O livro “Capitães da Areia” – escrito por Jorge Amado – apresenta jovens que, devido à instabilidade e invisibilidade social, são obrigados a viverem em situação de rua, à margem da sociedade. Nesse contexto, observa-se que a narrativa não diverge da realidade brasileira, visto que, a problemática se deve à má distribuição de renda na sociedade e, indubitavelmente, contribui para o estabelecimento da vulnerabilidade dos indivíduos.
Mediante ao elencado, a Constituição Federal de 1988, assegura a todos os cidadãos o direito à moradia, alimentação e ao bem-estar social. No entanto, pessoas em situação de rua não adquirem o acesso às garantias previstas, dado que, a má distribuição de renda na sociedade não é igualitária. Além disso, a desproporção na repartição monetária contribui para a perduração da desigualdade social e, dessa forma, moradores em situação de rua são negligenciados.
Por conseguinte, de acordo com o Índice de Gini – coeficiente estatístico que mede a desigualdade de renda da população – pessoas em situação de rua retratam o precário estabelecimento de vulnerabilidade, na qual, o desemprego, a fome, o frio e a violência são reflexos do sofrimento diário. Analogamente, a inserção involuntária do indivíduo nessa circunstância acarreta a invisibilidade social, visto que, o preconceito estabelecido se encontra enraizado na sociedade.
Em suma, é imprescindível que o Ministério do Desenvolvimento Regional em conjunto com o Ministério da Economia, promova a inserção gradual dos moradores em situação de rua na sociedade, por meio da distribuição de renda prioritária à alojamentos que receberão os indivíduos. Logo, tais estalagens devem receber apoio monetário para alimentos, roupas, segurança e lazer. Espera-se com essa ação que as ocorrências de pessoas em situação de rua sejam reduzidas ou, até mesmo, dissipadas.
[email protected]
Sua introdução está maravilhosa tanto na contextualização quanto na estrutura. Sua tese está bem embasada. Seus desenvolvimentos estão bem estruturados e apresentam argumentos coesos e que remetem a sua tese. A conclusão ficou muito boa e a proposta de intervenção foi bem construída. Parabéns e continue se empenhando para chegar até ao sucesso!
Danielpierre
Boa noite, bem na minha humilde correção (já que sou novo no estudo da redação), é q sua introdução foi muito bem elaborada, pois apresenta riqueza nela, e não apenas suas palavras. Nos D1 e D2 vc não foge ao tema e na conclusão é mostrado o meio, à ação, o efeito e o agente. Só tenho a parabeniza-lá.
Geraldo157
Boa noite! Primeiramente gostaria de elogiar sua introdução na qual a tese foi muito bem apresentada.
No seu D1 ocorre um erro logo no início do seu parágrafo quando você separa o sujeito da oração em “a Constituição Federal de 1988, assegura a todos os cidadãos o direito à moradia” quando nessa frase “a Constituição Federal” exerce papel de sujeito da frase e por esse ser um erro de caráter simples os corretores do ENEM podem penalizar bastante.
No D2 a divisão de parágrafo não respeitada visto que você não apresenta tópico frasal configurando perca de pontos na competência 2.
Na sua conclusão o agente possui um erro apartir do momento que o Ministério de Desenvolvimento Regional não tem relação com os mendigos, haja vista que a solução proposta afeta o país interio o que de certa forma foge da responsabilidade do MDR.
Em relação ao seu detalhamento do efeito seria melhor se você usasse um sub-efeito mais plausível, considerando que o apresentado por você possui caráter muito geral.