Em meantes do século XX, o escritor austríaco Stefan Zweig mudou-se para o Brasil devido à perseguição nazista na Europa. Encantado pelo novo lar, ele escreveu o livro “Brasil, um país do futuro”, que retratou sob a ótica de um estrangeiro uma nação virtuosa em progresso. Porém, hodiernamente, nota-se que o precário acesso de jovens ao mercado de trabalho implica o ideal brasiliano outrora formulado: gradativamente, a negligência de Governo e o preconceito civil corroboram o entrave.
Convém ressaltar, em primeiro plano, que o problema advém, em muito, do desleixo governamental. Nesse aspecto, Abraham Lincoln, célebre personalidade americana, proferiu várias críticas ao sistema político no geral. Ademais, ele acreditava que a política deve agir como aliada da pátria. Posto isto, percebe-se que a ausência de oportunidade trabalhista a qual o população jovem sofre, é oposta à ideia que Lincoln defendeu. Pois, não há um conjunto de interesses políticos voltados a solucionar esse óbice. Logo, surge o agrave dessa situação.
Por conseguinte, presencia-se um forte poder de influência dessa omissão do Estado no comportamento da coletividade: ao observar que o predomínio da discriminação contra o trabalho dos jovens por parte da sociedade, que costuma reduzir a capacidade dos jovens. Lamentavelmente, a existência desse prejulgamento é também reflexo da valorização de padrões criados pela consciência coletiva. No entanto conforme a filósofa e educadora Hipátia, é preciso compreender as circunstâncias que estão ao redor, afim de entender melhor, o que há mais além. Assim, a compreensão poderá despertar o interesse social o que é fundamental para alargar a atuação de jovens nos empregos.
Portanto, diante dos desafios supramencionados, é necessário uma ação simultânea do Governo e da sociedade para mitigá-los. Nessa esfera, assiste ao poder público, na figura do Ministério Público do trabalho, em cooperação com a mídia nacional – por meio de longas-metragens, comerciais, anúncios e alertas- a fim de orientar os cidadãos. Tais ação devem ser transmitidas através de redes virtuais e televisas. Desse modo, o ideal de Zweig vislumbrará.
Luanamaria297
A introdução está ótima, tem a alusão e também está citando os 2 problemas dos desenvolvimentos.
O desenvolvimento 1 também está muito bom, tem o repertório e sua argumentação.
O desenvolvimento 2 também está ótimo, tem sua argumentação e o repertório.
A conclusão também está ótima, tem uma boa proposta de intervenção e está retomando a alusão da introdução.
Ao meu ver ela tem as 5 competências do Enem.
Sua redação está excelente.
Bons estudos e boa sorte!
Midhawk
A introdução está excelente, foi muito bem desenvolvida: há a presença da alusão e da tese.
Quanto à competência 1, houve poucos erros gramaticais, no entanto, é necessário atentar-se às diferenças em relação aos pronomes demonstrativos, os quais são possíveis retomar algo dito, como: isso, isto, aquilo. Além das vírgulas. Entretanto, a redação contém poucos erros.
Competência 2 está excelente, uma vez que tem-se a presença do repertório e da coesão e coerência dos fatos.
Há uma boa conclusão: preferencialmente à proposta de intervenção.
É uma redação excelente. Diria que, apesar de não ser corretor, vale mais de 900!