O filme americano “simplesmente acontece”, retrata a vida de uma jovem que aprende a lidar com sua gravidez precoce e passa a fazer parte da geração “nem nem”. Neste viés, a “geração nem nem “é formada por pessoas que não estudam e não trabalham, muitas vezes por falta de incentivos governamentais ou até mesmo barreiras internas. Portanto, evidencia-se a necessidade de serem tomadas atitudes pelas autoridades competentes a fim de solucionar essa problemática.
A priori, muitas pessoas estão no “nem nem” por falta de incentivos governamentais. Assim, ratifica-se a tese desenvolvida pelo jornalista Gilberto Dimenstein acerca da cidadania de papel, em outras palvras, embora o país apresente um conjunto de leis consistente, elas ficam, geralmente, no plano teórico. Nesse contexto, mesmo que o governo apresente projetos educacionais públicos para a população, a tentativa se torna ineficiente pois não são democratizados, suficientes ou atrativos. Como representante desse cenário, temos as faculdades públicas que além de serem de difícil acesso, devido ao seu fajuto sistema de seleção, são insuficientes pois não conseguem suprir nem metade da demanda que deveriam.
A posteriori, barreiras internas também são a causa da existência de “desengajados”. Assim, barreiras internas são a falta de motivação ou predisposição para voltar ao trabalho ou aos estudos, causadas, entre outros motivos, por conceitos amargamente enraizados na sociedade como o machismo. Neste cenário, as mulheres são alvos de preconceitos causadas pela alienação da sociedade, que insiste que o papel das mesmas é de cuidadoras do lar e restringem suas oportunidades acadêmicas e profissionais, como podemos ver no filme.
Observa-se, então, a necessidade da democratização de projetos educacionais no brasil e a dessalinização em relação aos maus enraizados na sociedade. Com o intuito de amenizar essa problemática, o MEC, juntamente com o MDH, deve formular leis que acabem com essa geração, por meio de direitos e punições aos que descumprirem, a fim de acabar com esses episódios. As escolas, em parceria com as famílias, devem inserir essa discussão tanto no ambiente escolar como no doméstico, por intermédio de palestrantes, com o objetivo de acabar com o preconceito racial no futebol. Feito isso, o conflito vivenciado no filme não se tornará realidade.
Pamela_gross
Voce escreve muito bem, o texto tem coesão e sentido durante todo o enredo, mesmo com esse tema que eu diria ser bem dificil de argumentar.
– primeiro, cuidado com a virgula no 3 paragrafo, passa impressão de q vc nao saberia se a palavra está certa para a frase
– segundo, como nesse paragrafo vc retorna ao filme, poderia ter descrito o que aconteceu com a jovem para ela estar carregando esse estigma como as mulheres de nossa sociedade (eu sei, o filme é lindo!), mas é para dar sentido ao final do seu paragrafo
– conclusao está boa, mas creio que perderia uma nota com o final que deu… racial/futebol, fuga do tema
IsabellyVic
Um texto é possuidor de uma ideia central boa, mas desenvolvida com alguns erros.
A tese foi retratada de forma superficial. Ela existe, só que não é bem abordada ao longo de seus parágrafos argumentativos.
Repetição de palavras e termos são notórios, o que não se deve ocorrer.
Contudo, foi uma redação interessante. Sua nota é 180+140+160+160+200= 840
izadorafvieira
Gostei bastante do seu texto, mas vi problemas com repetição de termos, principalmente na introdução. Além disso, ainda na introdução, talvez você devesse ter exposto as teses um pouco mais. Ficou raso, sabe? É sempre bom deixar claro seus argumentos logo no começo para prender a atenção do leitor.
Sobre a conclusão, eu achei a sua proposta coerente, mas talvez tenha faltado o modo/meio pelo qual essa solução possa ser posta em prática.