunto tão crucial para o presente e futuro da humanidade. 

Portanto, o Poder Executivo, aliado ao Poder Legislativo, deve combater a crise hídrica brasileira ao, respectivamente, investir em tecnologias de transformação do H2O marítimo para consumo e inserir a disciplina de Ecologia nas escolas. Esses investimentos devem ser de 3% do PIB (Produto Interno Bruto) aplicado em “startups”, universidades e centros tecnológicos que visem transformar o H2O presente no mar em H2O para uso doméstico. Paralelamente, a nova disciplina — formulada por oceanólogos, geólogos e ecólogos — deverá ser, por meio da legislatura, obrigatória nas escolas de nível fundamental e médio. Seu objetivo será aumentar e solidificar a consciência ecológica sobre a seca. Assim, é provável que o Brasil se distancie da ficção penosa de Arrakis, o “planeta-deserto”.

 

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3 Correções

  1. Em “Duna”, obra de Frank Herbert, Arrakis é um “planeta-deserto” assolado pela escassez de água. Similar ao livro, o Brasil também sofre com a seca, a qual se deve tanto à falta de inovações tecnológicas quanto à falta de conscientização ecológica, por uma parcela da população, sobre os efeitos futuros da seca. Assim, cabe discutir ações para a problemática.
    Diante disso, é válido ressaltar, de início, a falta de novas tecnologias como fator do problema. Prova dessa realidade é, segundo o G1, o fato do(1) Brasil ter caído, em 2019, da nona para a décima posição de países que mais investem em tecnologia. Esse setor poderia fomentar, com capital investido, a transformação da água do mar em água potável, própria para consumo doméstico. Consequentemente, a falta de destinação de verba para o campo tecnológico acaba por estagnar o fluxo de inovações e promove a perpetuação da crise hídrica brasileira. Logo, a resolução do problema passa necessariamente por incentivos financeiros em novas tecnologias voltadas para essa questão.(2)
    1 – de o (verbo no infinitivo)
    2 – boa argumentação.
    Ademais, a falta de consciência ecológica sobre o desperdício de H2O representa outro agravante, pois, segundo Schopenhauer, os limites de conhecimento do homem determinam sua visão de mundo. Logo, ao não reforçar, na sociedade, a importância primordial desse composto químico — já reconhecida na antiga Grécia por Tales de Mileto —, seu gasto inadequado é recebido com descaso(3). Por conseguinte, não só o atual momento mas também a vida de gerações futuras é, infelizmente, posta em xeque. Desse modo, é necessário promover a consciência ecológica coletiva sobre esse assunto tão crucial para o presente e futuro da humanidade.
    3 – Por que não há esse reforço na sociedade quanto à importância do uso adequado da água? Quais instituições sociais e/ou políticas são responsáveis por essa educação ecológica?
    Portanto, o Poder Executivo(agente), aliado ao Poder Legislativo, deve combater a crise hídrica brasileira ao, respectivamente, investir em (ação)tecnologias de transformação do H2O marítimo para consumo e inserir a disciplina de Ecologia nas escolas. Esses investimentos devem ser de 3% do PIB (Produto Interno Bruto) aplicado em “startups”, universidades e centros tecnológicos que visem transformar o H2O presente no mar em H2O para uso doméstico(detalhamento). Paralelamente, a nova disciplina — formulada por oceanólogos, geólogos e ecólogos — deverá ser, por meio(meio) da legislatura, obrigatória nas escolas de nível fundamental e médio. Seu(finalidade) objetivo será aumentar e solidificar a consciência ecológica sobre a seca. Assim, é provável que o Brasil se distancie da ficção penosa de Arrakis, o “planeta-deserto”.

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  2. Primeiramente, vou corrigir conforme o modelo do Enem ( através das 5 competências). Sou apenas uma estudante, ok? Desculpe qualquer erro, vamos lá.

