O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

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A filósofa alemã Hannah Arendt, em “Banalidade do mal”, refletiu sobre o resultado do processo de massificação social, tornando-se alienados e aceitando as situações sem questionar. O pensamento da filósofa está relacionado ao contexto de alienação da sociedade brasileira sobre, o estigma associado ao vírus HIV no Brasil, desconsiderando á importância da inexistência de determinadas leis e a necessidade de projetos sociais.

É relevante abordar, primeiramente, a ineficiência do Estado em elaborar leis que garante a segurança de pessoas soropositivos. Embora, a Constituição Federal de 1988, assegure o acesso a saúde e segurança, como direito de todos os cidadãos, percebe-se que, na atual realidade contemporânea, não há o cumprimento dessa garantia, onde, faz-se necessário refletir acerca da banalização desse preconceito social. Dessa forma, reforçam-se, cada vez mais estigmas negativos ao vírus HIV.

Nessa perspectiva, a escassez de projetos sociais que visem a inclusão de pessoas soropositivos na população, contribui para a precariedade desse setor e para a continuidade do contratempo envolvendo essa temática. Nesse cenário, o sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, em sua obra “O Homem Cordial”, expõe o egoísmo presente na sociedade brasileira- que tende a priorizar ideais particulares em detrimento do bem-estar coletivo, oberva-se que esse preconceito influência muitos a desistirem do tratamento, onde é frequentemente associada à incapacidade ou fraqueza por distraem do ideal inalcançável de perfeição cultivado no ideário nacional.

Urge, pois que medidas sejam tomadas com o intuito de se coibir o problema ocorrido. A fim,  de formar uma comunidade justa e igualitária, o Poder Executivo Federal em união ao Poder Legislativo, devem desenvolver projetos do Governo que informem a sociedade sobre o cotidiano e a dificuldade de conviver com essa doença. Por fim, essa medida deve ser realizada por meio de debates oferecidos por profissionais que estudem dados estatísticos sobre a problemática, garantido o convencimento social.

Com a realização dessa medida será possível usufruir da saúde desses cidadãos de modo positivo no país.

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2 Correções

  1. Oii, vou tentar te ajudar
    1-Sua introdução ficou muito boa, você apresentou um bom repertório.
    •Só não gostei muito da apresentação dos argumentos. No primeiro argumento você pode usar: falibilidade legislativa, insuficiência legislativa e etc.
    No segundo argumento você poderia ter utilizado a palavra “escassez”, ao invés de “necessidade.
    •Eu acho que você deveria iniciar um novo período para apresentar os argumentos, pois o segundo período ficou muito longo.
    2-Você deve iniciar o primeiro parágrafo de argumentação com conectivo.
    •No segundo período do parágrafo de argumentação você deve apresentar seu repertório. Organize seu parágrafo.

    A Constituição Federal de 1988 assegura o acesso a saúde e segurança, como direito de todos os cidadãos. Portanto, percebe-se que, na atual realidade contemporânea (Ou você usa atual ou você usa contemporânea), não há o cumprimento dessa garantia, onde, faz-se necessário refletir acerca da banalização desse preconceito social. Dessa forma, reforçam-se, cada vez mais estigmas negativos ao vírus HIV.
    3-Nessa perspectiva, a escassez de projetos sociais que visem a inclusão de pessoas soropositivos na população, contribui para a precariedade desse setor e para a continuidade do contratempo envolvendo essa temática. Nesse cenário, o sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, em sua obra “O Homem Cordial”, expõe o egoísmo presente na sociedade brasileira- que tende a priorizar ideais particulares em detrimento do bem-estar coletivo. Portanto, oberva-se que esse preconceito influência muitos (muitos oq?) indivíduos a desistirem do tratamento, onde é frequentemente associada à incapacidade ou fraqueza por distraem do ideal inalcançável de perfeição cultivado no ideário nacional.
    •Seu período ficou muito longo novamente. Lembre-se de organizar sua argumentação na apresentação do argumento, repertório e argumentação.
    4- Na conclusão você não apresentou proposta de intervenção para os argumentos.
    •O primeiro argumento foi a falta de leis, então a proposta deve ser a criação e fiscalização dessas leis.
    •Revise os elementos da conclusão.

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  2. Boa escrita e ótima colocação dos dados ao longo do texto. Seus sinais de pontuação estão corretos, o que me levou atenção foi para o “Urge”, no início do quarto paragráfo, poderia ser substituído por talvez: Premente.
    “Premente, pois que medidas sejam tomadas com o intuito de se coibir o problema ocorrido.”

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