“Compramos cada vez mais o que precisamos cada vez menos” é uma oração que tem sido preferida por questionadores do sistema de produção e consumo vigentes em nossa sociedade. Desta forma, com as constantes e visíveis consequências no âmbito social, ambiental e econômico, por exemplo, tornou-se mais que necessário repensarmos nossas atitudes para com o consumo exacerbado. Portanto, não devemos tratar a obsolescência programada com demasiada indiferença.
Em primeiro lugar, é preciso que estabeleçamos que para comprarmos um produto (fruto da obsolescência ou não), é essencial que saibamos da existência do mesmo. Nesse sentido, um dos pilares desse mecanismo é possuir uma boa propaganda a respeito do que pretende ser vendido. Tendo como objetivo convencer milhares e milhares de pessoas a adquirirem-no, baseiam-se, majoritariamente, em suas aparições questões como: por quê deve comprar, o que acontecerá após adquiri-lo (o que não necessariamente é universal) e por fim, mas não menos importante, o que irá ocorrer caso não o compre.
Além do todo citado a cima, há algo que o transcende: as consequências derivadas da composição e produção em massa de aparelhos, em sua grande parte, eletrônicos.Com efeito, não havendo maneiras “saudáveis” para o descarte, não só teremos o descarte irregular como também, por conseguinte, a poluição de solos, rios, etc. Na frase em que Steve Jobs diz: A tecnologia move o mundo, infelizmente, é possível notarmos que há uma vangloriação apenas do resultado, enquanto um falho sistema de produção nos leva, a cada segundo, a um colapso ambiental.
Portanto, a obsolescência não deve ser negligenciada. Cabe ao governo aplicar medidas para regulamentar a produção de dispositivos não apenas no que diz respeito ao “tempo de vida”, como também à qualidade. É também fundamental que as autoridades ajam mais rígida e energicamente para com os danos sofridos por nosso planeta. Para que assim possamos ter a chance de reduzir, atenuar, eventualmente inverter, nossa atual situação.
Maria Eduarda Campos
Olá
A sua introdução ficou bem legal, entretanto sua tese não ficou tão clara ( tipo não deu pra entender quais os argumentos você iria trazer nos desenvolvimentos).
O 1° desenvolvimento ficou um pouco confuso, na minha opinião seus argumentos ficaram um pouco bagunçados. Dica: coloque um dado(pesquisa) forte e argumente sobre ele.
O 2° desenvolvimento ficou bem legal, diferente do 1° eu entendi seu ponto de vista.
Sua conclusão faltou o meio e finalidade para a primeira intervenção. Dica: como você falou do consumo exacerbado, deveria trazer órgãos que visa combater esse problema e não só o governo.
Boa sorte nos estudos.
Sucesso!
jardelmoraesj
POR GENTILEZA, PODE CORRIGIR MINHAS REDAÇÃO SOBRE VIOLÊNCIA URBANA. AGRADEÇO DESDE JÁ!
Segundo a minha visão do texto cheguei as seguintes conclusões:
C1: Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência.
C2: Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo, e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo.
OBS: NO PRIMEIRO PARAGRAFO, NA MINHA VISÃO, FALTOU UMA CITAÇÃO OU ALGUM FATO SOBRE O ASSUNTO MENCIONADO.
C3: Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, em defesa de um ponto de vista.
C4: Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
C5: Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
ACREDITO QUE CONSEGUIRIA 900 OU MAIS COM SUA REDAÇÃO!
Essa correção foi feita com base nas premissas disponíveis no link: https://tinyurl.com/y958n8et. ( Todavia, não reflete um possível resultado real na prova, sendo meramente norteadora das Habilidades que devem ser estudadas com mais atenção)