Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos prevê a todos os indivíduos o direito ao bem-estar social. Contudo, a atual situação que os povos indígenas se encontram impede que esse direito seja plenamente evidenciado no Brasil contemporâneo. Nesse âmbito, a negligência tanto com a educação, quanto com as terras desse povo contribui com a persistência da questão.
Primeiramente, cabe avaliar que os indígenas, em sua maioria, possuem dificuldades no acesso à educação. Nesse contexto, o filósofo Immanuel Kant afirmou que a educação é o que forma o indivíduo. Assim, a impossibilidade em acessá-la prejudica não apenas a formação pessoal desse povo, mas também o ingresso no mercado de trabalho. Isso ocorre, pois o ramo de atividades trabalhista se mostra exigente com relação à formação acadêmica e, sem ela, os índios tendem a sofrer desigualdade ao concorrer por uma vaga de serviço.
Ademais, é possível observar, também, que a falta de medidas eficientes que protegem o território indígena é um dos fatores que contribuem com a permanência do impasse. Isso evidencia uma quebra do Contrato Social, proposto por Thomas Hobbes o qual afirma que, em virtude da desigualdade entre os seres humanos, o Estado tem como dever manter a ordem e assegurar os direitos a todos os cidadãos. Entretanto, o atual contexto se mostra distante dessa realidade, tendo em vista que as posses dos índios não estão sendo devidamente asseguradas. Configurando, destarte, uma incompatibilidade não só com a ideologia de Hobbes, como, da mesma forma, com a Constituição Federal de 1988, a qual garante a todos os indivíduos o direito à terra.
Infere-se, portanto, que medidas sejam tomadas para solucionar as negligências. Logo, compete ao Ministério da Educação – como garantidor dos direitos nessa área – promover a educação ao povo indígena, por meio da construção de escolas em aldeias. Essa ação tem como objetivo educar esses indivíduos e torná-los aptos ao exercício da cidadania. Outrossim, cabe à Funai (Fundação Nacional do Índio) proteger o território indígena, com a implantação de fiscais que defenderão a área destinada ao índio. Dessa forma, espera-se que os direitos ao bem-estar social e à terra sejam devidamente evidenciados, da mesma forma como antes almejado pela ONU e pela Constituição Federal.
Se quiser que eu devolva a correção deixa o nome da redação ou o link pf!
Se possível corrigir por nota.
Grato
Ellenb4tista
competência número 1: 200
competência número 2: 200
competência número 3: 180
competência número 4: 180
competência número 5: 180
Nota final: 940, parabéns pelo seu texto e continue escrevendo Matheus Oliveira Higo
abraços.
Entenda as competências:
COMPETÊNCIA 1
Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa.
COMPETÊNCIA 2
Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa.
COMPETÊNCIA 3
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
COMPETÊNCIA 4
Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
COMPETÊNCIA 5
Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
JacieliCosta
Olá, bom dia Matheus !!
Com relação a sua redação, o primeiro paragrafo sendo a sua tese e introdução, está clara e objetivo, sendo claramente exposto o ponto de vista da questão e os argumentos que serão dispostos no texto.
Indo ao seu segundo e terceiro paragrafo, os pontos estão claros assim como o do primeiro, mas seria viável também fazer o uso de algum dado que possa acrescentar á sua ideia, mas ainda assim, os seus argumentos estão bem elaborados.
E sobre sua conclusão e ideia de intervenção, quanto a primeira ação, acho que poderia ter aprofundando mais, pois ainda se tem entraves mesmo estabelecendo um local de estudo, e os materiais, e os profissionais, e quanto ao acesso desses profissionais as aldeias..
Mas a ideia em si, é possível e real, sendo positiva, apenas faltando alguns complementos.
C1: 200
C2: 200
C3: 120
C4: 200
C5: 120
Total: 840
[email protected]
Bom, a sua redação em minha opinião mostra o seu bom desenvolvimento a respeito do tema abordado, você soube utilizar com competência o seu vasto vocabulário o que contribuiu muito para a compreensão do seu ponto de vista. Além disso você também soube prender a tenção do leitor em sua redação a sua nota: poderia ser acima de 900 por saber desenvolver o tema com a importância e a relevância necessária.
Obs: Lembrando que eu não sou profissional nessa área de correção de redação eu deixei apenas a minha opinião, e a nota coerente com o seu ótimo desenvolvimento com a problemática abordada.
AnaKarineDias
Ao meu ver a sua redação está impecável! Sua introdução ficou muito bem estruturada, principalmente, na quebra de ideia (isso faz com que você prenda a atenção do leitor) e sua tese ficou objetiva e explícita. No desenvolvimento você teve pontos positivos pelo fato do seu argumento está sendo baseado em cima de pessoas de autoridade e não de achismo! Sem contar que seu desenvolvimento teve introdução, desenvolvimento e colusão, ou seja, ficou completo. E Na conclusão a proposta de intervenção ficou clara e completa. Nota-se também que tu tens um vasto vocabulário, inclusive na diversidade de conjunções que você usou.
cartola682
Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos prevê a todos os indivíduos o direito ao bem-estar social. Contudo, a atual situação que os povos indígenas se encontram impede que esse direito seja plenamente evidenciado no Brasil contemporâneo. Nesse âmbito, a negligência tanto com a educação,(1) quanto com as terras desse povo(2) contribui com a persistência da questão.
1 – tira vírgula
2 – desses povos
Primeiramente, cabe avaliar que os indígenas, em sua maioria, possuem dificuldades no acesso à educação. Nesse contexto, o filósofo Immanuel Kant afirmou que a educação é o que forma o indivíduo. Assim, a impossibilidade em acessá-la prejudica não apenas a formação pessoal desse povo, mas também o ingresso no mercado de trabalho. Isso ocorre, pois o ramo de atividades trabalhista se mostra exigente com relação à formação acadêmica e, sem ela, os índios tendem a sofrer desigualdade ao concorrer por uma vaga de serviço.
Ademais, é possível observar, também, que a falta de medidas eficientes que protegem o território indígena é um dos fatores que contribuem com a permanência do impasse. Isso evidencia uma quebra do Contrato Social, proposto por Thomas Hobbes(4) o qual afirma que, em virtude da desigualdade entre os seres humanos, o Estado tem como dever manter a ordem e assegurar os direitos a todos os cidadãos. Entretanto, o atual contexto se mostra distante dessa realidade, tendo em vista que as posses dos índios não estão sendo devidamente asseguradas. Configurando, destarte, uma incompatibilidade não só com a ideologia de Hobbes, como, da mesma forma, com a Constituição Federal de 1988, a qual garante a todos os indivíduos o direito à terra.
4 – vírgula