No início do século XX, houve uma política de reurbanização e limpeza no Rio de Janeiro liderada pelo médico Oswaldo Cruz. Esta ação visava a extinção de doenças e impunha a vacinação como método de eliminá-las. O povo, desprovido de informações verdadeiras, organizaram, então, a Revolta da Vacina. Análogo a essa mobilização, verifica-se, hoje em dia no Brasil, o surgimento e crescimento de movimentos antivacina, pautados na manipulação e divulgação de falsas notícias. Em decorrência a isso, verifica-se o regresso de doenças antes consideradas erradicadas, como o sarampo. Nesse sentido convém analisar as principais causas, efeitos e possível medida do revés.
Ademais, o livro “Fahrenheit 451” do escritor estadunidense Ray Bradbury, exibe uma sociedade influenciada e condicionada a queimar seus livros, agora denominados perigosos. Similarmente, vê-se a corrente anti-imunização, que afirma a relação entre a vacinação e o aparecimento de autismo, considerando essa campanha preventiva, maléfica a todos. Isso, é proveniente de artigos com dados alterados e tendenciosos.
Em virtude disso, patologias como o sarampo e a poliomielite reapareceram, infectando e matando sobretudo crianças. O médico oncologista Drauzio Varella afirma, em uma entrevista à BBC (British Broadcasting Corporation), que a dispersão desses pensamentos sobre a imunização correlaciona-se à falta de comunicação entre a comunidade e os clínicos, principalmente os pertencentes à saúde pública brasileira.
Portanto, para que não haja outra rebelião contra a imunização e para que a manipulação descrita por Bradbury finde, medidas são necessárias. O Ministério da Saúde, principal responsável pela manutenção da saúde pública no Brasil, deve fazer campanhas midiáticas propagando as verdades e os mitos da vacinação. Além disso, informar à população, por meio de palestras ministradas por profissionais da saúde e diretamente pelos médicos ao fim de suas consultas, os benefícios de vacinar. Isso, intentando aumentar o conhecimento das pessoas sobre o tema, a elevação dos índices de vacinações e a erradicação precisa de certas moléstias.
bicodeviuva
A tua introdução ficou muito bacana, boa contextualização apesar de prolongar-se um pouco. Além disso, o ”hoje em dia” é um termo clichê, opte sempre por sinônimos mais bem visto pela banca de corretos do enem, como ”hodiernamente” e ”na contemporaneidade ”. Esse tipo de coisa conta na originalidade – define se vc é só parte da massa escrevendo ou não.
Teus parágrafos de desenvolvimento precisam ser melhor desenvolvidos. Eles são breves e curtos (apesar de muito bem escritos ). Você ainda tinha muito espaço para falar. Um dica é sempre fazer de 3 a 4 períodos. Tópico frasal + análise crítica + voz de autoridade ou comprovação + desfecho(opcional). Evitar, tbm, fazer períodos muito curtos.
A proposta de intervenção, é ao meu ver o momento mais importante da redação, pois sozinha ela vale 200 pontos. Para chegar nessa pontuação é preciso uma proposta criativa, detalhada e que resposta as seguinte perguntas base de uma boa intervenção: O que ? Quem? Como?
Teu texto define bem essas perguntas, mas faltou detalhamento das ações. Inove um pouco mais tbm. Campanhas midiáticas e palestras são coisas muito batidas. Dá para usar, sim, mas como disse, a inovação tem que estar ao lado do escrito ao escrever esse ultimo parágrafo.
Continue firme, tenho certeza que seus objetivos serão alcançado. Lembre-se você não está sozinho nessa.
Bianca Cuman
Sua introdução e conclusão foram bem elaboradas, entretanto, seus parágrafos argumentativos não condizem com o que você aborda na sua introdução. Dando impressão de texto explicativo. No segundo parágrafo , não houve nenhuma abordagem sobre o que foi dito na sua tese.
Ademais sua intervenção está muito boa ao meu ver!
dinda Gomes
vc esta de parabéns sua redação ficou muito boa . mais pode ficar melhor a redação olho ortografia , com a crase para sua redação ficar melhor .tem livro de gramáticas muito para redação na internet . e literatura também olho a estrutura da formação da palavras da sua redação .nota 878