A lei Áurea entrou em vigor em 13 de maio de 1888, a fim de erradicar o trabalho escravo no Brasil. Mas a lei ficou apenas no papel e o trabalho continuou nas costas dos escravos. Apesar dessa tentativa, o real problemas está na mente da sociedade escravocrata, os senhores – donos de escravos – não os via como seres humanos – dignos de respeito. Por isso a Lei Áurea não transformou definitivamente o trabalho análogo ao de escravo em um trabalho formal e regularizado. Hodiernamente, há em grandes fábricas escravidão, em vários setores da economia brasileira e o modelo que era para ser de transição, foi consolidado sútil e maliciosamente na contemporaneidade.
Em primeiro plano, vale ressaltar que não obstante existir o trabalho escravo, este se camufla aos olhos do corpo social. Nesse viés, o historiador Caio Prado diz: “ O Brasil é uma empresa colonial formada para atender interesses externos”. Assim, fica claro que as cortinas metafóricas que escondem a maldade por trás da escravidão brasileira, afinal não existe uma preocupação concreta com os objetivos internos. Prova disso, o Ministério do Trabalho trouxe em 2016 , onde mais de 50 mil brasileiros eram escravizados desde 1995. A partir desse cenário, vê-se que o impasse deve ser resolvido nas bases da sociedade, trazendo a compreensão da igualdade entre os diretos do cidadão independente da raça, cor , idade ou ocupação social.
Por outro prisma, também vale lembrar que à princípio a escravidão foi apresentada como uma alternativa transitória e benéfica para o crescimento do Brasil. Na realidade e na pratica não aconteceu assim. A ganância do homem superou mais uma vez o respeito ao próximo, consoante a isso o filósofo grego Epicuro de Samos cita: “Nada é suficiente para quem o suficiente é pouco.” Nesse sentido, nota-se que nao importa o quão lucrativo fosse o processo, nunca seria o bastante. Visto que ate hoje no meio rural e urbano muitos indivíduos são submetidos ao trabalho forçado, jornadas exaustivas e riscos de saúde.
Logo, para solucionar o impasse apresentado no que tange à mentalidade escravista e à falta de dignidade humana no trabalho é necessário que o Ministério do Trabalho crie programas educativos com informações sobre os malefícios e atrasos gerados pela escravidão contemporânea, trazendo em documentários que expressem essa realidade para a sociedade, com a finalidade de persuadir o corpo social a abandonar o modelo de trabalho escravo. Tudo isso será feito por meio de incentivo financeiro Estatal, bancando a transmissão dos documentários à sociedade. Ademais, o Governo deverá ser mais severo na punição contra o trabalho análogo ao de escravo, conforme está no código 149 do Código Penal brasileiro. Para assim restaurar a dignidade do trabalhador no Brasil contemporâneo.
LígiaMoraes
C1 demonstrar domínio da norma culta da língua portuguesa 180
C2 compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo 160
C3 selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista 180
C4 demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação 180
C5 elaborar proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural 140
Nota- 840
jullia cardoso Fernandes
Ola Ligia, eu nao concordo com a sua correcao no que se refere a competencia5 – que analisa a habilidade de escrever sobre os 5 elementos validos para uma intervencao. Eu coloquei os 5 na minha proposta e detalhei cada um deles no comentario acima que fiz para o Guilherme. Gostaria que voces tivessem um pouco mais de zelo e procurassem sobre as competencias e o que elas realmente exigem. Porque eu nao consegui entender como voces me deram essa nota, visto que na competencia 5, especialmente eu atendi a todos os criterios. Quanto as outras competencias sei que temos sempre que melhorar, por isso nao vou questiona-las a principio, mas a 5 competencia e’ a mais metodica entre as outras.
Guilherme98
Competência I: demonstrar domínio da norma culta da língua portuguesa= 200
Competência II: compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo= 160
Competência III: selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista=200
Competência IV: demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação= 160
Competência V: elaborar proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural=140
nota= 860
jullia cardoso Fernandes
Ola Guilherme, eu nao concordo com a sua nota dada na Competencia 5, a qual julga os 5 elementos da intervencao. Pois eu atendi aos 5 el. exigidos pela banca e vou cita-los.
Acao: criar programas educacionais com informacoes para refutar o metodo da escravidao
Agente: Ministerio do Trabalho
Detalhamento: trazendo documentarios que expresssem a realidade da escravidao no Brasil hoje
Modo: por meio de incentivos financeiro e Estatal, financiando o projeto
Finalidade: com a finalidade de erradicar a escravidao no Brasil.
Assim, a nota deveria estar completa como a proposta.