De acordo com o artigo 5 da constituição federal de 1988, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo o direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Todavia, em teoria as mulheres conquistaram seu direito, entretanto, na prática não é tão fácil assim. Por exemplo, hoje em dia ainda vemos casos de desigualdade salarial entre gêneros que ocupam o mesmo cargo, índices de feminicídio que aumentam, preconceito com mães na hora de procurar emprego, entre muitos outros.
Primeiramente é valido ressaltar que os exemplos históricos atrelados ao substantivo cientista são em sua maioria masculinos. Nomes como, Isaac Newton, Charles Darwin, são dados banalizados em contrapartida de nomes como Katherine Johnson, Rosalind Franklin, pouco citados e que foram da mesma importância para a história da sociedade. Da mesma forma que, Adriana Melo, cientista renomada brasileira que foi a primeira pesquisadora a relacionar o zika vírus com a microcefalia, ajudando milhares de famílias, alega a negligência de investimento e interesse, onde o mesmo continua causando novos casos da doença. Possivelmente, se fosse um homem em seu lugar, teria levantado mais visibilidade, interesse, investimentos, credibilidade nacional e internacional.
Além disso, temos Nise da Silveira, responsável por revolucionar o tratamento psiquiátrico no Brasil, sendo radicalmente contrária ao confinamento e tratamentos agressivos e desumanos (lobotomia, eletrochoque etc.), finalmente deu início a terapia humanizada. Sendo ela, de extrema importância para a evolução do país e da saúde, e mesmo assim não foi reconhecida e citada como merece. Segundo Hannah Arendt, “Quando uma atitude agressiva ocorre constantemente, as pessoas param de vê-la como errada”, ou seja, em uma sociedade que veio de uma construção social patriarcal, onde o poder prevalece em domínio do sexo masculino, já está enraizado em nossa cultura a normalização do tratamento desigual entre sexos.
Em conclusão, apesar dos inúmeros avanços sociais e políticos a desigualdade entre gêneros persiste em várias áreas, principalmente na da saúde. Portanto, é dever do Estado conscientizar a população através de programas sociais, reforçar e fiscalizar a lei que ampara a igualdade salarial entre gêneros, havendo multa se não for comprida e investir na educação para que a próxima geração esteja consciente da luta, que até hoje não acabou, para conquistar e manter os direitos iguais.
anaaadxss
Troqueis algumas palavra, pois ficaria mais de acordo.
660
competência I : 160
competência II: 160
competência III: 120
competência IV: 120
competência V: 100
Conforme o artigo 5 da constituição federal de 1988, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo o direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Todavia, em teoria as mulheres conquistaram seu direito, entretanto, na prática, não é tão fácil assim. Por exemplo, hoje em dia ainda vemos casos de desigualdade salarial entre gêneros que ocupam o mesmo cargo, índices de feminicídio que aumentam, preconceito com mães na hora de procurar emprego, entre muitos outros.
Primeiramente é valido ressaltar que os exemplos históricos atrelados ao substantivo cientista são em sua maioria masculinos. Nomes como, Isaac Newton, Charles Darwin, são dados banalizados, em contrapartida, de nomes como Katherine Johnson, Rosalind Franklin, pouco citados que foram da mesma importância para a história da sociedade. Da mesma forma que, Adriana Melo, cientista renomada brasileira que foi a primeira pesquisadora a relacionar o zika vírus com a microcefalia, ajudando milhares de famílias, alega a negligência de investimento e interesse, onde o mesmo continua causando novos casos da doença. Possivelmente, se fosse um homem em seu lugar, teria levantado mais visibilidade, interesse, investimentos, credibilidade (inter)nacional.
Além disso, temos Nise da Silveira, responsável por revolucionar o tratamento psiquiátrico no Brasil, sendo radicalmente contrária ao confinamento e tratamentos agressivos e desumanos (lobotomia, eletrochoque, etc.), finalmente deu início a terapia humanizada. Sendo ela, de extrema importância para a evolução do país e da saúde, e mesmo assim não foi reconhecida e citada como merece. Segundo Hannah Arendt, “Quando uma atitude agressiva ocorre constantemente, as pessoas param de vê-la como errada”, ou seja, em uma sociedade que veio de uma construção social patriarcal, onde o poder prevalece em domínio do sexo masculino, já está enraizado em nossa cultura a normalização do tratamento desigual entre sexos.
Em suma, apesar dos inúmeros avanços sociais e políticos a desigualdade entre gêneros persiste em várias áreas, principalmente na da saúde. Portanto, é dever do Estado conscientizar a população através de programas sociais, reforçar e fiscalizar a lei que ampara a igualdade salarial entre gêneros, havendo multa se não for comprida e investir na educação para que a próxima geração esteja consciente da luta, que até hoje não acabou, para conquistar e manter os direitos iguais.