INTRODUÇÃO
Transicionar-se do mundo físico para o mundo virtual em tempo recorde é um deslocamento indispensável em meio a atual crise que, não só o Brasil, mas o mundo inteiro encara devido a manifestação pandêmica do COVID-19. Devido a isso, o setor educacional, antes de tudo, público, é um dos setores mais prejudicados, consequência tanto da quarentena repentina, quanto do atraso de investimentos do Ministério da Educação direcionados as instituições de ensino público ou, até mesmo, investimento algum.
DESENVOLVIMENTO 1
Em primeiro lugar, baseando-se na afirmação de Immanuel Kant “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”, conciliado com o posicionamento do pensador Hobbes, que diz que o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, é inegável a relação condizente de ambos pensamentos no que diz respeito à decadente qualidade do ensino à distância, pois sem educação apropriada, o futuro dos estudantes se torna completamente vago, visto que, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 73%doos brasileiros são de classe baixa, o que significa que a maior parte da população não tem condições financeiras de usufruir de uma educação eficiente.
DESENVOLVIMENTO 2
Outrossim, Marx aponta que priorizar o bem pessoal em detrimento do coletivo gera inúmeras complicações para a sociedade, perspectiva essa que é vivida, diariamente, pelo povo brasileiro em relação aos seus governantes, alegação expressa pelo TCU (Tribunal de Contas da União) o qual informou que o Ministério da Saúde aplicou menos de um terço da verba destinada às despesas nacionais causadas pela COVID-19, mesmo sob ciência de tanto sofrimento e milhares de mortes ocasionadas pelo vírus. Ademais, não há clareza sobre o destinatário do que sobrou do investimento feito, quadro rotineiro de alienação infligido aos brasileiros.
CONCLUSÃO
Afim de tornar o Brasil uma nação patriota que está focada no bem-estar nacional, é imprescindível que seja criada uma política de transparência de informações públicas, através do Ministério da Educação, para erradicar a alienação dos cidadãos, com o fim de que, esse possa ir às ruas reivindicar seus direitos mediante manifestações públicas, tendo como alvo uma educação homogênea.
OBS: Favor, corrigir segundo as 5 competências de avaliação do ENEM
PHNalon
2 teses apresentadas na intro que serão desenvolvidas. Intro ok
Achei que faltou problematizar mais no D1, vc informou mais do que de fato problematizou. É preciso utilizar dados e citações, mas tbm é necessário relacioar melhor com a problematização, o excesso de dados e citações pode acabar te prejudicando, pois é bem complicado relacionar 3 no mesmo parágrafo, até pelo espaço
Fique atento para os 5 elementos exigidos na intervenção do Enem. Sua intervenção está incompleta. Só é possível identificar 3 das 5, e isso desconta muito ponto
Comp 1- 160(alguns desvios gramaticais)
Comp 2- 200
Comp 3- 160
Comp 4- 160
Comp 5- 120
Total: 800
José Antônio Henrique
Muito obrigado, amigo, ajudou bastante. Poderia me informar quais são esses 5 elementos da intervenção que você mencionou? E acabei de perceber os desvios gramaticais, mas eles estão ai por culpa da minha digitalização haha. Valeu! …………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………. (só pra dar os 300 caracteres)
Kalkaryne81
Houveram alguns pequenos erros de acentuação e de concordância, mas os argumentos são bastante fortes e convincentes. Houve um pouco de exagero nas citações que não tinham aspas e não ficaram muito claras. Apesar disso a redação tem um cunho forte e uma grande apelação para a reflexão.
Quanto ao desenvolvimento me senti meio perdida no início para tentar qual era o argumento mas foi retomado no decorrer do parágrafo.
No terceiro parágrafo ficou bem clara a intenção de demonstrar a real necessidade de conscientização quanto aos indígenas, mas poderia reforçar um pouco mais a argumentação.