O documentário “Seaspiracy: Mar Vermelho” retrata a realidade acerca dos oceanos, e suas respectivas problemáticas relacionadas à conservação da biodiversidade, à pesca predatória e à poluição dos ecossistemas marinhos. Do mesmo modo, a atenção dada aos oceanos na atualidade torna-se imprescindível, visto que esses ambientes encontram-se em risco. Nesse sentido, pode-se afirmar que a preservação do meio aquático é dificultada em razão da ação antrópica sobre os recursos naturais, além de consolidar-se como um desafio que engloba interesses financeiros e sociais, para além da pauta ambiental.
Primeiramente, convém ressaltar que com o advento da globalização e sua consequente mentalidade capitalista no que tange à produção de riquezas, a apropriação indiscriminada das vantagens dos oceanos intensificou-se. Um nítido exemplo de tal afirmação, é o despejo de substâncias químicas e dejetos tóxicos à vida marinha, o que ilustra a célebre frase do pensador francês Victor Hugo: “É triste pensar que a natureza fala, mas que o gênero humano não a ouve”. Ou seja, ainda que os sinais do planeta refletidos nas águas oceânicas evidenciem a necessidade de conscientização, como as mudanças climáticas que promovem o aquecimento e o aumento do nível dos mares, o desafio ainda persiste latente.
Ademais, dados sobre a degradação da vida marinha, demonstram que em menos de 30 anos, cerca de 50% das espécies de corais que compõem a grande barreira, já sofrem com o fenômeno do branqueamento. Assim, pode-se notar que a poluição dos mares afeta os processos naturais que garantem a continuidade da vida marinha, como a fotossíntese por parte das algas que vivem em simbiose com os corais. Outrossim, a importância da conservação se estende para além da vida oceânica, uma vez que o desaparecimento de espécies impacta diretamente na sobrevivência humana e na qualidade de vida da população, que enxerga nos oceanos, uma fonte de renda, alimentação, turismo e energia.
Portanto, diante de um cenário marcado pela degradação massiva e pela extinção de espécies, é fundamental que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em consonância com ONG’s de expressão mundial, como a Oceana, elaborem projetos de conservação, com ênfase nas demandas de cada país, por meio do mapeamento das regiões mais devastadas e do estímulo ao fortalecimento das legislações oceânicas. Desse modo, com o intuito de promover a sustentabilidade dos ecossistemas marítimos a longo prazo, será possível verificar uma melhoria ambiental de expressividade nas esferas sociais.
meme
Olá! Não sou expert em redação, mas conforme critérios do Enem, vejamos:
Domínio da norma padrão da língua portuguesa. … Bom. Atenção às vírgulas…
Compreensão da proposta de redação. …Bom!
Seleção e organização das informações. … Bom.
Demonstração de conhecimento da língua necessária para argumentação do texto. … Bom. Evite repetições de palavras usando sinônimos.
Elaboração de uma proposta de solução para os problemas abordados, respeitando os direitos humanos… Bom.
skaynicolas1021
Achei sua redação incrível, somente alguns erros de português mas eles foram bastante raros com uma ótima conclusão a não faltando nenhuma competência. Porém para ser uma conclusão PERFEITA, é sempre bom no final dela relacionar/reintroduzir a introdução do seu texto, relacionando-as.
Competência 1: Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa. 180
Competência 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa. – 200
Competência 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. 200
Competência 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação. 200
Competência 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos. 180
Total: 960 – Perfeito!