Mestre

Tema: “Desafios do controle da Aids entre jovens no Brasil” (modelo ENEM)

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De acordo com os dados fornecidos pelo Boletim Epidemiológico de HIV e Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), a taxa de mortalidade pela doença diminuiu cerca de 0,9% de 2014 para 2017. Embora tenham ocorrido avanços, os cuidados no controle dessa DST, primordialmente entre jovens brasileiros, ainda fazem-se necessários, haja vista que ocorre uma banalização da doença, bem como o fato da Aids ser um tabu marcado por preconceito, ignorância e estereótipo.

Primeiramente, é válido ressaltar que a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida é banalizada pelos jovens brasileiros que de alguma forma acreditam estar fora do risco de infecção. Sob essa ótica, em entrevista para o site G1 da Rede Globo, afirma o jovem juiz-forano diagnosticado com HIV, Diego Callisto: “As campanhas não estão atingindo os jovens, que banalizam a questão do HIV. Acham que está distante. Não acham que está na pessoa ao seu lado, na pessoa com quem está flertando, na pessoa que conheceu na balada.”

Outrossim, evidencia-se que há um tabu muito grande em relação à doença, muita vezes travestis, homossexuais e garotas de programa são associados ao estereótipo do perfil que é infectado. Por isso, grande parte da sociedade acredita que somente os indivíduos incluídos nesses grupos podem pegar a doença, todavia esse pensamento está incorreto, pois qualquer ser humano que não se previna pode ser contaminado. Por conseguinte, muitas pessoas acabam não se prevenindo contra as DST’s, principalmente os jovens, os quais acreditam que não passarão por isso. Diferente de tal perspectiva, a escritora Valéria Polizzi em seu livro “Depois daquela viagem” afirma tê-lo escrito para ajudar outros soropositivos como ela e mostrar que a Aids pode acontecer com qualquer indivíduo.

Portanto, urge que medidas sejam implementadas com o fito de solucionar essa problemática. Logo, cabe ao Governo – precisamente ao Poder Legislativo – a criação de campanhas para informar aos indivíduos, os quais todos aqueles que não se prevenirem estarão suscetíveis a se contaminar com a Aids e também a exemplificação de como se prevenir. Isso deverá ser feito por meio de uma parceria com a mídia, a qual deve propagar esses planos, a fim de que os jovens brasileiros se conscientizem sobre a doença e desconstruam essa banalização. Dessa forma, os desafios do controle da Aids entre jovens no Brasil será ao menos amenizado, assim, Valéria Polizzi também terá atingido seu objetivo ao escrever o livro.

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6 Correções

  1. Competência 1-160
    Competência 2-200
    Competência 3-160
    Competência 4-200
    Competência 5-200
    Nota:920
    |||||||||||||||||
    * Coloque mais conectivos, pode aproveita o final da introdução para colocar: Portanto, cabe ao Estado tomar medidas para a mitigação desse óbice.
    * Desenvolva mais ideias, explore mais seu conhecimento no D1.
    * Coloque “tabu” entre aspas.
    * — repetição de ideias — isso acontece no D1 em consonância com o D2, tende explorar ideias diferentes, não opostas, mas diferentes, causa e consequência.
    * O problema foi não abordar uma consequência.
    *Você explora duas ideias muito no viés da causa: preconceito, banalização do sexo…
    *erros de vírgula são presentes no seu texto
    * Identifiquei 5 erros: todos de vírgula. Revise essa matéria e estude quando deve ser usada a vírgula.

    • 4
  2. Oi, Eduarda! amiga, tive tempo agora kkkk.. Qualquer erro, me avisa. :)

    INTRODUÇÃO ——————————————-

    A sua introdução, defendendo o que muitos falaram, você precisa sim trazer o significado das siglas, sendo mais preciso colocar a sigla dentro do parênteses. E, contrariando o colega, a regencia do “entre” não necessita de artigo, facultativo. Você fez uma ótima introdução, trouxe citação, tema e 2 argumentos na tese, o que deixa sua intro estruturalmente correta. Se me permite um conselho, não traga citações acerca de dados já de cara na introdução, deixe isso para os desenvolvimentos, se preferir. Procure trabalhar com analogias/comparações, apenas questão de deixar a intro mais “leve”.

    DESENVOLVIMENTO 1 ——————————————-

    Primeiramente, Eduarda, o INEP não considera “primeiramente” como um conectivo. É errado usa-lo? de forma alguma. Mas, visto que sua redação precisa ter, ao todo, 10 conectivos, quanto mais você usar corretamente, melhor será a sua nota na C4.

