“A vida sem ciência é uma espécie de morte’’, essa frase dita pelo filósofo grego Sócrates nos reflete que, a falta de importância à ciência leva a morte de muitas pessoas, pois é com ela e com seus avanços que temos melhorias na astronomia, tecnologia, saneamento básico, química, educação em geral, nas informações que temos no dia-a-dia, e principalmente na área da saúde.
A falta de recursos para essa cognição prejudica na construção de novas escolas sobre o assunto, na melhoria de termos educacionais já citados acima, na importância de ações políticas, na rede de pesquisa pública que todos os brasileiros têm o direito de ter, conforme está escrita na lei nº 12.527/2011, e na região da saúde pública (como na produção de vacinas e no estabelecimento de hospitais).
Mas essa crise na ciência não se deve apenas pelo fato de corte de verbas, mas também de uma visão estratégica e de uma política de Estado que compreenda a necessidade de aumentar os investimentos no setor para assegurar a competitividade e promover o desenvolvimento econômico e social do país.
“Os investimentos federais em ciência no Brasil nos últimos anos vêm despencando em queda livre, independentemente do governo”, disse Helena Nader, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e presidente de honra da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Nessa categoria de despesas estão incluídos os setores de educação, saúde, defesa e ciência e tecnologia. “[O baixo investimento em ciência e tecnologia] representa uma opção do Estado brasileiro”, avaliou Nader.
Contudo, a ciência permite a humanidade compreender um pouco mais sobre a natureza, ela é importante na nossa vida pois nos ajuda a ter uma qualidade de vida melhor, pois através dela muitas doenças foram eliminadas, (um exemplo disso foi a Influenza A subtipo H1N1), e é com novas descobertas e avanços na área que cientistas e a população podem erradicar pandemias.
O contributo desta compreensão para a sociedade é inquestionável, na medida em que possibilita avanços nos campos da saúde, da alimentação, do ambiente, da tecnologia, da energia e muitos outros, melhorando a qualidade de vida das populações e enriquecendo as sociedades intelectual e culturalmente.
Uma forma de contribuir com este entendimento é o governo aumentar o dinheiro enviado para laboratórios, universidades e campus, para acelerar o processo de novas descobertas, de novos avanços para a erradicação de doenças, e produção de vacinas.
Raquel Vitoria Ferreira
Olá, tudo bem?
O seu texto não está dentro dos parâmetros da redação proposta pelo ENEM, inicialmente, você pode melhorar elaborando um texto com parágrafos (introdução, desenvolvimento 1, desenvolvimento 2 e conclusão). Na introdução deve ser apresentada uma tese, ou seja, o posicionamento que vai ser adotado. Nos dois desenvolvimentos você deve aprofundar suas ideias, eles podem ser uma continuação (causa e consequência) ou dois fatores diferentes. Na conclusão você deve colocar uma proposta de intervenção, apresentando (agente, meio, finalidade e detalhamento).
Provavelmente o texto que você escreveu ultrapassa das 30 linhas, fica meio complicado estabelecer uma nota. Sua nota estaria entre 500 e 600.