Na minissérie “O Gambito da Rainha”, a história da personagem Beth Harmon traz um retrato do posicionamento do abandono paternal numa sociedade fictícia dos anos 60. Fora da ficção, por mais que décadas se passaram, a conduta do universo de Harmon ainda é constante no real cenário brasileiro, visto que o afastamento paterno – quanto ao eixo sociocultural – apresenta impasses, os quais dificultam a resolução de propósitos. Esse painel adepto é fruto tanto do pouco fomento de ordens públicas, quanto do descaso da população. Diante disso, torna-se cabível a discussão desses aspectos a fim do pleno desempenho da sociedade.
Substancialmente, é crucial pontuar que a desvalorização ao abandono paternal deriva da atuação declinada dos departamentos governamentais, no que tange à criação de mecanismos que refreiem tais recorrências. Segundo o teórico político Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, porém, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de comportamento ativo das autoridades, vê-se ineficazes leis de reconhecimento, além de não trazerem um efetivo estudo de mapeamento municipal e pesquisa das estruturas de condição e de classe, principalmente, as de cunho mais carente. Desse modo, faz-se mister a reorganização dessa postura estatal de forma premente.
Outrossim, é imperativo salientar a colocação irregular da população como propulsor do problema. De acordo com Comte, pioneiro da sociologia, a sociedade é um corpo doente munido de funções. Partindo desse pressuposto, nota-se que é vital a necessidade do respeito diante das ações que são vistas cotidianamente, a exemplo: a recepção de desavenças no seio familiar que prejudicam a formação infante. Pois, tudo isso remancha a resolução do encalhe, já que não há um projeto com fóruns de maior rigidez, assegurando o exercício de construção e mobilização social, o que contribui para a perpetuação desse panorama lesivo.
Assim, medidas viáveis são essenciais para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessa forma, com o intuito de atenuar os gargalos do abandono paternal, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Estado, será revertido em planos sociais – como fiscalizações rígidas que pleitem a garantia de recursos que normalmente é negligenciada – em comunidades, por meio de diretrizes aplicadas acerca do atendimento social (programas de acompanhamento infanto-juvenil e também dos pais). Logo, mitigar-se-á o impacto nocivo do debate e a coletividade alcançará a liberdade e zelo além de uma ficção.
OBS1: Coube na folha.
OBS2: Se puderem, ponham nota, por favor!
Gratidão a todxs pela oportunidade de suas leituras e dos diálogos aqui.
keycaroline
C1- 160
C2- 160
C3- 200
C4- 200
C5- 200
Nota: 920
Obs:
Introdução: repertório perfeito, amei essa série. O correto seria “trás” em vez de “traz”. Em vez de “resolução”, utilize “solução”. Não vejo necessidade de utilizar o “– quanto ao eixo sociocultural –”. Fora isso, introdução perfeita! Teses bem claras e períodos bem organizados.
Desenvolvimento 1- O conectivo “Substancialmente” pode ficar um pouco impertinente, busque outros como “Primeiramente” para dar essa noção de sequência, já que foi utilizado o “Outrossim” no D2. “Desvalorização DO”. Estado com letra maiúscula refere-se ao País, que foi o sentido proposto por Hobbes. Não se inicia um período em “devido à”.
Desenvolvimento 2- Erro de concordância e outros citados no D1
Conclusão- Amei o conceito da proposta pronta daquele youtuber lá kkkkkkkkkk.
Obs 2: Se puder, faça a correção da minha redação na minha conta por favor.