A Constituição de 1988, documento mais importante do país, prevê em seu artigo 5°, o direito à segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando o assunto é a persistência da violência contra mulher, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social que é tão importante, faz-se imperiosa a análise dos fatores que esse quadro.
Em sua primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a violência contra mulher. Nesse sentido tal problema é permeante em nossa sociedade, causando diversas barreiras e inseguranças nas mulheres, o que as impede de denunciar seus agressores. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis , como a segurança, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a educação que recebemos em casa como impulsionadora da violência contra a mulher no Brasil. Segundo o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Diante de tal exposto, é evidente que a educação que recebemos na infância é refletida no que fazemos e praticamos na vida adulta. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos . Para isso, é imprescindível que o governo por intermédio de campanhas e palestras oriente as mulheres a denunciarem seus agressores, para que assim a lei seja efetiva. Assim, se consolidará uma sociedade mais segura para a mulher, onde o estado desempenha corretamente o seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.
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A Constituição de 1988, documento mais importante do país, prevê em seu artigo 5°,(6) o direito à segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando o assunto é a persistência da violência contra mulher, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social que é tão importante,(7) faz-se imperiosa a análise dos fatores que esse quadro.(1)
1 – que esse quadro […] (frase incompleta).
6 – não usa vírgula entre sujeito e verbo.
7 – faz-se imperiosa, portanto, a análise[…].
Em sua primeira análise, deve-se ressaltar a ausência(9) de medidas governamentais para combater a violência contra mulher. Nesse sentido(2) tal problema é permeante(8) em nossa(3) sociedade, causando diversas barreiras e inseguranças nas mulheres, o que as impede de denunciar seus agressores. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança, o que infelizmente é evidente no país.
2 – vírgula
3 – evitar a 1 pessoa do plural: nossa.
8 – permanente
9 – será mesmo que não existem medidas governamentais contra a violência às mulheres? Que não são suficientes tudo bem, mas existem algumas, como leis relacionadas ao feminicídio, Maria da Penha, etc.
Ademais, é fundamental apontar a educação que recebemos em casa como impulsionadora da violência contra a mulher no Brasil. Segundo o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Diante de tal exposto, é evidente que a educação(10) que recebemos na infância é refletida no que fazemos e praticamos na vida adulta. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.(4)
4 – argumentação ficou superficial.
10 – de que forma a educação doméstica incita à violência contra a mulher? Dê exemplos mais específicos e concretos, de como isso ocorre, por que ocorre, etc.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos . Para isso, é imprescindível que o (agente)governo(5) por intermédio(meio) de campanhas e palestras(5) oriente as mulheres a denunciarem seus agressores(ação), para que assim a lei seja efetiva(finalidade). Assim, se consolidará uma sociedade mais segura para a mulher, onde o estado desempenha corretamente(detalhamento) o seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.
5 – vírgula
Projeto Redação
Oie, espero que a minha correção te ajude.
Introdução:
▪︎A Constituição de 1988, documento mais importante do país, [1] prevê [2] em seu artigo 5°, o direito à segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando o assunto é a persistência da violência contra mulher, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social que é tão importante, faz-se imperiosa a análise dos fatores que esse quadro.
Obs.:
▪︎1- Equívoco de vírgula.
▪︎2- Ausência de vírgula.
▪︎Faltou a sua tese, é aqui que você irá mostrar para o corretor quais são os seus assuntos dos desenvolvimentos. Ela pode vir de forma generalizada, como “causa” e “consequência” ou você pode dar nome aos bois, falando qual é essa “causa” e qual é essa “consequência”. Lembre-se que, quando chegar nos desenvolvimentos, não é pra repetir a mesma coisa da tese.
Obs.: a quantidade de períodos é de três a quatro e o número de linhas, no máximo, sete, não passe disso.
Desenvolvimento 02:
▪︎Em sua [1] primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a violência contra mulher. Nesse sentido [2] tal problema é permeante em nossa [3] sociedade, causando diversas barreiras e inseguranças nas mulheres, o que as impede de denunciar seus agressores. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado [4] não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança, o que [5] infelizmente [6] é evidente no país.
Obs.:
▪︎1- Tire esse “sua”.
▪︎2- Sempre após um conectivo usa-se vírgula.
▪︎3- Não fale na primeira pessoa, seja o mais formal possível. Coloque “na sociedade”.
▪︎4- Estado*.
▪︎5 e 6- Ausência de vírgulas.
▪︎Argumente um pouco mais.
▪︎Só tem um conectivo.
