No período Colonial brasileiro, os índios passaram pela catequização jesuítica, na qual os jesuítas realizam dramatizações como metodologia de ensino, visto que as diferenças linguísticas dificultava a comunicação, o que se tornava um desafio. Semelhante ao fato mencionado, a educação indígena ,atualmente, ainda possui lacunas não contribuinte para a tal público. Nesse sentido, não só o preconceito, mas também a falta de investimentos públicos colaboram negativamente na educação escolar dos índios.
Em princípio, o desprezo indígena em escolas urbanas é um agente causador da evasão escolar, por exemplo. Isso porque, sob análise da obra “O Suicídio”, do sociólogo Emille Durkheim, quando o indivíduo não se sente inserido dentro de uma sociedade especifica ele comete o “suicídio egoísta”. De maneira análoga aos estudos do autor, uma vez que o índio sofre preconceito seja por sua cultura, raça ou etnia, ele decide abandonar o âmbito educacional. Por consequência, a trajetória acadêmica passa a ser uma barreira para ingressar no mercado de trabalho, causada pela repulsão da sociedade vigente.
Outrossim, o investimento público na educação brasileira, infelizmente, não atende a população indígena de maneira satisfatória. De acordo com o censo de 2016, os estudantes indígenas são que menos contam com o apoio para pagar um curso e somente 47% conseguem uma vaga gratuita. Dessa forma, é evidente o descaso na inclusão das minorias na instituição educacional, onde deveria preservar-se como mostra a Constituição Federal de 1989, ao garantir políticas de inclusão educacional a todos os indígenas. Assim, a ação das autoridades governamentais em não apropriar o meio educativo aos índios, está em detrimento da lei, afetando a integração dentro das escolas entre diferentes culturas.
Portanto, é necessário que o Ministério da Educação – responsável pelo ensino público Nacional – forme escolas e universidades em tribos indígenas, por meio de contratos com o as principais instituições escolares do Brasil que ministrariam aulas previstas para evolução curricular à medida da necessidade de cada aluno e despertaria a importância da inclusão indígena nas respectivas universidades. Com efeito, a população indígena estará no âmbito acadêmico e o preconceito será minimizado, assim, certamente, haverá um país mais justo e livre das mazelas sociais.
Thamirysbds
INTRO
-colonial não precisa de inicial maiuscula, precisaria se fosse Brasil Colônia
-“para a tal público.” não se faz necessário o uso do artigo
-ausência de vírgula: “investimentos públicos colaboram, negativamente, na..”
-tese bem estruturada
-2 problemáticas facilmente identificadas
D1(preconceito)
-explique o termo “suicidio egoista”, a fim de sanar quaisquer dúvidas ao corretor
-erro de acentuação (específica)
-visto que a problemática apontada foi o “preconceito”, houve um tangenciamento, pois o parágrafo se refere mais à evasão escolar, que ao preconceito em si (observe que vc so citou uma vez sobre isso, e foi bem branda, além de que o inicio de seu parágrafo da começa tratando da evasão, assim como o seu D2 ja começa citando a falta de investimentos públicos)
-uso correto da ênclise “não se sente inserido”
D2 (falta de investimentos públicos)
-repetição (indígena/indígenas)
-ausência de vírgulas por frase explicativa: “um curso e, somente 47%, conseguem uma vaga..”
-Instituição Educacional com iniciais maiusculas
-ausência de vírgula: “onde deveria preservar-se, como…”
CONCLUSÃO
-ausência de vírgula: “do Brasil, que ministrariam…”
-ação: forme escolas e universidades em tribos indígenas
-meio/modo: por meio de contratos com o as principais instituições escolares do Brasil
-agente: Ministério da Educação
-finalidade: ?
-detalhamento: que ministrariam aulas previstas para evolução curricular à medida da necessidade de cada aluno e despertaria a importância da inclusão indígena nas respectivas universidades
C1: 160
C2: 160
C3: 200
C4: 200
C5: 180
NOTA: 900
liviali19
INTRODUÇÃO: Acho que você poderia ter substituído a parte do “visto que” como algo do tipo “para facilitar a catequização,” e aí colocava essa parte do “visto que”. Acredito que ficaria mais claro o que você quis dizer. O reso do parágrafo está muito bom.
DESENVOLVIMENTO 1: está ótimo, mas você poderia ter explicado o que é o “suicídio egoísta” de Durkheim.
DESENVOLVIMENTO 2: perfeito!
CONCLUSÃO: olha, não acredito que criar escolas e universidades nas comunidades indígenas vá solucionar os problemas que você destacou, porque só os segregaria dos alunos não indígenas, não seria combate de fato ao preconceito nem ajudaria a entrar e univerdades renomadas pelo país, entende? Mas é só minha opinião. Você trouxe os elementos que o ENEM pede, então sua proposta está boa.
Sua redação está muito boa, parabéns!
melissa12
A introdução apresenta duas teses muito bem colocadas (preconceito e falta de investimentos públicos).
O desenvolvimento está bem estruturado, apresentando dados estatísticos e citações, porém poderia ter aprofundado ao citar a obra de Emile Durkheim.
A proposta de intervenção atendeu todos os critérios de especificações exigidos na redação do ENEM.
A redação está bem contextualizada e apresentou domínio no uso dos conectivos!