O desenvolvimento de novas tecnologias foi, em grande parte, uma necessidade da sociedade industrial. Todavia, hoje ele tem se apresentado como um problema ambiental, o qual decorre do consumo desenfreado de artigos eletrônicos e de seu descarte inadequado. Nesse contexto, faz-se necessário discutir maneiras que possam auxiliar no melhoramento desse cenário.
O economista alemão Karl Marx elabora a sua crítica ao modelo capitalista a partir do que ele denomina de excesso de produção de bens supérfluos. Por mais que o autor em questão tenha escrito suas obras no século XIX, as suas considerações se mostram atuais, servindo de base para entender a sociedade do consumo, que tem seu crescimento atribuído aos meios publicitários e a fetichização da mercadoria.
A propaganda divulga cotidianamente mercadorias, objetos de desejo de consumo. Dentro desses, encontra-se os celulares, os quais não possuem somente a função da comunicação, mas também a de status dentro do grupo social. Nesse cenário, percebe-se a indução, de uma grande parcela da sociedade, ao consumo de bens novos em detrimento dos considerados velhos, mesmo que ainda tenham utilidade. Esse processo gera um problema ambiental, uma vez que o aumento do consumo desse bem eleva a produção do lixo eletrônico, o qual agride o meio natural, haja vista que ele não pode ser descartado como um resíduo comum, por trazer elementos tóxicos em sua constituição.
Portanto, mesmo no Brasil não havendo uma legislação específica que trate do descarte desse tipo de refugo, é preciso estabelecer um debate entre a sociedade civil e a esfera legislativa na busca pela regulamentação de uma lei. Assim como é imperioso haver campanhas nas redes sociais e Televisão aberta que alertem sobre o descarte adequado desse tipo de lixo. Além disso, é de extrema relevância que os espaços educacionais em conjunto com a família debatam por meio de palestras e feiras dedicadas ao conhecimento acerca do papel que o consumismo tem assumido na vida cotidiana. Somente assim, será possível a construção de um consumidor responsável, que se preocupa com o crescimento tecnológico aliado ao meio ambiente.
rafacostasilva
Redação muito bem escrita, mas não consigo encontrar coesão da sua introdução com seu desenvolvimento, nem o seu ponto de vista claro. Lembrando que é importante não separar a palavra do complemento, como fez no começo do seu texto, colocando vírgula no “foi”. Apesar de não ser totalmente errado, mas acredito que seja precipitado colocar a vírgula.
Enfim, texto muito bem escrito.
Isaella
OLÁ , algumas considerações
Todavia, hoje ele tem se apresentado como um problema ambiental, o qual decorre do consumo desenfreado de artigos eletrônicos e de seu descarte inadequado
*** o que é um problema ambiental não e o desenvolvimento tecnológico, mas sim, como você disse adiante o mal uso. SO uma correção ai, qp fica ambíguo
argumento do filosofo muito bom.
argumento dois também muito bom, porém poderia ter colocado junto com a propaganda , a obsolescência programada. Outra consideração é que ficou demasiadamente grande o parágrafo.
Portanto, mesmo no Brasil não havendo uma legislação específica que trate do descarte desse tipo de refugo, é preciso estabelecer um debate entre a sociedade civil e a esfera legislativa na busca pela regulamentação de uma lei.
Portanto, mesmo que no Brasil não haja uma legislação específica que trate do descarte desse tipo de refugo, é preciso estabelecer um debate entre a sociedade civil e a esfera legislativa na busca pela regulamentação de uma lei.
lém disso, é de extrema relevância que os espaços educacionais em conjunto com a família debatam por meio de palestras e feiras dedicadas ao conhecimento acerca do papel que o consumismo tem assumido na vida cotidiana.
lém disso, é de extrema relevância que os espaços educacionais em conjunto com a família debatam, por meio de palestras e feiras dedicadas ao conhecimento, acerca do papel que o consumismo tem assumido na vida cotidiana.
também ficou boa a conclusão, mas muito grande
BOA REDAÇÃO.
Lucilane
Apesar dos conectivos sua redação ficou um pouco “distante ” e faltou a definição dos parágrafos…Aconselho que se atente na hora de digitar e que quando for escrever a conclusão, que seja de uma forma simples e resumida que contenha os cincos elementos necessários(Quem,O q,Como,Para q e o detalhamento) e deixando-os fáceis de encontrar na conclusão.
Além disso, você citou um grande sociólogo, e colocou conectivos PARABÉNS!
Lembrando q não sou nenhuma especialista na área e que as notas q te darei serão baseadas nos meus conhecimentos sobre redação.
Minha nota para vc:
I-120
II-120
III-160
IV-160
V-80
Totalizando 640.
Parabéns novamente.Acredito em seu desempenho e boa sorte.😉
JoãoRicardo67
Redação muito bem escrita.texto super coeso, sucinto, não fugiu do tema e ainda citou Marx. nem sei o que falar, rs. pra não dizer que não critiquei, eu, se fosse minha redação, tentaria usar mais repertórios. sei lá, acho que deixam a redação mais atrativa. enfim, isso é só questão de gosto mesmo. muita bom texto.
Kenia
Gente, eu fiz a redação e postei porque um dos passos para entrar no espaço é esse. Todavia, eu não sou mais uma estudante de Enem. Hoje sou professora e coordenadora pedagógica. Achei o espaço muito democrático e de acessível aos que não têm dinheiro para pagar um cursinho particular. Eu mesma nunca tinha escrito uma redação na tipologia exigida pelo Enem, sou da época dos vestibulares e a redação era na sorte. Diante desse fato, estou este ano estudando junto a meus alunos do Médio a construção do texto dissertativo-argumentativo. Meu propósito é ajudá-los no uso dos conceitos provenientes na minha área, a Sociologia. Então, estou aqui lendo quando posso, estamos funcionando a mil com essa quarentena. Estou vivendo na prática o que Karl Marx falou acerca da mais-valia absoluta, mais trabalho e mesmo salário. Bons estudos e estou aqui para ajudar.