O livro autobiográfico “Eu sou Malala” descreve com riqueza de detalhes a tomada do Vale do Swat pelo Talibã e, durante toda obra fica evidente a negligenciação da educação às mulheres paquistanesas e pertencentes a religião paquistã. Porém, Malala Yousafzai, ativista e moradora do Vale não se calou perante o empecilho e lutou pela sua educação. Em contrapartida, fora da ficção, pode-se observar na sociedade brasileira diversos tipos de preconceito e entre eles a imposição de padrões sociais. Ademais, é válido ressaltar que as doenças mentais são resultados da imposição de estigmas enraizados e praticados no berço da sociedade, causando problemas como a depressão e a criação de preconceitos.
Em primeiro plano, de acordo com o conceito criado pelo jornalista brasileiro G. Dimenstein “Cidadania de Papel” que afirma que as leis constitucionais não são devidamente aplicadas ilustra a problemática, já que a Constituição Federal Brasileira assegura cidadania livre à todos, mas em contrapartida sua sociedade pratica a “prisão” de milhares de pessoas em preceitos enraizados desde cedo no corpo social. Além disso, a grande maioria que sofre a discriminação social não encontra ajuda para auxiliar em seu apoio emocional o que leva ao desenvolvimento de sentimentos como medo e angústia, e acarreta, em grande parte, para a não aceitação de si mesmo e ao desenvolvimento de algumas doenças mentais como a depressão.
Em segunda instância, em acordo com a obra literária de Ray Bradbury “Fahrenheit 451” que retrata um futuro distópico onde o autoritarismo promove perseguições e destruição de obras literárias, também além da ficção, descreve uma realidade atual onde ocorre uma seletividade no que é relevante ou não promover como problemática no corpo social, assim como no livro onde a destruição das obras comprometem o crescimento do pensamento crítico e autônomo dos personagens. Para ilustrar, o conceito “Atitude Blasé” do sociólogo G. Simmel deixa evidente que a sociedade pratica uma postura insignificante em alguns problemas sociais e “fecham” seus olhos para lutar por mudanças. Pode-se afirmar que o assunto retratado na temática e suas respectivas complicações, como por exemplo a depressão e o preconceito, não detém da atenção merecida para propor soluções, o que se faz necessário a discussão.
Para concluir, a resolução dessa problemática deve se basear em um apoio entre o Ministério da Educação juntamente como o Governo Federal para realizar palestras em todas as escolas com a finalidade de eliminar os estigmas presentes na sociedade brasileira que acarretam grande parte da descriminação social e todos seus preconceitos. Além disso, as mídias sociais em conjunto com a Organização Mundial de Saúde (OMS) poderiam se mobilizar para incentivar campanhas para a auto aceitação e promover uma divulgação mais extensa da campanha “Setembro Amarelo” e suas linhas de apoio com o fim de ajudar pessoas que precisam a lidar contra o suicídio e depressão. Sendo assim, a sociedade brasileira estaria indo contra o conceito estipulado por G. Simmel e as realidades descritas nos livros “Eu sou Malala” e “Fahrenheit 451”, caminhando assim para um futuro melhor.
Via
Olá,o que mais chama a atenção em questão de erro foi a introdução.
“O livro autobiográfico “Eu sou Malala” descreve com riqueza de detalhes a tomada do Vale do Swat pelo Talibã e, durante toda obra fica evidente a negligenciação da educação às mulheres paquistanesas e pertencentes a religião paquistã. Porém, Malala Yousafzai, ativista e moradora do Vale não se calou perante o empecilho e lutou pela sua educação.”
Fugiu do tema e iniciou com outro assunto.
Contudo,erros que muitos cometem mas que não contam tanto quanto o começo que foi fora do contexto.
Boa sorte :)
lipearaujo
Boa tarde!
Você escreve bem e fica claro que você se preparou para a prova. Contudo, acho que você se perdeu um pouco.
O uso de conhecimentos de outras áreas do conhecimento, não ficaram bem amarrados, principalmente na introdução. Acredito que até fugiu um pouco do tema. Em vários momentos ficou parecendo que o tema era estigma de um modo geral e não voltado para pessoas com doenças mentais.
1/160
2/120
3/120
4/160
5/120
680
Espero que alcance seus objetivos. Na torcida aqui
Boa prova domingo……
Boa sorte!!!!!
Jffgg
Oi espero ajudar.
.
Intro: vc colocou uma alusão de outra área do conhecimento contextoualizou com a problemática e também ja pinselou seus argumentos que ira desenvolver nos outros parágrafos.
.
D1: toma cuidado com para que sua frase nao fica muito confusa, tenta relacionar as sua ideias para que vc tenha uma PROGRESSÃO TEXTUAL, porque isso te ajuda na C2. Da uma lida antes.
