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Surdos nas escolas brasileiras

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O compositor alemão surdo, Ludwig Beethoven, em seus últimos dias de vida afirmava que “no paraíso eu vou ouvir”. Segundo o pensamento e relacionando-o à realidade do método de ensino do Brasil, percebe-se a necessidade de um olhar mais atento para o aprimoramento do sistema que cuida de pessoas com deficiência, inclusive a surdez que acarreta certa de 10 milhões da população brasileira. Sendo assim, o avanço na humanização desse fator promove uma sociedade mais crítica e reflexiva, que, consequentemente, tende a ser mais justa, igualitária e humanizada.

A princípio à desigualdade, incluindo dentro das escolas, com a população surda é um fato inegável e parte do cotidiano dessas pessoas. A partir disso o preconceito internalizado com a surdez, muitas vezes velado e escondido, com piadas e brincadeiras que não agradam quem está sendo atingido, levando a insegurança e a exclusão educacional.

Ademais, o desafio da comunicação entre surdos e ouvintes, como professores e outros alunos, promove um contraste na inclusão e desenvolvimento desse aluno no âmbito escola. A falta de capacitação de muito profissionais e falta de estrutura da instituição que apresentam tais limitações, promove a desintegração desse aluno no ambiente escolar. Como resultado o aluno surdo, longe de sentir-se integrado, permanece segregado e impossibilitado de desfrutar do método de ensino convencional.

Sendo assim, é necessário que o método de ensino brasileiro funcione de forma eficiente para romper com as barreiras de descaso e das dificuldades para o acesso de pessoas surdas ao ensino comum, levando um ambiente mais humanizado para as escolas. Portanto o Estado criar mecanismos de incentivo como, cursos de libra para a população, palestras sobre surdez nas escolas, e a formação ampla de docentes intérpretes com a finalidade de tornar o ensino dessas pessoas mais igualaria e por consequência a redução dos índices de evasão escolar por parte dos deficientes auditivos.

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1 Correção

  1. Competência 1 – Demonstrar domínio da norma culta (160)
    Competência 2 – Compreensão da proposta (160)
    Competência 3 – Selecionar, relacionar argumentos (120)
    Competência 4 – Demonstração de conhecimento para a construção da argumentação (120)
    Competência 5 – Elaboração de propostas de solução para o problema(120)
    sua nota seria ente 680

    na proposta de intervenção você escreveu “Portanto o Estado criar mecanismos”, além disso, é legal você citar algum ministério para tomar essa medida, colocar o Estado fica muito solto.

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