Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações políticas econômicas e sociais é característica da modernidade líquida vivida no século XX. Essa visão encaixa-se no contexto da banalização do diagnóstico de TDAH pois está associado a ausência de referenciais éticos e políticos presentes nos setores da sociedade atualmente, revelando a superficialidade nas ações públicas.
De acordo com uma pesquisa do blog “desenvolvimento-infantil”, houve um aumento no consumo do remédio para o tratamento do TDAH de 775%. Esse dado nos mostra que, embora pareça um índice positivo, está mais relacionado ao falso diagnóstico da doença em decorrência da negligência por parte das unidades de saúde e das famílias.
Em segundo plano, o TDAH atinge entre 2,5% e 4% da população adulta e entre 5% e 7% das crianças de acordo com o site “SciELO”. Esse dado revela que as crianças são as mais atingidas pois o distúrbio apresenta os sintomas na infância e com a ajuda do diagnóstico preciso e o tratamento adequado, os sintomas são reduzidos ao decorrer do seu crescimento.
Portanto, compete ao Ministério da Saúde que tem como função social garantir a qualidade de vida da população, elaborar normas de orientação para diagnosticar o TDAH, implantando elas em clínicas especializadas em distúrbios neurológicos, evitando falsos diagnósticos e garantindo assim um tratamento adequado.
beloca
olá!
bem, a gramática está boa, com alguns poucos erros que você mesma consegue corrigi-los ao ler algumas vezes o texto. entretanto, os argumentos estão bem fracos, você poderia aprofundar um pouco mais. os dados são importantes, mas também deve haver um pouco mais de opinião acerca do assunto.
além disso, aconselho fazer redações no estilo circuito, ou seja, com ligações em todo o texto, pesquisa sobre!
boa sorte!!
Thaissadelmiro02
Achei que ficou boa, tenta ligar mais suas ideias elas ficaram meio que soltas no texto, falta um domínio na linguagem culta e mais argumentos e talvez mais uma alusão histórica pra defender seu ponto de vista. E faltou na proposta de intervenção o “modo”, mas repeitou o direitos humanos. muito bem texto bom.