Estudante

O grupo fortalece o indivíduo?

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O revolucionário socialista, Karl Marx, afirmou “Até agora os filósofos se preocupam em entender o mundo de diversas maneiras. O que importa é transformá-lo”. O pensamento crítico do século XIX reflete, ainda, a necessidade de avanço, mais precisamente, a compreensão de que o grupo fortalece o indivíduo. Entretanto, no Brasil a competitividade social e a rivalidade entre os cidadãos impedem esse estímulo. Logo, é essencial explorar soluções para unir as comunidades.

 

Em primeira análise, a atual formação global que segue princípios capitalistas implica na competição entre os indivíduos. No ano de 1929, as ações de empresários perderam o valor devido à expansão do comércio e à superprodução. Nesse contexto, a disputa pelo crescimento econômico corroborou para o enfraquecimento de nações mundiais – incluindo o Brasil, além de não exportar o café, teve o prejuízo de queimá-lo. Desta forma, a falta de união entre as estatais arruinou as relações sociais.

 

Em segunda análise, os conflitos na sociedade estimulam o enfraquecimento dos indivíduos. É incontestável, quando há união entre integrantes da comunidade eles ficam mais fortes. Para exemplificar, o filme norte-americano “A felicidade Não Se Compra”, lançado em 1946, desenvolve a história de George Bailey, um bancário que vê seus negócios falirem. Porém, os moradores da cidade se uniram para ajudar a personagem, assim cooperaram e fortaleceram os comércios. Nesse viés, apresenta-se a utopia de como seria uma sociedade colaborativa.

 

Portanto, urge alternativas para unir o povo brasileiro. O Ministério Público, em parceria com o Ministério da Cidadania, deve oportunizar aos cidadãos espaços para trabalhar a cooperação para que, naturalmente, aprendam a conviver unidos e fortalecerem-se. Desta forma, as pessoas serão convidadas a participar de projetos lúdicos, como atividades recreativas em parques promovidas pelas secretarias municipais. Somente assim, o Brasil traria transformações que honrariam a apologia de Marx.

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2 Correções

  1. O revolucionário socialista,(1) Karl Marx, (2) afirmou “Até agora os filósofos se preocupam em entender o mundo de diversas maneiras. O que importa é transformá-lo”. O pensamento crítico do século XIX reflete, ainda, a necessidade de avanço, mais precisamente, a compreensão de que o grupo fortalece o indivíduo. Entretanto, no Brasil (3) a competitividade social e a rivalidade entre os cidadãos impedem esse estímulo. Logo, é essencial explorar soluções para unir as comunidades. (4)
    Em primeira análise, a atual formação global que segue princípios capitalistas implica na competição entre os indivíduos. No ano de 1929, as ações de empresários perderam o valor devido à expansão do comércio e à superprodução. Nesse contexto, a disputa pelo crescimento econômico corroborou para o enfraquecimento de nações mundiais – incluindo o Brasil, além de não exportar o café, teve o prejuízo de queimá-lo. Desta forma, a falta de união entre as estatais arruinou as relações sociais. (5)
    Em segunda análise, (6) os conflitos na sociedade estimulam o enfraquecimento dos indivíduos. É incontestável, quando há união entre integrantes da comunidade (7) eles ficam mais fortes (8). Para exemplificar, o filme norte-americano “A felicidade Não Se Compra”, lançado em 1946, desenvolve a história de George Bailey, um bancário que vê seus negócios falirem. Porém, os moradores da cidade se uniram para ajudar a personagem, assim cooperaram e fortaleceram os comércios. Nesse viés, apresenta-se a utopia de como seria uma sociedade colaborativa.
    Portanto, urge alternativas para unir o povo brasileiro. O Ministério Público, em parceria com o Ministério da Cidadania, deve oportunizar aos cidadãos espaços para trabalhar a cooperação para que, naturalmente, aprendam a conviver unidos e fortalecerem-se. Desta forma, as pessoas serão convidadas a participar de projetos lúdicos, como atividades recreativas em parques promovidas pelas secretarias municipais. Somente assim, o Brasil traria transformações que honrariam a apologia de Marx. (9)
    1 e 2: Isso não é um aposto, não deveriam haver vírgulas aí.
    3: Deveria haver uma vírgula pelo adjunto adverbial deslocado.
    4: Ótima introdução.
    5: Maravilhoso esse parágrafo!
    6: Paralelismo incrível!
    7: Aqui deveria haver uma vírgula pela oração subordinada adverbial temporal deslocada.
    8: Esse período não ficou bom estruturalmente, que tal assim “É incontestável: quando há união entre integrantes da comunidade, eles ficam mais fortes” OU “É incontestável que, quando há união entre integrantes da comunidade, eles ficam mais fortes”.
    9: Ótima proposta, com agente, ação, efeito e até detalhamento, mas faltou o meio, o.k?
    Observações: O gênero seguido foi o do texto dissertativo-argumentativo, você apresentou conhecimento do tema e uso correto dos articuladores coesivos.
    NOTA
    Competência 1: 160
    Competência 2: 200
    Competência 3: 160
    Competência 4: 200
    Competência 5: 160
    Total: 880
    PARABÉNS! CONTINUE TREINANDO!

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  2. Olá, tudo bem? Espero que sim!
    Bom… Não sou especialista, mas espero ajudá-la.
    Corrigirei de acordo com os critérios de correção da redação DISSERTATIVA ARGUMENTATIVA.
    Falarei alguns pontos que achei pertinente.
    Faltaram algumas vírgulas.
    Seus argumentos e repertórios foram bons, porém senti a falta de uma maior objetividade.
    Você utilizou bem os conectivos e articulou bem os parágrafos e as informações.
    No primeiro parágrafo não ficou explícito qual seria o estímulo.
    Sua conclusão faltou o MODO. Você colocou apenas a AÇÃO, o AGENTE, a FINALIDADE e o DETALHAMENTO.
    NOTA: 840
    Espero ter ajudado. Se possível, corrija a minha também.

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