▪︎Faltou o encerramento do parágrafo, é aqui que você fecha o seu parágrafo. Nesse momento, expõe-se uma opinião, reafirmando o seu ponto de vista para o leitor. Lembre-se sempre que deve ser concluído com um conectivo conclusivo: dessa forma, dessa maneira, desse modo, diante disso, diante dessa perspectiva, logo, assim, portanto, em suma.
Desenvolvimento 02:
▪︎Ademais, é fundamental apontar a educação que recebemos [1] em casa como impulsionadora da violência contra a mulher no Brasil. Segundo o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Diante de tal exposto, é evidente que a educação que recebemos [2] na infância [3] é refletida no que fazemos [4] e praticamos na vida adulta. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Obs.:
▪︎1- Não use primeira pessoa.
▪︎2- Não use primeira pessoa. Coloque uma vírgula após.
▪︎3- Ausência de vírgula.
▪︎Não use primeira pessoa.
▪︎Não use o repertório no segundo período, pois é o aprofundamento, também conhecido como ampliação. É nesse momento que deveremos explicar nossa ideia central (tópico frasal). Também composta por frases e períodos, unidos pelo uso de conectivos (competência 04). Para isso, inicie-o com um conector.
• Isso se deve ao fato de/da/do
• Isso ocorre porque
• Isso ocorre devido à/ao
• Isso acontece porque
• Isso acontece devido à/ao
• Isso decorre de/da/do
• Esse fato pode ser tomado como relevante, já que
▪︎obs.: utilize um desses e explique o porquê daquilo que você colocou no tópico frasal acontecer, em mais ou menos duas ou três linhas. Esses conectores evitam que o seu texto fique expositivo.
▪︎Argumentou pouquíssimo, a quantidade de períodos deve ser de quatro a cinco e o número de linhas oito a nove.
▪︎O seu encerramento ficou muito pequeno.
Conclusão:
▪︎Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos . Para isso, é imprescindível que o governo [1] por intermédio de campanhas e palestras oriente as mulheres a denunciarem seus agressores, para que assim a lei seja efetiva. Assim, se consolidará uma sociedade mais segura para a mulher, onde [2] o estado [3] desempenha corretamente o seu “contrato social”, [4] tal como afirma John Locke.
Obs.:
▪︎1- Ausência de vírgula.
▪︎2- Uso inadequado da palavra “onde” pois se refere a lugar físico, substitua por “em que, que, o qual”.
▪︎3- Estado*.
▪︎4- As iniciais de “Contrato Social” são maiúsculas.
▪︎Faltou o detalhamento, fale como irá ocorrer essas campanhas e palestras, que tipos de profissionais participarião? Onde seriam? Teria a participação de alguém junto com esses profissionais? Explique.
Nota:
C1: 120
C2: 160
C3: 120
C4: 160
C5: 160
Total: 720
alexiaada
Oii, gostei bastante da redação, porém acho que a frase ”ausência de medidas governamentais para combater a violência contra mulher” é muito exclusiva já que exitem medidas governamentais, elas só não são devidamente aplicadas. Outro ponto que queria ressaltar é que sua introdução poderia conter o resumo do que seria abordado nos dois desenvolvimentos, algumas citações ficaram um pouco fora de contexto neles. Mas você esta mandando super bem
Paty@lves
Boa Noite Marcos primeiramente parabéns por sua redação!
Bom vamos há algumas observações.
Intro. sua introdução está legal mas está de muleta rsrs você apresentou sua contextualização e apresentação do tema mas faltou a tese, por isso ela está de muletinhas rsrs, senti falta de mais conectivos observei somente um use mais, isso traz mais encadeamento no parágrafo.
D1/ D2 Achei muito bom, está bem desenvolvido, alguns errinhos de concordância mas nada que não de para concertar.
Conclusão. Sua proposta está boa mas está faltando um melhor detalhamento, notei somente o Agente e a ação, faltou o meio/modo e a finalidade.
Você falou durante a redação sobre a “Lei” mas qual lei seria a Lei Maria da Penha, Lei do minuto seguinte, Lei do Feminicídio… As palestras e campanhas como serão quem será os responsáveis pelas mesma?… A proposta de intervenção tem que ser ao meu ver sua parte mais dedicada.
No demais achei ótima parabéns outra vez!
Para mim sua nota seria entre 640 á 750
SereneHozumi
Tanto a competência 2 quanto a competência 4 eu diria que você tiraria 200, a utilização de conectivos, a coerência com o tema e a interdisciplinaridade estão ótimas.
