Diante a pandemia do coronavírus e de estudos ainda não comprovados acerca da eficácia da cloroquina em pessoas infectadas, o desaparecimento deste medicamento em farmácias tem sido frequente. Devido a adquirição em massa do mesmo, há a banalização do seus efeitos colaterais, pondo em discussão uma prática recorrente: a da automedicação. Sendo esse um problema de saúde pública, cabe avaliar os fatores que favoreceram tal quadro.
Em primeira análise, no Brasil é quase sempre possível obter qualquer medicamento sem receita, alinhado a isso está o fator cultural da automedicação. Tal hábito por ser comum a 77% dos brasileiros, segundo o Conselho Federal de Farmácia, torna-se um problema porquê o uso indiscriminado de remédios podem desencadear agravamento de doenças já existes, intoxicações, mascarar doenças mais graves e até mesmo, no caso de antibióticos, provocar resistência bacteriana.
Ademais, a dificuldade de acesso a serviços públicos de saúde também contribui para manutenção desse hábito. Segundo dados do relatório do Banco Mundial e da Organização Mundial de Saúde, pelo menos metade da população global não tem acesso a serviços essenciais de saúde, o que fere um dos direitos fundamentais já que a mesma é garantida na Declaração Universal dos direitos Humanos. Tal dificuldade advém de vários fatores, dentre eles a distância entre a residência e o posto de saúde mais próximo.
Portanto, é imprescindível a adoção de medidas que visem coibir tal hábito. Desse modo, faz-se necessário que os profissionais de saúde, através de visitação periódicas a domicílios, realizem consultas com grupos familiares buscando facilitar o acesso a saúde. Ademais, é viável que o Ministério da Saúde, por meio das mídias sociais, utilize-se de propagandas visando informar e expor os riscos do uso indiscriminado de remédios sem orientação médica, para que, não só na persistência, mas na existência de qualquer sintoma, o médico deverá ser consultado.
Os desafios da automedicação no Brasil
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zenauis
D1: desenvolva mais sua argumentação em relação a sua tese, precisa de mais marcas de autoria para que sua argumentação fique mais forte e não apenas como uma apresentação de dados de maneira simplória. Ou seja, falta dizer o porquê que isso é um problema. Acrescente ao iniciar o paragrafo um conectivo de prioridade (ex: sobretudo).
D2: parece continuação da argumentação do d1, por ser outro paragrafo você precisa dizer que prática é essa. Um novo paragrafo é uma nova ideia. Seu tópico frasal deveria fazer parte do d1 e no d2 você desenvolver outra argumentação de acordo com sua alusão, assim, teria mais coesão. Comece o paragrafo com um conectivo de adição (ex: Ademais).
Conclusão: sua proposta de intervenção necessita da marcação de um agente, modo, ação e finalidade para ficar completa, revise. Se você faz duas propostas, ambas precisam ter tudo isso, desse modo, recomendo fazer apenas uma que esteja possível estar completa.
Jaciele003
OLHA SE ASSIM FICOU MAIS RAZOÁVEL. (o caps é só pra destaque mesmo kk).
Diante a pandemia do coronavírus e de estudos ainda não comprovados acerca da eficácia da cloroquina em pessoas infectadas, o desaparecimento deste medicamento em farmácias tem sido frequente. Devido a adquirição em massa do mesmo, há a banalização do seus efeitos colaterais, pondo em discussão uma prática recorrente: a da automedicação. Sendo esse um problema de saúde pública, cabe avaliar os fatores que favoreceram tal quadro.
Em primeira análise, no Brasil é quase sempre possível obter qualquer medicamento sem receita, alinhado a isso está o fator cultural da automedicação. Tal hábito por ser comum a 77% dos brasileiros, segundo o Conselho Federal de Farmácia, torna-se um problema porquê o uso indiscriminado de remédios podem desencadear agravamento de doenças já existes, intoxicações, mascarar doenças mais graves e até mesmo, no caso de antibióticos, provocar resistência bacteriana.
Ademais, a dificuldade de acesso a serviços públicos de saúde também contribui para manutenção desse hábito. Segundo dados do relatório do Banco Mundial e da Organização Mundial de Saúde, pelo menos metade da população global não tem acesso a serviços essenciais de saúde, o que fere um dos direitos fundamentais já que a mesma é garantida na Declaração Universal dos direitos Humanos. Tal dificuldade advém de vários fatores, dentre eles a distância entre a residência e o posto de saúde mais próximo.
Portanto, é imprescindível a adoção de medidas que visem coibir tal hábito. Desse modo, faz-se necessário que os profissionais de saúde, através de visitação periódicas a domicílios, realizem consultas com grupos familiares buscando facilitar o acesso a saúde. Ademais, é viável que o Ministério da Saúde, por meio das mídias sociais, utilize-se de propagandas visando informar e expor os riscos do uso indiscriminado de remédios sem orientação médica, para que, não só na persistência, mas na existência de qualquer sintoma, o médico deverá ser consultado.