O filósofo brasileiro Raimundo Teixeira, adaptou em 1889, o lema positivista “Ordem e Progresso” não apenas na bandeira nacional, mas também para a sociedade brasileira. No entanto, em um âmbito social onde há obstáculos para combater os desafios do SUS na garantia do acesso à saúde para todos os brasileiros, percebe-se o contrário de uma nação em progresso. Nesse sentido, tais desafios são causados pela ineficácia estatal e pela negligência do Ministério da Saúde.
Diante desse cenário, vale pontuar a inércia governamental em relação à problemática. No ano de 1988, o Brasil conheceu o documento mais importante de sua história: A Constituição Federal. Nela é previsto ser dever do Estado – ou deveria ser – assegurar a todos os cidadãos presentes em território nacional o direito à saúde. No entanto, nota-se o contrário no que está descrito, visto que parte da população sofre diariamente com hospitais lotados, falta de vacinas e até falta de profissionais dentro dos hospitais. Logo, a omissão do Estado acerca da temática, faz com que essa adversidade se mostre um grave problema.
Outrossim, vale pontuar a indiligência do serviço de saúde como um fator agravante da problemática. Desse modo, é lícito referenciar o filósofo grego Platão, que, em sua obra “A República”, narrou o intitulado “Mito da Caverna”, no qual homens acorrentados em uma caverna viam somente sombras nas paredes, acreditando, portanto, que aquilo é a realidade das coisas. Diante disso, é notório que em situação análoga à metáfora abordada o Ministério da Saúde não efetua o suporte necessário aos hospitais e isso acaba causando um efeito em cadeia afetando por último a população. Consequentemente, o Ministério da Saúde olha os números de pessoas sem vacinação, sem leitos disponíveis e entre outros problemas e acabam acreditando, que aquilo é normal de qualquer população a “realidade das coisas”. Portanto, não é razoável que esse viés permaneça em uma sociedade que almeja tornar-se nação desenvolvida.
Dessa forma, graças a inércia governamental e a negligência do Ministério da Saúde no que se refere ao tema, faz com que o Brasil não prospere. Mediante o exposto em suma, o Governo – órgão de maior hierarquia e importância no âmbito social – deverá solucionar esse viés, por meio de projeto intitulado “SUS para todos”, nele o governo deverá disponibilizar verbas para os hospitais, a fim de que não falte nenhum recurso na ajuda de democratizar à saúde para todos. Essa iniciativa terá a finalidade garantir o direito ao acesso à saúde descrito na Carta Magna.
thalia31
eu corrigi uma redacao com o exato mesmo esqueleto que essa aqui, nao acho que esse eh o caminho ideal pra uma nota 1000. saber a estrutura eh diferente de colocar frases inteiras prontas e joga-las em qualquer tema. diferentes temas pedem diferentes abordagens, conectivos e interacoes intratextuais.
introducao:
-ja vi essa mesma introducao em outra redação. acho interessante ter um esqueleto de redacao pra seguir, mas fazer isso toda hora pode criar redacoes um tanto desconexas/truncadas/pobres.
– entenda que ao final da sua introducao vc fala ineficiecia estatal e negligencia do ministerio da saude(que eh um braço estatal). eu modificaria um desses argumentos, por exemplo, a corrupcao eh um impecilho valido pra garantia plena do sus, assim como a falta de recursos (negligencia esatatal)
refiz: O filósofo brasileiro Raimundo Teixeira, adaptou em 1889, o lema positivista “Ordem e Progresso” não apenas na bandeira nacional, mas também para a sociedade brasileira. No entanto, em um âmbito social onde há obstáculos para garantia plena do Sistema Unico de Saude, percebe-se uma nação em desalinho ao progresso. Nesse sentido, tais desafios são causados pela ineficácia estatal por falta de investimentos suficientes e na constante corrupção, pelos desvios de verba da saúde pública.
argumento 1:
-mudaria o final desse paragrafo para:
Logo, a omissão do Estado acerca da implementação integral de serviços de saúde para todos faz com que o SUS permaneça num plano formal, mas não material e concreto.
argumento 2:
a sua contextualizacao do mito da caverna nao tem qualquer relacao coerente com a atuacao do ministerio da saude. como eu disse, se voce copiar e colar uma estrutura inteira de argumentacao em qualquer tema irá se dar mal. faltou nesse paragrafo, coesao e coerencia.
conclusao;:
acho que sua conclusao nao foi capaz de retomar 100% a sua tese. alem de que governo nao é um órgao, e tambem a disponibilizacao de verbas apara hospitais ja eh uma realidade, isso nao eh uma proposta de intervencao coerente. alem de que o ideal seriam duas prpostas de intervencao;
pra finalizar, indico que voce tente estudar a estrutura de uma redacao de enem, foque em aprender isso primeiro e nao se prenda a esqueletos prontos.
Crisccavalcante
Olá, Matheus!
Irei comentar teu texto por partes, tudo bem?
INTRODUÇÃO
Está muito boa, tem tudo que uma boa introdução pede: referências, relacionar a referência com a realidade brasileira, tese e argumentos que serão utilizados.
DESENVOLVIMENTO
O desenvolvimento 1 está muito bom, faltou somente um fechamento para o mesmo no fim do parágrafo.
O problema está no desenvolvimento 2, você não associou muito bem a referência com a ideia que queria trazer para o parágrafo, deixando-o confuso. Eu diria que não precisa encher o texto de referências, pois se você não souber associar sua redação vai ficar com cara de “texto pronto” e forçado, e não é isso que queremos, certo?
CONCLUSÃO
Você retomou a tese e respondeu a todas as perguntas indispensáveis para uma boa conclusão. Porém… o que você me deu como resolução já existe, ou seja, já existe orçamentos para esses hospitais. Nesse caso, você poderia ter pensando em uma solução para fortalecer o que já existe (isso é uma forma muito válida de fazer a proposta de intervenção). No seu caso você poderia dizer que o programa “SUS para todos” vai disponibilizar um aumento da verba para hospitais das regiões onde mais precisam, obedecendo assim um dos princípios do SUS, a equidade (dar mais a quem precisa mais). Entendeu o que quis dizer?
Enfim, vamos à pontuação segundo os critérios ENEM
Competência 1: 160
Competência 2: 120
Competência 3: 160
Competência 4: 80
Competência 5: 120
Pontuação total: 640
Gostou da minha correção? Te convido a conhecer meu ig de estudo (Ana Paula Souza.dacrys) e visitar o destaque “Corrige, Cris”, lá você pode encontrar várias outras dicas sobre redações e outras coisas.
Sucesso!
bira
Competência 1- 120
Competência 2- 160
Competência 3- 160
Competência 4- 120
Competência 5- 200
Nota total – 760
Os erros de gramática foram mínimos, e a organização decente. No vocabulário existe uma falta de palavras diversificadas demonstrando domínio do idioma, com uma leve melhora no vocabulário e mais foco na organização fica uma redação mil fácil.