.
■■ Sempre que cita algum dado vc tem que falar da onde vc tirou ele. Isso pode tirar
.
Conclusão: Uma dica o Corretor nunca tem que corrigir sua a sua redação, ele tem que corrigir muitas redações, então tenta deixa sempre de maneira muito clara onde estão os cincos elementos. Exemplos: Fulando (quem) irá fazer aquilo (modo) por meio (meio) ai detalha, nessa hora recomento vc se pergunta como vai fazer? O que vai usar? Pode ser fito que que forma? (detalhamneto) a fim de (finalidade)
DanJCardoso
Olá! Irei analisar sua redação em relação aos parágrafos e as 5 competências.
Introdução: Repertório distante do tema estigmas e entrando na ceara da educação feminina. Há repetição em “paquistanesas” e “paquistã” (“islâmica” seria mais coerente). “Fora da ficção” já serviria de elemento de contextualização. Tese 1 muito bem elaborada. Tese dois bem elaborada, mas estigmas já são preconceitos, logo estigmas não geram preconceitos, são preconceitos. Cuidado com a repetição de “imposição”. Não houve justificativa do tema. No geral, a introdução apresentou: Repertório (20%), contextualização (25%), Teses 20%, mas faltou justificar porque debater o tema (0%). Portanto, a introdução alcançou 65% do objetivo.
Desenvolvimento 1: use vírgulas ou travessões para separar a explicação da teoria do autor do restante da oração. Não use vírgulas como pontos finais, antes do “mas”, por exemplo, criando períodos muito longos. Não explique porque doenças surgem, mas como os estigmas surgem e o que eles causam. Não seja subjetiva ao usar aspas em “presas”, textos dissertativos argumentativos exigem objetividade.Leve tangenciamento do tema. Houve apresentação de argumentos que sustentasse a tese 1, embora a subjetividade gere a quebra da leitura para se pensar no que a autora quis dizer. No geral, o desenvolvimento 1 apresentou: Repertório (25%), Contextualização (25%) Argumento para a tese 1, ainda que subjetivo (20%), conclusão das ideias, ainda que em levemente tangenciada (15%). Portanto, o Desenvolvimento 1 alcançou 85% do objetivo.
Desenvolvimento 2: use virgulas para separar as opções a as explicações. A ausência de elementos de coesão e de conexão no texto, bem como o uso equivocada em ” também fora da ficção, descreve uma realidade atual” ou ele narra ficção ou uma realidade atual. Períodos muito longos atrapalham o entendimento. Use pontos finais ao final do repertório, da contextualização, da argumentação e da conclusão. No geral, o texto apresentou: Repertório, ainda que corrompido por mal uso de conector e sinais gráficos (20%), contextualização, ainda que corrompida por sinais gráficos e períodos longos (20%), argumentação 25% e conclusão (25%), ainda que não bem divididas orações separadas. Portanto, o desenvolvimento 2 alcançou 90% do objetivo.
Conclusão: Não retomou o tema ou as teses. Parcerias não substituem modo/meio, só acrescentam o agente. Falta detalhamento das porpostas. Não utilize “poderiam”, ou eles podem ou não podem. Trate do problema no Brasil, seu país deve ser o foco da sua intervenção. Houve fechamento através da retomada do repertório 1, o que atribui conexão ao texto. No geral, a conclusão apresentou: Agente (20%), ação (20%) e finalidade (20%), faltando o modo/meio (0%) e o detalhamento (0%). Portanto a conclusão atingiu 60% do objetivo.
Média geral: 75%
Competência 1: 160.
Use vírgulas e travessões para separar locuções no seu texto. Não substitua pontos finais por vírgulas e não faça períodos muito longos, dificultam a leitura e o entendimento. Fracione as ideias e as conduza a síntese final.
Competências 2,3 e 4, usarei a média geral dos parágrafos: 150, 150 e 150.
Competência 5: usarei a nota da conclusão: 120.
Nota final definitiva: 730 pontos.
Você escreve muito bem, mas a quantidade de coisas que você escreve passam uma certa insegurança em relação a escrita, como o uso do “Em contrapartida” antes da “fora da ficção”, já que o segundo já servirá perfeitamente. Dê valor a introdução e a conclusão, os corretores leem primeiro elas, para só depois ler os desenvolvimentos. Estude a conclusão. Parcerias não substituem o modo/meio, só acrescentão agentes. Faça um detalhamento, por exemplo: “o Ministério da Saúde – órgão responsável pelo SUS – deve …”, houve um detalhamento do agente através de um aposto que explica algo sobre o agente. Tenho certeza que os corretores não serão tão rígidos. Foi um prazer corrigir sua redação! Rumo ao 1000!
PS: depois me conta o que fez pra caber na folha de redação…