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Tema – Envelhecimento da população: consequências e desafios.

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Em 1988, a sociedade conheceu um dos documentos mais importantes para a história do Brasil: a Constituição Cidadã, cujo conteúdo positiva os direitos inerentes a pessoa idosa. Nesse sentido, o envelhecimento é uma vitória geracional. Contudo, requer lidar com os desafios e com as consequências dessa nova e tendenciosa realidade etária. Com efeito, para garantir os direitos constitucionais, há de se propiciar melhores condições de saúde e de ocupação funcional para a terceira idade.

primeiramente, nota-se que os mais idosos requerem cuidados especiais. Nesse viés, constitui grande desafio para área da saúde, sobretudo a pública, atender a contento essa população. Já que, existem poucas profissionais especialistas em medicina geriátrica disponível. O que para o tratamento desse grupo população, o qual grande parte tem doenças crônicas — como câncer, diabetes e hipertensão — é primordial. Outro aspecto desafiador a se considerar nessa área é a possível sobrecarga do sistema de saúde, uma vez que a terceira idade precisa de maior número de consultas. Esse aumento da demanda, portanto, deve ser adequadamente planejado pelas autoridades públicas, as quais já não gerenciam bem o Sistema Único de Saúde.

Ademais, pensando no âmbito econômico nacional, uma das consequências mais relevantes do envelhecimento populacional é o fato que, juntamente com a queda da natalidade, provocar o decréscimo da população economicamente ativa. O que historicamente foi um trunfo usado para elevação do PIB brasileiro. Tal situação, alterou a legislação previdenciária no país, aumentando a idade mínima para a aposentadoria. Entretanto, essa estratégia não veio acompanhada de políticas públicas para qualificação do idoso, o representa grave problema.  Tendo em vista que, devido à falta de instrução, em sua maioria a população em processo de envelhecimento utiliza a força física para laborar, recurso diminuído com o passar da idade. Desta forma, o idoso corre o risco de não absorvido pelo mercado de trabalho e de não estar aposentado, ou seja, ficar sem renda para seu sustento.

Portanto, para extrair o melhor dessa conquista geracional e garantir os defeitos previstos na Carta Magna, o Estado deve dar prioridade —no PPA, LDO, LOA — a programas de políticas públicas voltados para a população idosa, como maior disponibilidade de geriatras no SUS e cursos de qualificação de mão de obra. Desta forma, haverá valorização, de fato, não só do idoso, mas também da dignidade humana.

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Caros corretores, fiquem a vontade para pontuar os desvios de meu texto. Mas se puderem me dar dicas de dizer o mesmo com menos palavras, vou ficar feliz. :)

PS: A redação coube em 30 linhas de uma folha de caderno, com uma outra palavra voando rs.

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3 Correções

  1. Introdução:
    – Erros de pontuação
    – Presença de curto período

    Desenvolvimento 1:
    – Iniciou parágrafo com letra minúscula
    – Erros de pontuação que acaba por gerar uma leitura sem conexão

    Desenvolvimento 2:
    – Erros de grafia
    – Erros de concordância
    – Faltaram elementos que comprometem o entendimento do texto (ex.: Pronome que)
    – Veja este trecho e leia com atenção: “…Desta forma, o idoso corre o risco de não [SER] absorvido pelo mercado de trabalho e de não estar aposentado, ou seja, ficar sem renda para seu sustento..”
    [ ]Seria esse seu intuito?

    Conclusão:
    – PPA, LDO e LOA são planejamentos que tanto Estados como a União fazem, ou seja, já inserem neles as políticas públicas que irão trabalhar. Lembrando que na agenda pública sempre priorizam solucionar problemas não estruturais. Então, se for mencionar políticas públicas crie uma que se associe ao Estado Federativo, de preferência, assim ficará mais fácil.

    No mais Jane, seu texto tem embasamento e opinião forte. Você sabe, com todas as letras, defender seu ponto de vista. O único detalhe a ser trabalhado é a ortografia e a pontuação. Fora isso, sua estrutura textual é formidável. Parabéns!

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  2. Olá, Kaline!

    Alegro-me que tenha atendido meu pedido e já peço outro rs, mas fico à vontade para negar.

    Pensei que sempre dizemos coisas do tipo: “Obrigada pela correção, vou aplicar suas dicas no próximo texto” . Contudo, porque não no mesmo texto e tema. Assim, acho que poderei saber se houve uma melhora dos pontos negativos apontados ou até se cometi outros. E daí proponho, você topa fazer nova correção da reescritura abaixo?

    Em 1988, a sociedade conheceu um dos documentos mais importantes para a história do Brasil: a Constituição Cidadã, cujo conteúdo positiva os direitos inerentes a pessoa idosa. Nesse sentido, o envelhecimento é uma vitória geracional, a qual, no entanto, requer lidar com os desafios e com as consequências dessa nova realidade etária. Com efeito, para garantir os direitos constitucionais, há de se propiciar melhores condições de saúde e de ocupação funcional para a terceira idade.

    Primeiramente, nota-se que os mais idosos requerem cuidados especiais em relação a saúde, já que, em sua maioria, precisam de tratamentos para doenças crônicas como câncer, diabetes e hipertensão. Nesse sentido, constitui grande desafio para área de saúde, principalmente para o Sistema Único de Saúde (SUS) que possui gerenciamento deficitário, ofertar acolhimento adequado, pois exigirá demanda não só de maior número de consultas, mas também que estas sejam especializadas. Assim, caso não haja planejamento do Governo, haverá sobrecarga no SUS.

    Ademais, no âmbito econômico nacional, uma das consequências mais relevantes do processo de envelhecimento populacional é o fato de que provoca, juntamente com a queda da natalidade, o decréscimo da população economicamente ativa gerando impacto negativo na economia, porque historicamente ter uma população mais jovem era um bônus que refletia positivamente nesta, e por conseguinte, no índice de Produto Interno Brasileiro (PIB). Para equalizar tal situação, alterou-se a legislação previdenciária no país, aumentando a idade mínima para a aposentadoria dos idosos. Entretanto, essa estratégia não veio acompanhada de políticas públicas para qualificação dos que estão chegando à terceira idade — o que representa grave problema — tendo em vista que, devido à falta de instrução, em sua maioria a população em processo de envelhecimento utiliza a força física para laborar, recurso diminuído com o passar da idade. Desta forma, o idoso corre o risco de não ser aproveitado pelo mercado de trabalho e de não estar aposentado, ou seja, de ficar sem renda para seu sustento.

    Portanto, para extrair o melhor dessa conquista geracional e garantir os direitos previstos na Carta Magna, o Estado deve dar prioridade no orçamento a programas de políticas públicas voltados à população idosa, como adequação do SUS para absorver a demanda por mais consultas especializadas e cursos de qualificação de mão de obra. Essa iniciativa terá a finalidade de promover a longevidade da população e a sustentabilidade econômica do idoso e do Brasil. Destarte, haverá valorização do idoso e da dignidade humana com um todo.

    Para outros corretores, favor fazer seus apontamentos com base na reescritura.

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