Na música “Sem saúde”, o cantor Gabriel, o Pensador critica as condições precárias do atendimento hospitalar público do Brasil. Sob essa ótica, evidencia-se a necessidade de organização do Sistema Único de Saúde (SUS), que é a rede não particular de tratamento à população doente do país. Nesse contexto, tal aprimoramento é uma questão essencial em virtude da grande importância desse sistema para os brasileiros e da carência de investimentos direcionados à manutenção dele.
Em primeira análise, é imprescindível organizar esse serviço devido a sua relevância para a coletividade. Segundo a Constituição Federal, a saúde é direito de todos. Diante disso, o SUS exerce amplo papel na garantia desse direito populacional, visto que permite tratamento a qualquer cidadão enfermo, independentemente de sua situação econômica. Outrossim, o referido sistema é de muito valor para a parcela pobre, pois essa não pode pagar planos de assistência médica, portanto, depende dele para ser atendida. Assim, o SUS, por efetivar os dizeres constitucionais e fornecer auxílio a camada periférica, é de extrema valia para a sociedade nacional, por isso, sua preservação deve ser prioridade para a pátria.
No entanto, a despriorização da rede pública de saúde é uma realidade, uma vez que a quantia para seu sustento é bastante baixa. De acordo com o sociólogo Jessé Souza, a ausência de atitude do Estado contribui para um quadro de vulnerabilidade social, no qual os anseios do povo são tratados com descuido. Sob essa perspectiva, a deficiência de atuação estatal em direcionar recursos para o SUS constitui um panorama de descaso, o qual impede o pleno funcionamento dessa rede, bem como afeta negativamente o corpo social. Nesse sentido, há escassez de remédios, médicos, enfermeiros, máquinas, instalações adequadas e preparo para receber casos de emergência, tal estado deficiente se deve à ineficácia governamental em priorizar uma parcela suficiente do montante para suprir as demandas dessa área. Desse modo, o aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde é inadiável, assim, a maior atividade do Governo apresenta-se como algo primordial para que o progresso ocorra.
Perante os fatos mencionados, medidas devem ser adotadas para mudar a conjuntura vigente. Para desenvolver o SUS, o governo federal, deve, por meio da inserção de seu propósito na base das Diretrizes Orçamentárias, destinar maiores verbas para o Ministério da Saúde. Assim, com mais capital concentrado nessa área, será possível a compra de medicamentos, materiais, e maior emprego de profissionais, bem como otimização do setor emergencial e qualificação dos dormitórios hospitalares. Dessa forma, as lacunas da saúde pública poderão ser supridas e a canção de Gabriel já não será condizente com a realidade brasileira.
Por favor, dê os pontos por competência do enem ;)
liviali19
INTRODUÇÃO: adorei a estrutura repertório+contextualização do tema+teses
– você utilizou conectivos variados
– utilizou um repertório muito produtivo
– a gramática também foi utilizada corretamente
DESENVOLVIMENTO: nada a declarar, apenas que sua escrita ficou perfeita. Você conseguiu utilizar repertórios muito produtivos, utilizou muitoooo bem os conectivos, não consegui identificar erros de gramática e desenvolveu incrivelmente seu argumento, sem deixar lacuna nenhuma.
CONCLUSÃO: além de você ter trazido os 5 elementos, você propôs uma ação muito boa e que vai direto no problema.
Sinceramente, acredito que sua redação vale com certeza um 1000 nos critérios do ENEM. Parabéns!
Vitoria08
Olá, tudo bem? Eu adorei sua redação, vc deixou explicito sua tese na introdução, apresentou repertórios legitimados e produtivos, que se relacionaram muito bem com a argumentação. Sua conclusão também ficou muito boa, não senti falta de nenhum elemento. Eu daria nota 1000 com certeza. Parabéns!!