Sob a óptica do documentário estadunidense “A história das coisas”, é possível perceber que as pessoas estão cada vez mais impulsivas em suas compras, incentivadas pelo apelo midiático das vitrines e das promoções. Nesse viés, é notório o incentivo da cultura de massa ao consumismo desenfreado, visto que a alienação social e o esgotamento de recursos ambientais afetam diretamente nesse processo. Desse modo, desenvolver um senso crítico nas pessoas, bem como ocorrer a sensibilização ambiental são fatores essenciais que podem alterar essa lastimável conjuntura.
A priori, na visão filosófica da Escola de Frankfurt, a “Indústria Cultural” deturpa as consciências individuais e proporciona a assimilação dos indivíduos ao sistema social dominante. Em resumo, denunciam a morte da “razão crítica”, asfixiadas pelas relações de produção capitalistas. Concomitante a isso, os meios de comunicação, principalmente as redes sociais, têm o poder maior de influenciar no aumento do consumo de bens materiais pelas pessoas, as quais compram produtos na maioria das vezes por “status”. Sob esse âmbito, a indução desse pensamento no corpo social influencia, negativamente, nas tomadas de decisões individuais, as quais serão voltadas para o consumo em massa, pois essa é uma atitude supervalorizada hodiernamente.
Faz-se mister, ainda, salientar o crescente esgotamento da natureza para suprir essa enorme demanda de consumo como impulsionador do problema. Em coadunação com o ambientalista Genebaldo Dias, a educação social “treina” as pessoas para serem consumidores úteis e ignorantes no sentido das consequências ecológicas dos seus atos. Nessa perspectiva, os fabricantes se aproveitam disso e criam produtos programados para não durar, prática conhecida como “obsolescência programada”, fato esse que multiplica os malefícios ao meio ambiente, de modo que geram a produção exagerada de lixo, poluição do ar e exaustão dos recursos hídricos.
Logo, o Ministério da Educação – ramo do Estado responsável pela formação civil – inserir, na grade curricular, desde a tenra idade, disciplinas como “Educação Ambiental”, por meio da alteração na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, com o intuito de formar um senso consciente de cidadania e evitar a entrada da população em um mundo cada vez mais consumista. Ademais, o Governo Federal, em parceria com as prefeituras, deve incentivar a comunidade a separar o lixo e a participar da coleta seletiva, com o fito de contribuir para um meio ambiente mais equilibrado, como o ambientalista Genebaldo defende.
Elicleciacoutoalves
Gostei das suas palavras!
Você citou filosofia concreta objetiva, não usou palavras repetitivas, é um tema bom, continuar sempre treinando e pesquisando pra sempre deixar suas redação ótima, você escreveu bem formal e esplêndido e formalizado. Continue motivada na redação que você vai se sair bem e vitoriosa sua nota Se eu fosse dar seria de 850
rafaelaeliaas
Oiiii tudo bem?
Tem corretor que diz não ser bom utilizar “é notório” por se tratar de um fato.
Foi mto bom o modo com que você apresentou os seus argumentos no 1 Parágrafo.
Bom uso de conectivos.
Acho que faltou “deve inserir “ no íntimo parágrafo . E senti falta de uma finalização no seu texto. Que tal colocar “assim, espere-se que ….”