    Dando certeza ao Gabriel, faltou vírgula em “jovens brasileiros[,] que de” sim. Isso porque você não estava se restringindo apenas a uma parcela determinada de jovens (apenas os jovens que acreditam estar fora do risco), mas sim explicando que todos os jovens (majoritariamente) acreditam estar fora do risco. Ademais, o termo “de alguma forma” é adjunto adverbial deslocado com 3 palavras, então, isole entre vírgulas. Ficaria assim: ” jovens brasileiros que, de alguma forma, acreditam estar fora…”

    Da mesma forma que o caso anterior, mas por motivo diferente, isole entre virgulas ” da Rede Globo” por se tratar de aposto

    Muito boa sua citação, mas cadê sua argumentação? O parágrafo todo foi praticamente apenas a fala do entrevistado. Isso não pode, nunca, acontecer. A sua citação precisa ser a mais breve e curta possível, os paragrafos de desenvolvimento são para você desenvolver a sua argumentação, ou seja, é onde você vai problematizar acerca de um determinado assunto, o corretor quer ver o seu posicionamento, não o que fulano disse na entrevista. Cuidado com esse erro, Eduarda, a competência 3 é a que avalia a sua argumentação, uma citação caprichada faz você ganhar uma excelentíssima nota na C2, mas em contrapartida, acaba roubando o espaço de uma argumentação.

    Dica: nunca termine seus desenvolvimentos com o pensamento de outra pessoa.

    DESENVOLVIMENTO 2 ——————————————-

    A conjunção “todavia”, no meio de frases, sempre será isolada por vírgulas. Todavia quando iniciar frases, não precisa. Similarmente, todo o termo “em seu livro “Depois daquela viagem” também deveria estar entre vírgulas; aposto.

    Seu parágrafo está ótimo, assim como sua citação (se me permite, esse livro é maravilhosoo), porém sua estrutura está um pouco errada. Procure não fechar o parágrafo com o pensamento de alguém (de novo), deve ser sempre a sua opinião,; a tese de fechamento.

    Entretanto sua argumentação aqui ficou bem desenvolvida, muito bem. Se você não tivesse trazido a citação da Valéria, teria fechado a C2 da mesma forma, pois você trouxe 2 citações no parágrafo: um livro e exemplos do cotidiano (travestis, homossexuais e garotas de programa). Mas, apesar de 2 citações, você soube se posicionar muito bem acerca da sua opinião.

    CONCLUSÃO ——————————————-

    proposta completa! único errinho foi a conjugação “deve propagar”; “deverá propagar”

    C1: 160
    C2: 200
    C3: 120
    C4: 160
    C5: 200
    = 840 [representativa]

    • 3
  3. C1: Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de
    escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. 160.
    C2: Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. 160.
    C3: Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada,
    com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. 160
    C4: Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos
    coesivos. 200.
    C5: Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e
    articulada à discussão desenvolvida no texto. 200.
    Total: 880

    • 1
  4. Olá. Vou apontar alguns erros que encontrei.

    De acordo com os dados fornecidos pelo Boletim Epidemiológico de HIV e Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida)(1), a taxa de mortalidade pela doença diminuiu cerca de 0,9% de 2014 para 2017. Embora tenham ocorrido avanços, os cuidados no controle dessa DST(2), primordialmente entre (3)jovens brasileiros, ainda fazem-se necessários,(4) haja vista que ocorre uma banalização da doença, bem como o fato da Aids ser um tabu marcado por preconceito, ignorância e estereótipo.
    (1) Aqui seria preferível colocar o nome por extenso e, em parênteses, a abreviação.
    (2) Quando utilizar abreviação, é preciso explicá-la entre parênteses, semelhante o que você fez com a Aids.
    (3) Artigo. Os jovens brasileiros.
    (4) Uma sugestão: achei essa frase um pouco mal organizada, eu escreveria da seguinte maneira: “Embora tenham ocorrido avanços no controle dessa DST, ainda fazem-se necessários, primordialmente entre os jovens brasileiros, haja vista que ocorre…”

    Primeiramente, é válido ressaltar que a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida é banalizada pelos jovens brasileiros(1) que de alguma forma acreditam estar fora do risco de infecção. Sob essa ótica, em entrevista para o site G1 da Rede Globo, afirma o jovem juiz-forano diagnosticado com HIV, Diego Callisto: “As campanhas não estão atingindo os jovens, que banalizam a questão do HIV. Acham que está distante. Não acham que está na pessoa ao seu lado, na pessoa com quem está flertando, na pessoa que conheceu na balada.”
    (1) Tenho quase certeza que aqui viria uma vírgula.

