A canção “O tempo não para” do cantor Cazuza tem o verso: “Eu vejo o futuro repetir o passado”. De fato, a afirmação está correta,pois, ao analisar o cenário brasileiro do século XXI, nota-se a recorrência da falta de preservação e legitimação das raízes históricas do patrimônio indígena brasileiro e que, portanto, configura um impasse a ser sanado. Desse modo, é essencial destacar a falta de mobilização social, bem como a escassez de políticas públicas eficazes ,como impulsionadores da perpetuação desse cenário hostil.
Nesse viés, evidencia-se a negligência da sociedade como uma peça chave da desvalorização da cultura indígena. Isso ocorre,porque, existe um preconceito enraizado devido à , principalmente, os rituais religiosos executados por esses povos. A esse respeito, cumpre pontuar que, conforme o filósofo medieval São Tomás de Aquino, todos os indivíduos de uma sociedade democrática são igualmente importantes. Dessa forma,é inaceitável que,em pleno século XXI,devido à falta de mobilização social ,os índios não gozem do direito de interação com seu patrimônio – direito que se aplica, em teoria, a todos.
Ademais,é inegável como inoperância estatal alicerça a ineficiente preservação do patrimônio indígena.Sob esse viés, tal realidade problemática acontece em razão de que as políticas assistencialistas existentes não cumprem efetivamente seu papel. Nessa perspectiva, em consonância com a seguinte definição presente no dicionário : “ a cultura é a identidade de um povo”, cabe pontuar que medidas precisam ser tomadas para que as raízes históricas dos povos indígenas sejam preservadas. Logo, enquanto o Governo Federal postergar a efetividade da solução para essa questão, difícil será o processo de alterar esse cenário.
Há,portanto,a urgência de medidas que legitimem as raízes históricas do patrimônio indígena na estrutura do Brasil.Por isso,o Ministério da Cidadania deve criar o Plano Nacional Indígena , por meio do direcionamento de verbas para os governos estaduais .Nesse sentido,a finalidade dessa medida é que esse dinheiro seja repassado para os órgãos públicos das comunidades como, por exemplo, o CRAS a fim de que políticas possam ser aplicadas para exaltar as riquezas indígenas em meio a sociedade moderna e, consequentemente, evitar preconceitos com esse povo. Logo, posteriormente, os erros serão atenuados e o verso do cantor Cazuza, nesse âmbito, não representará a sociedade brasileira.
BB23
Oii, tudo bem?
Estive analisando sua redação, parabéns!!! Ela está muito bem escrita, apenas atente-se às observações que coloquei entre parênteses:
A canção “O tempo não para” do cantor Cazuza tem o verso: “Eu vejo o futuro repetir o passado”. De fato, a afirmação está correta,pois, ao analisar o cenário brasileiro do século XXI, nota-se a recorrência da falta de preservação e legitimação das raízes históricas do patrimônio indígena brasileiro e que, portanto, configura um impasse a ser sanado. Desse modo, é essencial destacar a falta de mobilização social, bem como a escassez de políticas públicas eficazes ,como impulsionadores da perpetuação desse cenário hostil.
(Esse parágrafo está muito bem escrito, não possuo observações relevantes para fazer, mas um detalhe interessante é também citar de que ano ou álbum do cantor a música faz parte).
Nesse viés, evidencia-se a negligência da sociedade como uma peça chave da desvalorização da cultura indígena. Isso ocorre,porque, existe um preconceito enraizado devido à , principalmente, os rituais religiosos executados por esses povos. A esse respeito, cumpre pontuar que, conforme o filósofo medieval São Tomás de Aquino, todos os indivíduos de uma sociedade democrática são igualmente importantes. Dessa forma,é inaceitável que,em pleno século XXI,devido à falta de mobilização social ,os índios não gozem do direito de interação com seu patrimônio – direito que se aplica, em teoria, a todos.
(Evite a expressão “que em pleno”, ela demonstra muito sentimento, exponha sua opinião sem grande emoção, de modo que ela seja vista como séria e relevante, além disso, pode trocar o século XXI por o “século da ……” e citar uma característica marcante dele que o evidencie, evitando a repetição constante de tal século).
Ademais,é inegável como inoperância estatal alicerça a ineficiente preservação do patrimônio indígena.Sob esse viés, tal realidade problemática acontece em razão de que as políticas assistencialistas existentes não cumprem efetivamente seu papel. Nessa perspectiva, em consonância com a seguinte definição presente no dicionário : “ a cultura é a identidade de um povo”, cabe pontuar que medidas precisam ser tomadas para que as raízes históricas dos povos indígenas sejam preservadas. Logo, enquanto o Governo Federal postergar a efetividade da solução para essa questão, difícil será o processo de alterar esse cenário.
(Aqui foi feita uma argumentação muito rasa, especifique qual dicionário foi, conceitos mudam regularmente de um para outro. Além disso, as argumentações mais exatas e instigantes são as atrelações históricas, dados estatísticos e dados de instituições de grande relevância social, pois são argumentos irrevogáveis).
Há,portanto,a urgência de medidas que legitimem as raízes históricas do patrimônio indígena na estrutura do Brasil.Por isso,o Ministério da Cidadania deve criar o Plano Nacional Indígena , por meio do direcionamento de verbas para os governos estaduais .Nesse sentido,a finalidade dessa medida é que esse dinheiro seja repassado para os órgãos públicos das comunidades como, por exemplo, o CRAS a fim de que políticas possam ser aplicadas para exaltar as riquezas indígenas em meio a sociedade moderna e, consequentemente, evitar preconceitos com esse povo. Logo, posteriormente, os erros serão atenuados e o verso do cantor Cazuza, nesse âmbito, não representará a sociedade brasileira.
(Não comece um parágrafo com “há”, gera muita informalidade. Além disso, opte a substituição de pontos e vírgulas por conectivos e demais instrumentos formais da linguagem, assim, tornam o repertório instigante e bem elaborado).
Parabéns pelo seu texto! Muito sucesso para você!!!