Com o impulso industrial brasileiro nos anos 50, observou-se mudanças dos padrões de consumo. No contexto atual, nota-se os impactos negativos desse processo, visto que é perceptível a questão do acúmulo e descarte incorreto do lixo no Brasil. Esse cenário prejudicial ocorre não só em virtude da desinformação populacional, mas também devido ao consumo exagerado.
Nessa perspectiva, pontua-se o papel fundamental da desinformação na intensificação do descarte incorreto do lixo. Segundo o filósofo inglês, Francis Bacon, “Conhecimento é poder”. Nessa lógica, é notório que tal afirmação está totalmente associada à desinformação, uma vez que a ausência de orientações sobre o descarte correto de resíduos tornou esse mal recorrente no país. Desse modo, é evidente que ao carecer de projetos informativos sobre o lixo, o Estado não reconhece tal problema como questão de saúde pública e, por fim, além de impactos ambientais são geradas crises sanitárias. Posto isso, é imprescindível uma ação do Estado para mudar esse panorama.
Outrossim, destaca-se o consumismo como fator relevante na estruturação da problemática. Nesse sentido, de acordo com o filósofo Adorno, a mídia visa apenas o seu lucro. Sob essa ótica, em razão da repetição exagerada de propagandas, constata-se a vulnerabilidade do corpo social e do meio ambiente frente ao consumo desnecessário, que pode ser comprovado pela obsolescência programada, fenômeno intensificador da geração de resíduos. Por conseguinte, depreende-se que a postura desleal da mídia apenas dificulta a luta contra o acúmulo de lixo e intensifica os problemas ambientais.
Portanto, urge a ação de medidas de combate ao acúmulo e descarte incorreto de lixo no país. Para que isso ocorra, o Ministério do Meio Ambiente, responsável pela proteção dos recursos ambientais, deve orientar sobre o descarte correto do lixo, por meio de programas televisivos, a fim de mitigar os impactos ambientais gerados pela desinformação. Ademais, as instituições escolares devem atiçar o pensamento crítico em seus alunos, com intuito de atenuar o pensamento consumista. Somente assim, o processo de industrialização trará apenas aspectos positivos para o corpo social.
Gabs1003
Riquelmov sua escrita é muito boa. Na sua introdução você poderia ter complementado um pouco mais o seu repertório, fora isso você contextualizou bem e apresentou a tese. No desenvolvimento 1 e 2 os repertórios estavam bem contextualizados, mas você poderia ter argumentado mais para deixar suas ideias mais claras. E a sua intervenção está bem escrita
giuliabrescia123
olá olá
Sua introdução, apesar de ser curta, mostrou os requisitos necessários, mas cuidado para o corretor não pensar que não possui ideias, então desenvolva melhor o que trabalhará contextualizando o tema com os repertórios.
D1:Muito bem, não apresenta quase ou nenhuma incoerência, principalmente erros gramaticais.
D2:também está muito bom, o que seria necessário era desenvolver mais um pouco o repertório, mas fez uma boa contextualização.
C:Fez uma boa conclusão, em que apresentou os critérios necessários, a única questão é que na segunda proposta poderia ter desenvolvido um pouco mais e, assim, detalhado, mas nada que tenha afetado o seu empenho.
Nota:960.
Espero ter te ajudo e continue treinando!
Raissa0398
Tema: Como valorizar a arte de autoria feminina no Brasil
Notadamente, a participação das mulheres nos âmbitos político, artístico, musical e dentre outros, é bem recente. Artistas como Elza Soares, Maria Bethânia, Elis Regina, Marisa Monte e entre outras cantoras e compositoras brasileiras conhecidas, são símbolos da luta diária das mulheres no cenário artístico cultural.
Sob o mesmo ponto de vista, de acordo com levantamentos do Museu de Arte de São Paulo (MASP), 94% das obras de arte que estão em exibição são de homens. Porém, apenas 40% das pinturas são corpos nus masculinos. Tais estatísticas indicam a tamanha desigualdade de gênero presente no país, da mesma forma que as mulheres são colocadas como um símbolo sexual, ao invés de reconhecidas por suas obras e inteligência.
Em segunda análise, é nítida a constante, mesmo que de forma pouco gradativa, a maior participação das mulheres no âmbito artístico brasileiro. São dezenas, ou até centenas de cantoras e compositoras conhecidas no Brasil, mas mesmo que representativas por uma grande parte da população, ainda falta divulgação destas. A representação feminina ainda é pouco presente no cotidiano das pessoas.
Para valorizar a arte de autoria feminina no Brasil, é necessária a interferência do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), um dos ministérios que fazem parte do âmbito governamental, responsável pela defesa dos direitos humanos das mulheres, juntamente com o Governo. Tais autoridades devem atuar com a mídia na propagação de artes femininas para divulgar as artistas, seja por meio da música, literatura, cinema, pintura, arte, dentre outras. E essa divulgação aconteceria por intermédio de exposições, locuções em rádios, panfletos, palestras, e dentre outras inúmeras possibilidades. Feito isso, a arte com autoria de mulheres será mais valorizada e consequentemente reconhecida.