É notória que a meritocracia é somente uma fantasia, embebida em opiniões de pessoas da alta casta da sociedade, porque não há como haver meritocracia quando não se tem acesso á nada. Geralmente, as pessoas que defendem essa “visão de mundo” são membros da elite, que possuem acesso á boas escolas, e não se preocupam com nada, pois tudo o que precisam eles já o tem.
A partir daí, observa-se que a desigualdade é extrema, tomemos como exemplo a volta ás aulas neste contexto de pandemia, as escolas particulares puderam voltar antes das escolas públicas, isso porque os pais detentores de recursos que podiam pagar para os seus filhos estudarem apelaram á direção para que voltem o mais breve possível e conseguiram — Além das aulas “online” das pessoas que estudaram de forma remota ser muito mais proveitosas do que as de escola pública — por que as escolas públicas também não poderiam voltar da mesma forma que as escolas particulares? Porque é um plano maquiavélico no Brasil, para que a população torne-se cada vez mais desinformada e, portanto, mais “burra”.
No entanto, algo conflitante é sem duvidas a constituição e a realidade, pois contém no Art. 5º o seguinte: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”. O que se mostra garantido na constituição não é posto em prática, basta ver como se é tratado alguém bem vestido em comparação com alguém que não está. Segundo o SIS, 10,5 milhões de pessoas vivem na extrema pobreza, e 38,1 milhões vivem na pobreza. Em contrapartida 43,1% da renda ficou nas mãos dos 10% mais ricos.
Portanto, é sabido que as riquezas estão mal divididas, o que é necessário fazer é a adoção de uma politica pública onde se reveja os gastos públicos com salários extremamente altos e benefícios para membros do governo e para os juízes, que por vezes os salários ultrapassam os 70 mil reais, ao diminuir os gastos com salários e os auxílios para estes, ocorre uma diminuição dos gastos públicos, podendo assim investir o dinheiro que seria gasto para pagar estes salários em educação, saúde, lazer e em ajuda aos pobres, como uma espécie de auxílio ao povo. Ao fazer isso, estaria com um enorme passo para sair da desigualdade.
KelwinGerson
Olá Camilla Wolff Jf
Cuidado com o uso de cunho pessoal na sua redação. Como a colega comentou acima, a redação começa de forma muita direta, sem uma devida introdução.
É interessante na conclusão incluir intervenções sociais, que influenciam diretamente no tema discorrido.
Não sou nenhum especialista em correções, espero ter ajudado!
Obrigado.
MeiLing
Olá Wolf, tudo ok?
Vamos lá, seu título é direto, então quem o ver vai ter uma ideia geral do que se trata. Quando comecei a ler esperei algo impactante, mas sua introdução me pareceu ir por um rumo no qual os dois temas “meritocracia e desigualdade” estão avançados. Você precisa apresentar o tema, diga aí o que é a meritocracia e como isso reflete na sociedade, e seja assertivo, diga que gera desigualdade já que isso é o que frisou no título. Ah, outra coisa, tome cuidado com seus acentos nos “a”, que eu saiba, usamos somente a crase que é ” ` “, mas o acento agudo em a sozinho? Não.
Entendi a essencial do segundo paragrafo, mas sua maneira de criticar a sociedade brasileira foi muito de repente, sem muito firmamento em relação ao seu texto. Ali está claro um rastro de sua opinião pessoal, mais do que é considerado em uma redação dissertativa argumentativa. Então, se quer falar sobre a diferença entre escolas públicas e particulares, fale, mas não ataque uma das partes como fez. Tente não repetir palavras e use sua pontuação com mais atenção. Tu tens um bom vocabulário, portanto use-o com mais atenção e coesão.
No terceiro paragrafo usaste “no entanto”. Não fez sentido algum, já que quando usamos no entanto, estamos protestando sobre algo, colocando-o como exceção. Indico-lhe que use “além disso”, onde dará mais reforço a sua convicção. Outra coisa, quando colocar uma sigla, como colocou o SIS, entre parênteses indique o significado da sigla, é importante.
Por último, sua conclusão. Como houve todos esses problemas no decorrer de sua redação, é normal que a conclusão seja um pouco vaga. Quando produzir um desfecho, use o que você citou anteriormente, como a escola e o tratamento entre os de alta e baixa renda, ao contrário do que fez, deixou muito geralzão. Por fim, cuidado com esse “sabido” aí, use algo como “é sábio dizer” ou “é um fato que…” para deixar mais coloquial.
Espero ter ajudado!!! s2