Na obra Utopia, de Thomas More, é apresentada uma sociedade que convive sem qualquer problema social, político, ambiental ou religioso -um povo que vive em perfeita harmonia. Fora da ficção, no Brasil, é notório os desafios para a valorização das comunidades e povos tradicionais. Nessa perspectiva, destaca-se a base lacunar educacional, que tem como consequência o desinteresse popular, atuando veementemente para a continuidade da problemática.
Em primeira análise, é evidente que a base lacunar educacional comporta-se como um desafio para a valorização das comunidades e povos tradicionais no Brasil. Segundo filósofo Paulo Freire, “se educação sozinha não transforma a sociedade, tampouco a sociedade muda sem ela”, ou seja, de acordo com o pensador, o ensino educacional é algo fundamental na formação de um povo. Todavia, as instituições de ensino não atribuem a devida importância a essa máxima, visto que há uma negligência ao se tratar de povos tradicionais, como por exemplo, o papel do indígena na sociedade, bem como a necessidade da manutenção de sua cultura pois, o índio, juntamente com os povos africanos e inúmeros imigrantes de grande parte do planeta, formam a nação do Brasil.
Em decorrência do fato de haver resistência escolar ao se tratar da importância dos povos e comunidades tradicionais, predomina-se, dentro da sociedade, o desinteresse popular no que diz respeito à valorização da cultura e costumes desses indivíduos. Tal realidade denota a exclusão social que as comunidades tradicionais enfrentam em razão de suas distinções culturais, seja por isolamento social ou por minimização de suas participações políticas. Dessa forma, contrastando-se e com a visão do sociólogo Jurgen Habermas, que infere: “a inclusão e o amparo à sociedade são prerrogativas para um convívio social justo e harmonioso”. Assim sendo, é indubitável a importância da valorização dos modos de vida e cultura dessas pessoas que são marginalizados pela sociedade.
Dado exposto acima, urge a necessidade de adoção de medidas que venham inibir os desafios que impedem a valorização de comunidade impostos no Brasil. Nesse viés, cabe ao Governo Federal -órgão de maior poder no país, por intermédio do Ministério da Educação e da Cultura, inserir na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) matérias de ensino que promovam uma valorização cultural das comunidades que fundamentam a nação brasileira, a fim de que seja enfatizado a sua importância como povo. Somente assim, é possível “caminhar” rumo à sociedade utópica de Thomas More.
rebecx270980
Apresentou uma ótima conclusão, garantindo os 200 pontos nessa competência. Mas na introdução, deveria ter destacado mais a tese. No d2 poderia ter feito o uso de algum repertório sociocultural para garantir uma melhor argumentação. No início do d2 poderia ter usado um conectivo como “ademais, além disso, outrossim”
iasminods
Boa tarde.
Você fez uma boa introdução, parabéns. Continue usando bons repertórios.
Desenvolvimento bem feito.
Senti falta de maior detalhamento.
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—– C1 = 180
—– C2 = 200
—– C3 = 180
—– C4 = 200, perfeito!
—– C5 = 200
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960 PONTOS!
Júliahandgg
Sua conclusão está perfeita, porém deixou a desejar um pouco na tese de sua introdução e no d2 que não teve um repertório sociocultural. Você poderia ter usado conectivos que deixasse o texto mais ligado e chamasse a atenção do corretor de modo que ele não percebece que você não tinham muito repertório socioculturais
Hercliima
Na introdução poderia destacar mais de uma tese para argumentar no D2. Apesar do excelente conectivo para iniciar o D1 , seria interessante ter colocado um conectivo antes como “Ademais, Nesse viés…”. O uso de muitas vírgulas vai diminuir um pouco da pontuação na competência. Ao invés de vírgulas, opte por pontos. O D2 está bastante recheado, com o uso do seu conhecimento para saber argumentar e seu exímio repertório. Na conclusão você garantiu seus 200 pontos pela implementação dos 5 agentes.