Educação a distância no Brasil Contemporâneo

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(ME AJUDEM COM UMA CONCLUSÃO, PFVR, NÃO ESTOU CONSEGUINDO UMA INTERVENÇÃO BOA)

      É notório que nos dias atuais a internet vem se popularizando cada vez mais com sua facilidade de informações recorrentes, e nesse mesmo contexto vem se pondo em questão a EaD( Educação a distância), logo que a  procura por esse ensino sobrepõe os cursos presenciais. Entretanto, esse modelo de ensino acarreta diversas problemáticas na aprendizagem, como a falta de contato direto com professores, a constância necessidade de acesso à internet além da falta de recursos tecnológicos.

Segundo o educador e filósofo Paulo Freire, “Importante na escola não é só estudar, é também criar laços de amizade e convivência”, sendo assim, condiz que o vínculo entre professor e aluno é uma construção direta e indireta na sua formação pessoal e educacional. Em consequência dos fatos, alunos que aderem o aprendizado por EaD perdem o contato contínuo com os professores e com a gestão pedagógica que é de suma importância no caráter educacional, acumulando ainda mais suas duvidas e posteriormente, acabam por ficarem dispersos.

Além disso, o modelo pedagógico proposto não é nada democrático nem inclusivo, dado que muitas comunidades no Brasil ainda não tem acesso a infraestruturas básicas como rede elétrica e alcance a internet em suas residências, como foi registrada uma pesquisa de 2019 do IBOPE, que apresenta que a internet ainda não é uma realidade para mais de 30% dos brasileiros. Ademais, muitos cursos carecem de laboratórios, visitas institucionais, e aulas práticas, circunstância que a EaD é desfavorecida no conceito prático nos certificados de seus discentes.

Em virtude dos fatos mencionados, é concludente que a EaD não surge como solução para a aprendizagem,

 

 

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3 Correções

  1. Infere-se portanto que uma educação a distância de qualidade, ainda é um impasse para o Brasil. Sendo assim, O Mec em parceria com o governo Estadual e Federal deve aumentar e usar as verbas da educação, para construção de universidades em cidades que carecem da mesma a fim de que os universitários não necessitem escolher a EaD. Em contraposição a sociedade deve cobrar de seus governantes um País 100% informatizado por meio de campanhas e mobilizações para que enquanto as universidades não chegam, o EaD seja ao menos uma realidade para todos.
    **Não sou muito bom em redação, principalmente em conclusões também, apenas quis dar uma ideia**

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  2. A proposta de intervenção (PIS) deve ser construída em torno de alguma problematização feita no decorrer do texto que, nesse caso, foram a lacuna na interação entre professor-aluno e o aspecto tangente à democratização. Como é mais difícil propor uma solução para a primeira, recomenda-se promover a democratização. Não precisa ser nada mirabolante, só é necessário ter os 5 elementos: agente (quem vai fazer?), modo (o que vai fazer?), meio (como vai fazer?), detalhamento e finalidade. Daí os 200 pontos na competência 5 (40 pontos por cada elemento).
    Exemplo: É imperiosa uma ação do MEC (agente) – instância máxima nos aspectos educacionais brasileiros (detalhamento) -, que deverá, sob subsídio estatal (meio), promover… e por aí vai.

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  3. Falando especificamente da Proposta*
    Já que sua opinião é contrária à Educação a distância, proponha a criação de Leis mais rígidas que inflexiblizem a abertura de mais cursos dessa modalidade nas faculdades, visto que, nas Universidades Públicas, não é comum esse tipo de graduação, pois as aulas são em períodos integrais (na maioria das vezes).
    E, por conta disso, o Estado deverá, juntamente com o Ministério a Educação, investir na construção de mais polos de Universidades Públicas e promover a qualidade nas escolas, visando o preparo do jovem no ingresso à faculdade.
    Espero ter te ajudado!

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