Iniciante

Epidemias no seu impacto social

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Atualmente, as epidemias em todo o mundo são drasticamente preocupantes para toda a sociedade. Em 1999 foi criada a campanha do acesso do medicamento, para desenvolver métodos de prevenção e cura, e ampliar o acesso, mas muitas vezes isso não ocorre.

No Brasil, existem varias epidemias  que ainda matam muitas pessoas, um grande exemplo é a Aids que é uma doença com mais de 30 anos e um número elevado de mortos, tuberculose, o câncer e diversas outras doenças, que causam um grande número de mortalidade.

Porém, graças a biotecnologia métodos de prevenção e cura (medicamentos, vacinas e diagnósticos) foram criados, mas muitas pessoas não tem condições financeiras de adquirir o remédio que muitas vezes o valor é extremamente alto, impossibilitando as pessoas da classe baixa obter.

Contudo, devido a falta de acessibilidade aos remédios a OMS deveria disponibilizar todos os medicamentos nas bases dos postos de saúde. O governo deveria investir mais na saúde pública, principalmente para descobrir cura para doenças que existem a um grande tempo e não foram descobertas.

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3 Correções

  1. CORREÇÃO – MODELO ENEM
    GRAMÁTICA –
    Linha (estou lendo pelo computador, segue numeração conforme visualização)
    L2- “acesso ao medicamento” o certo. Quem acessa, acessa a algo.
    L3- “prevenção e cura, e ampliar o acesso” – sem essa vírgula.
    L4- “várias”, com acento.
    L7- “graças à biotecnologia”, com crase.
    L8- “muitas pessoas não tem”, esse “tem” é com acento circunflexo, pois indica plural.
    L10- “devido à falta”, com crase. / “OMS”, desenvolva a sigla sempre.
    DIVERSOS–
    L1- quando você falou “as epidemias em todo o mundo são drasticamente preocupantes”, quis se referir as doenças globais que atingem uma grande parte do mundo (denominadas pandemia) ou quis dizer que epidemias (locais) assustam todo o mundo ?
    L5- “, tuberculose, o câncer e diversas outras doenças, que causam um grande número de mortalidade.” Parte desconexa.
    L7- “Porém, graças a biotecnologia” o termo “porém” é melhor empregado dentro de um mesmo parágrafo. No seu caso, parece que você dá continuação ao parágrafo anterior, como se esse novo parágrafo não fosse um novo parágrafo.
    CONCLUSÃO – insuficiente
    -QUEM – OMS/governo
    -O QUE – disponibilizar…
    -COMO – não há
    -DETALHAMENTO – não há
    -PARA – não há
    NOTA POR COMPETÊNCIA –
    C1- 120
    C2- 120
    C3- 120
    C4-120
    C5- 80
    TOTAL – 560
    PARABÉNS! Voc~e sabe escrever, apensa desviou de alguns padrões cobrados nas competências. Eu recomendo que reescreva essa mesma redação e envie aqui de novo. Garanto que ficará melhor. Não tenha medo de usar as palavras, de escrever, expressar-se, criticar e dar a volta por cima, VOCÊ CONSEGUE.
    Espero ter ajudado, se sim, ajude-me com o like. Obrigado. Caso tenha sido a melhor correção, defina-a como a melhor e me ajude <3

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  2. Essa correção foi editada.

    TEMA: Caminhos para o combate à violência urbana
    A violência pode ser entendida como a manifestação do conflito de interesses, vontades e exercício de poder entre indivíduos de realidades assimétricas. Por conseguinte, observa-se no Brasil um aumento generalizado da violência urbana que coloca em discussão a eficiência do Estado na elaboração de políticas públicas que combatam essa realidade.
    As causas do aumento da violência são complexas e envolve questões socieconômicas, demográficas, culturais e políticas. Consequentemente, a violência tem afetado a sociedade de forma desigual, gerando riscos diferenciados em função de gênero, raça, influência política e espaço social. Soma-se a isso a conexão interna entre as diversas cidades do país com as redes internacionais de tráfico de drogas, pessoas, armas e pedras preciosas que tem se constituído como um processo social potencializador da violência.
    Esse problema social gera desafios ao Estado que não tem obtido êxito em sua políticas de segurança. Nesse sentido, a violência urbana também está estreitamente ligada a falta de participação popular, principalmente nas décadas de 80 e 90 quando o Estado tinha como característica a exclusão da sociedade civil do processo da formulação de políticas, da implementação de programas e do controle da ação governamental. Com isso, além de falhar em fatores preventivos (educação, moradia e empregos) o Estado falha na repressão ao crime organizado.
    Os desafios, portanto, para o combate à violência no país têm dimensões macroestruturais a médio e a longo prazo. Trata-se da reformulação de um sistema que tem sido ineficiente na distribuição de bens e serviços, consequência do corrupção ao qual o Estado está submetido.

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