    Outrossim, evidencia-se que há um tabu muito grande em relação à doença, muita vezes travestis, homossexuais e garotas de programa são associados ao estereótipo do perfil que é infectado. Por isso, grande parte da sociedade acredita que somente os indivíduos incluídos nesses grupos podem pegar a doença,(1) todavia(2) esse pensamento está incorreto, pois qualquer ser humano que não se previna pode ser contaminado. Por conseguinte, muitas pessoas acabam não se prevenindo contra as DST’s, principalmente os jovens, os quais acreditam que não passarão por isso. Diferente de tal perspectiva, a escritora Valéria Polizzi em seu livro “Depois daquela viagem”(3) afirma tê-lo escrito para ajudar outros soropositivos como ela e mostrar que a Aids pode acontecer com qualquer indivíduo.
    (1) Ponto final.
    (2) Vírgula.
    (3) Vírgula.
    *Só uma observação: não sei se você escreveu a redação no papel, mas olhando pela internet o seu desenvolvimento 2 tem bem mais conteúdo que o desenvolvimento 1. É interessantes os dois terem o mesmo tamanho, até porque os dois argumentos precisam ser defendidos de uma “mesma maneira”, ou seja, os dois com a mesma importância.
    Tenho quase certeza que isso não tiraria nota, até porque não está gritante a diferença dos dois parágrafos, mas isso vale bastante para a organização do seu texto.

    Portanto, urge que medidas sejam implementadas com o fito de solucionar essa problemática. Logo, cabe ao Governo – precisamente ao Poder Legislativo – a criação de campanhas para informar aos indivíduos, os quais todos aqueles que não se prevenirem estarão suscetíveis a se contaminar com a Aids e também a exemplificação de como se prevenir. Isso deverá ser feito por meio de uma parceria com a mídia, a qual deve propagar esses planos, a fim de que os jovens brasileiros se conscientizem sobre a doença e desconstruam essa banalização. Dessa forma, os desafios do controle da Aids entre jovens no Brasil será ao menos amenizado, assim, Valéria Polizzi também terá atingido seu objetivo ao escrever o livro.
    *Conclusão perfeita, não encontrei nenhum erro. Sem falar que possui todos os elementos que o ENEM pede na proposta de intervenção. Parabéns.

    Você escreve muito bem, e esses erros são bem simples, mas que na “hora H” acabam tirando uma nota mil, por exemplo. Tenho certeza que sua redação tiraria 900+, talvez uns 960 ou 940, mas isso é mais por conta dos erros de pontuação e aquela falta do nome por extenso das abreviações no primeiro parágrafo.
    Sendo assim, não tenho muito o que te sugerir para melhorar kkkk. Você já entendeu o que o ENEM quer (4 parágrafos, 1 introdução, 2 desenvolvimento e 1 proposta), está utilizando os conectivos de maneira correta, proposta de intervenção completa e escrevendo de maneira formal. Continue apenas melhorando seu argumento, que a nota máxima será consequência.

    Parabéns, e continue treinando!

    • 1
  5. Introdução: contextualizou e explicou o tema baseado em dados que comprovam a perpetuação do revés. Apresentou a tese com seus argumentos.

    Desenvolvimentos: você apenas apresentou o repertório, no D1. Faça uma argumentação baseada na fala do jovem ao G1 para tornar o repertório produtivo. Como dica, sempre que trouxer um repertório, faça uma argumentação, pensando que ele é uma forma de explicar o problema, e não apenas uma exemplificação. No D2 você também utiliza a frase como uma forma de exemplificar. Coloque em mente que é uma maneira de explicar (com argumentos) para, dessa forma, concluir a C2.

    Conclusão: sua proposta de intervenção completa, o que lhe garante 200 pontos na competência 5.

    C1 – 160 (há alguns erros ortográficas, procure revisar seu texto que você perceberá)
    C2 – 160 (torne seus repertórios produtivos)
    C3 – 160 (faça uma conclusão do desenvolvimento para demonstrar projeto de texto)
    C4 – 200 (utilizou muito bem os conectivos)
    C5 – 200 (proposta de intervenção completa)

    Nota: 880 REPRESENTOU!!
    Parabéns pelo texto!
    Espero ter te ajudado ;)

    • 1
  6. -Toda vez que for usar siglas no texto primeiro descreva a palavra depois entre parentes a sigla exemplo: Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDs). não se esquecer de identificar todas as siglas que forem utilizada no texto, como no primeiro parágrafo a sigla DST.
    -cuidado com as virgulas para isolar apostos explicativos, pois, a frase anterios tem que estar conectada a frase após a virgula
    exemplo: Embora tenham ocorrido avanços, os cuidados no controle dessa DST, primordialmente entre jovens brasileiros,(tente ler sem o aposto que esta entre as virgulas para ver se tem sentido a continuação do parágrafo

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