    Em “Duna”, obra de Frank Herbert (1), Arrakis é um “planeta-deserto” assolado pela escassez de água. Similar ao livro, o Brasil também sofre com a seca, a qual se deve tanto à falta de inovações tecnológicas quanto à falta de conscientização ecológica, por uma parcela da população, sobre os efeitos futuros da seca. Assim, cabe discutir ações para a problemática.

    Diante disso, é válido ressaltar, de início, a falta de novas tecnologias como fator do problema. Prova dessa realidade é, segundo o G1, o fato do Brasil ter caído, em 2019, da nona para a décima posição de países que mais investem em tecnologia. Esse setor poderia fomentar, com capital investido, a transformação da água do mar em água potável, própria para consumo doméstico. Consequentemente, a falta de destinação de verba para o campo tecnológico acaba por estagnar o fluxo de inovações e promove a perpetuação da crise hídrica brasileira. Logo, a resolução do problema passa necessariamente por incentivos financeiros em novas tecnologias voltadas para essa questão.

    Ademais, a falta de consciência ecológica sobre o desperdício de H2O representa outro agravante, pois, segundo Schopenhauer (2), os limites de conhecimento do homem determinam sua visão de mundo. Logo, ao não reforçar, na sociedade, a importância primordial desse composto químico — já reconhecida na antiga Grécia por Tales de Mileto —, seu gasto inadequado é recebido com descaso. Por conseguinte, não só o atual momento mas também a vida de gerações futuras é, infelizmente, posta em xeque. Desse modo, é necessário promover a consciência ecológica coletiva sobre esse assunto tão crucial para o presente e futuro da humanidade.

    Portanto, (3) o Poder Executivo, aliado ao Poder Legislativo, deve combater a crise hídrica brasileira ao, respectivamente, investir em tecnologias de transformação do H2O marítimo para consumo e inserir a disciplina de Ecologia nas escolas. Esses investimentos devem ser de 3% do PIB (Produto Interno Bruto) aplicado em “startups”, universidades e centros tecnológicos que visem transformar o H2O presente no mar em H2O para uso doméstico. Paralelamente, a nova disciplina — formulada por oceanólogos, geólogos e ecólogos — deverá ser, por meio da legislatura, obrigatória nas escolas de nível fundamental e médio. Seu objetivo será aumentar e solidificar a consciência ecológica sobre a seca. Assim, é provável que o Brasil se distancie da ficção penosa de Arrakis, o “planeta-deserto”.

    1- Quem é Frank Herbert? Ele pode ser tanto o seu vizinho quanto um escritor, por exemplo. Por isso, deixe claro.
    2- Mesmo problema. Quem é Schopenhauer?

    Um exemplo de como deveria ser abordado é: ”De acordo com o economista britânico Arthur Lewis, …”.
    Outro exemplo: ”..criou-se a ”Modernidade Liquida”, assim exposta por Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, …”

    5 Elementos:
    Agente – ok
    Ação – ok
    Meio/ Modo – ok
    Finalidade – ok
    Detalhamento – ok

    Comp I – 200
    Comp II – 180
    Comp III – 200
    Comp IV- 200
    Comp V – 200

    Total = 980

    Espero ter ajudado de alguma forma, sua redação está excelente. Bom uso de repertório sociocultural, bom uso da pontuação, a estrutura do seu texto está impecável. Na minha opinião, só ajustar a questão de detalhar mais o ”sujeito” do repertório sociocultural, abraço!

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  3. Se sua redação for modelo Enem, o título não é necessário. Mas no seu caso a correlação entre o texto e a introdução, foi muito bem feita e não deixa dúvidas a respeito do tema. Consigo ver sua tese na introdução e para mim, ela está ótima. Seu primeiro desenvolvimento está muito bom, não tenho nada a ressaltar. No segundo desenvolvimento, eu substituiria H2O por água, deixa o texto mais fluído e melhor visualmente, a referência histórica a Grécia, enriqueceu bastante seu desenvolvimento. Sua conclusão é simplesmente perfeita, e fecha seu texto com chave de ouro. Não tenho muitas correções a fazer, nem nada negativo para falar. Sua redação está simplesmente perfeita.

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