A violência contra crianças na sociedade brasileira

  • 0

A Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988 prevê a todo cidadão o direito à segurança, à dignidade humana e o bem-estar social. No Brasil, entretanto, a prática tal garantida é deturpada, visto que a falta de mobilização do Estado tem permitido o aumento da violência contra crianças de madeira alarmante. Nesse sentido, convém analisarmos as principais causas e a possível solução para atenuar esse impasse.

Diante desse cenário, é válido ressaltar as agressões físicas como um dos principais fatores que corroboram o desencadeamento da problemática. Segundo à visão liberal do sociólogo, John Locke, é dever do Estado promover aos indivíduos o direito à vida e à proteção. No entanto, a realidade brasileira encontra-se em oposição à ideia de Locke, visto que as agressões físicas tornaram-se parte do cotidiano de muitas crianças, justamente pelo fato das autoridades governamentais  não criarem meios para combater esse lamentável comportamento. Logo, é imprescindível, portanto, a dissolução desse panorama.

Cabe abordar ainda, a violência sexual como o segundo motivo o qual vai ratificar o desenvolvimento da problemática. De acordo com uma pesquisa realizada pelo ibope, ”cerca de 73% dos casos de abuso sexual infantil ocorrem dentro de casa”. Dessa forma, é notória a triste realidade de pequenas meninas  as quais são violentadas pelos próprios parentes — pais ou padrastos — dentro do lugar onde deveria ser o mais acolhedor e protetor à elas. Logo, é inadmissível que isso continue acontecendo.

Em síntese, medidas devem ser efetivadas a fim de mitigar os impactos causados pela violência contra as crianças na sociedade brasileira. Destarte, urge ao Governo em parceria com profissionais qualificados, promover e realizar projetos os quais visem proteger todas as crianças contra agressões físicas e abusos sexuais, por meio de políticas públicas ativas, para que assim possam executar a segurança e o bem-estar a qual a Carta Magma constata. Espera-se, com isso, melhorar o quadro atual de iniquidade.

Compartilhar

2 Correções

  1. Olá, primeiramente, gostaria de ressaltar que não sou especialista, mas irei falar coisas que eu tenho conhecimento… Gostei do teu texto, você escreve muito bem parabéns, percebi poucos erros ortográficos, fora isso tá de boa só percebi uma precisão maior em sua conclusão, porém é algo que com a pratica se resolve tipo respondendo os cinco agentes: ação, agente, modo, efeito e detalhamentos. Respondendo a isso sua conclusão fica completa s2….

    Boa sorteee no que deseja alcançar e não desista, vai ser difícil e cansativo, porém o resultado final será satisfatório….

    • 0
  2. Competência 1- Demonstrar domínio da norma da língua escrita: 140/200
    Competência 2- Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo: 200/200
    Competência 3- Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista: 180/200
    Competência 4- Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação: 180/200
    Competência 5- Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos: 180/200
    Nota final: 880

    Obs: Lembre sempre que o texto dissertativo-argumentativo deve ser escrito em terceira pessoa. Evite portanto, expressões em primeira pessoa, como “convém analisarmos”. Busque trocar por “convém analisar” ou por “analisa-se”. No segundo parágrafo, em ” corroboram o desencadeamento da problemática. Segundo à visão liberal do sociólogo”, há uma quebra de progressão entre as frases, procure criar uma relação entre elas por meio de algum conectivo que estabeleça o efeito que você busca. Tome cuidado também com a gramática básica. Exemplo: ao invés de “pelo fato das autoridades”, o correto seria “pelo fato de as autoridades”. Preste atenção nas redundâncias. Em “Logo, é imprescindível, portanto”, não há a necessidade de usar “logo” e “portanto”, use um só, ambas as palavras dão a ideia de conclusão, repeti-las só tornará o texto mais repetitivo. Sobre a proposta de intervenção, está um pouco vaga, tente trazer algo mais prático e específico, detalhando melhor a solução. No mais, seu repertório sociocultural está ótimo, ajustá-lo um pouco melhor à sua argumentação seria interessante, continue assim. Ótimo texto!!

    • 0

Você precisa fazer login para adicionar uma correção.