Competência 1: 160
* “artigo 5°” (você deve escrever ou Artigo V ou Artigo quinto)
* “permeante” => permanente (segunda linha, segundo parágrafo)
Competência 3: 160
* É importante que, no parágrafo de introdução, você exponha de maneira bem resumida os dois problemas que você destrinchou e argumentos nos parágrafos de desenvolvimento (ineficiência governamental, carência de educação nos lares)
Competência 5: 120 ou 160
*Você deve detalhar mais a proposta de intervenção. Dica: tente responder perguntas como: ONDE? e QUANDO?
por exemplo: campanhas na televisão, durante o horário comercial de maior audiência ao longo de um ano.
MayaraTavarestm
A Constituição de 1988, documento mais importante do país, prevê em seu artigo 5°, o direito à segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando o assunto é a persistência da violência contra mulher (POR QUÊ?), dificultando, desse modo, a universalização desse direito social que é tão importante, faz-se imperiosa a análise dos fatores que esse quadro.
Introdução:
Começou bem com o repertório e conseguiu contextualizar, mas a tese não foi exposta, você apenas problematizou e não mencionou o porquê da persistência do problema segundo seu ponto de vista (tese). Por mais que seja óbvio, não pode deixar nada subentendido, é preciso deixar tudo claro para o leitor.
Além disso, não sei se houve algum erro no final da introdução que acabou apagando palavras, ou você optou por não mencionar os dois argumentos na introdução, mas a sugestão é sempre colocar para deixar mais organizado. Não é regra, mas é uma boa sugestão para ficar mais claro para o leitor. De qualquer maneira, nota-se que ficou incompleto o final da introdução,
—
Em sua primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a violência contra mulher. Nesse sentido(,) tal problema é permeante em nossa sociedade, causando diversas barreiras e inseguranças nas mulheres, o que as impede de denunciar seus agressores. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social” (Obras sempre em letra maíuscula), já que o estado (Estado) não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis , como a segurança, o que infelizmente é evidente no país.
D1
…”deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais…”:
Tome cuidado, as medidas existem, mas não são cumpridas como deveriam. Então, o argumento certo seria: as medidas existentes são ineficientes, ou o Estado não cumpre o seu papel.
Tome cuidado, também, ao mencionar a palavra governo e/ou suas derivações, pois o governo é transitório, mas o Estado é permanente. Ou seja, mencionar o governo, ou medidas governamentais, dá a ideia de que o problema seja culpa somente do atual governo, e não do Estado.
Sendo assim, fica evidente a contradição no seu argumento, pois você começa falando que não existem medidas, ou seja, o Estado não prometeu nada quanto a isso. E depois, menciona a violação do Contrato Social que trata justamente do descumprimento da função do Estado, pois se há violação do contrato, é porque o Estado já havia prometido segurança ao povo, no caso, medidas para combater a violência contra as mulheres.
Portanto, esse desenvolvimento ficou bem desfalcado.
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Ademais, é fundamental apontar a educação que recebemos em casa como impulsionadora da violência contra a mulher no Brasil. Segundo o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Diante de tal exposto, é evidente que a educação que recebemos na infância é refletida no que fazemos e praticamos na vida adulta. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
D2
Erro grave: você escreveu o paragráfo todo na 4ª pessoa (nós). Deve-se sempre escrever a redação na 3ª pessoa (ele)!
Faltou você específicar mais esse argumento, pois você generalizou, dando até mesmo a ideia de que a todos é ensinado bater em mulheres. O correto seria falar que a educação possui traços machistas, onde é normalizado a agressão a mulher ou afim e exmplificar.
Logo, desenvolvimento sem coesão.
—
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos . Para isso, é imprescindível que o governo por intermédio de campanhas e palestras oriente as mulheres a denunciarem seus agressores, para que assim a lei (QUE LEI?) seja efetiva. Assim, se consolidará uma sociedade mais segura para a mulher, onde o estado desempenha corretamente o seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.
Conclusão:
Faltou apresentar o Agente, a maneira econômica de solucionar o problema e o detalhamento.
Também não especificou a lei, precisa específicar.
Apesar disso, apresentou o efeito que surtirá e o repertório, tornando-o produtivo.
Considerações finais:
Estude um pouco de gramática em relação à pontuação;
Desenvolva um planejamento de texto consistente;
Seja claro ao apresentar seus argumentos, use as palavras corretas;
Varie o repertório, pois mencionaste duas vezes filósofos;
Atenção às regras da redação;
Atente-se muito à conclusão, pois há uma competência somente para ela.
Estimativa:
C1 120 – Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.
C2 120 – Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio
mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e
conclusão.
C3 80 – Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios
C4 120 – Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta
repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
C5 120 – Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e
articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota: 560
Siga as orientações e com certeza irá evoluir muito!
Espero ter sido útil. Bons estudos!